Publicamos, hoje, a título de memória e conhecimento geral, os discursos proferidos pelo Bispo de Roma, Jorge Bergoglio, alias Francisco, no Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude. Não revisei os discursos, apenas os cataloguei. Para quem quiser baixar o PDF, clique aqui. Penso sejam úteis para testar seus conhecimentos acerca da verdadeira doutrina da Igreja e das heresias contra a Fé Católica. Vivemos tempos obscuros, a negligência com a própria alma é um pecado por si só. Obedecer por obedecer não é virtuoso, pois se o superior nos manda pecar não há virtude na obediência, pelo contrário: é pecado, poi a obediência primeira continua sendo a Deus. E o pecado é mortal ou venial, dependendo da matéria. Em matéria de Fé, é pecado mortal. Todos nós sabemos a diferença entre o bem e o mal, e o Papa não é infalível inclusive quando espirra, mas só quando fala ex cathedra. E para tanto precisa "ser" Papa. O Bispo de Roma, até hoje, não disse expressamente que "é" o Papa atual da Igreja Católica, demonstrando entender que Bento XVI, ainda que emérito, continua "Papa" e ele, o Bispo de Roma (isso, mais claramente é impossível!). E ainda que uns e outros queiram - porque sempre foi assim - que isso seja praticamente a mesma coisa, não se pode obrigar alguém tão cheio de vontades e gostos, numa recusa diária e clara da renúncia de si mesmo, a ser o que ele não quer ser. Bergoglio, embora eleito Papa, quer ser apenas o Bispo de Roma, e assim ele se apresenta e assim ele se refere a si mesmo, quando fala em terceira pessoa - mas nunca no plural majestatis! O uso do nome e da devoção à Virgem Santíssima, a São José e a São Miguel Miguel; a exteriorização de uma pobreza meramente material (forçada às raias da hipocrisia); o falar e agir como um qualquer e não como o representante de Deus na Terra ou, vá lá, o Chefe de Estado de um País diplomaticamente reconhecido; a quebra constante do protocolo, pondo em risco não apenas a própria vida, mas a dos que estão a seu redor; o desprezo e o deboche por tudo que representa uma mínima lembrança da Tradição da Igreja e da Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo; o falar de improviso o que lhe vai na cabeça - de Luliana memória - provocando confusão entre os que ele deveria confirmar na Fé e derrubando Dogmas, revogando Mandamentos de Deus e alterando normas morais (das Divinas para as meramente subjetivas ao sabor do momento histórico ou da preferência pessoal); a instauração da "religião do amor" à Woodstock; tudo isso faz parte do projeto que teve no Vaticano II seu pontapé oficial, mas que tem raízes mais antigas, e um deus visível (o homem) que quer ser adorado e um deus invisível (o Demônio) que tudo coordena.
"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).

