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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

ABORTO: O NOVO GOVERNO DOS EUA ENTROU NESTA GUERRA!!!

O discurso histórico de Mike Pence na "Marcha pela Vida"


Pela primeira vez na História, um vice-presidente dos Estados Unidos da América esteve presente e falou à multidão na "March for Life". O discurso de Mike Pence foi muito forte, pela positiva, e poderá representar um momento-chave na luta contra o aborto naquele país e no mundo.  


Desejo a todos as boas vindas a Washington, DC, para a 44ª Marcha Anual pela Vida. É um dia bom. É o melhor dia que já vi para a Marcha pela Vida, em vários sentidos. Sinto-me profundamente honrado em encontrar-me perante vós, hoje. Sinto-me profundamente honrado, por ser o primeiro vice-presidente dos Estados Unidos, na História, a ter o privilégio de participar neste evento histórico. Há mais de 240 anos, os Pais fundadores da nossa Nação escreveram palavras que ecoaram através dos tempos. Eles declararam como verdades auto-evidentes o fato de todos nós sermos dotados pelo nosso Criador de certos direitos inalienáveis, como a vida, a liberdade e a procura da felicidade. 

Há 44 anos, o nosso Supremo Tribunal afastou-se do primeiro de todos estes ideais atemporais [Esclarecimento: o caso que permitiu a vitória do aborto nos EUA - Caso Roe contra Wade ou Roe vs. Wade - foi uma fraude, que agora veio à tona. A mulher que alegadamente teria abortado, nunca abortou, e a filha ainda vive]. Hoje, três gerações desde então, graças a todos vós e a muitos outros milhares, que estão conosco em marchas como esta em todo o País, a vida está a ganhar, de novo, na América. Isto é evidente ao olharmos para a eleição de maiorias pró-vida e para o Congresso dos Estados Unidos da América. Mas nada é tão evidente quanto a eleição histórica de um presidente que se bate por uma América mais forte, mais próspera e de um presidente – digo-o com orgulho – defende o direito à vida: o Presidente Donald Trump.

sábado, 7 de novembro de 2015

Dom Aquino de fibra: “Não creiamos (…) em civilizações que negam a Deus”.

Dom Aquino de fibra: “Não creiamos (…) em civilizações que negam a Deus”


Foto tirada na Segunda Guerra Mundial
Palavras de Dom Francisco de Aquino Corrêa(1), na Catedral de Cuiabá, ao recolher-se a procissão do Corpo de Deus, em 26 de maio de 1940.
"Se ante o cadáver dum monarca, fosse ele muito embora o Rei-Sol, pôde o orador sacro exclamar a célebre palavra: Só Deus é grande!, com quanto maior razão não devemos repeti-la nós, em face do cataclismo em que hoje se afunda a velha e culta Europa, dando-nos a impressão terrível de antever o cadáver, não dum soberano, não duma cidade, não dum estado, mas de uma civilização inteira!"

"Não creiamos, pois, em civilizações que negam a Deus, ou dele prescindem, civilizações, que se propõem a enflorar e converter a Terra num paraíso; civilizações, que pretendem ser fim a si mesmas. Nós cremos tão-somente na civilização de Cristo e com Cristo, na civilização que procura, sim, melhorar a situação do homem sobre a Terra, mas nunca se esquece de que este será sempre um exílio e um vale de lágrimas; civilização, enfim, que prepara a Humanidade, não tanto para a vida presente, quanto para a futura e eterna."

"E quando os homens se obstinam em não compreender estas verdades, e entram em orgulhos das suas conquistas, tentando escalar o céu com a vaidade das suas torres e das suas montanhas, manda-lhes então o Senhor os argumentos terríveis dessas calamidades inelutáveis, que os forcem a confessar que só Deus é grande!"

"Sim! diante de Deus, não há nações poderosas, não há potências, nem soberanias: todas elas, diz o profeta, são como se não existissem, são cousa vã, são nada e nada mais: nihilum et inane (Is XL, 17)."

(…)

"Felizes, pois, das nações que sabem gravar o nome de Deus, não só nas suas cartas e nos seus escudos de armas, senão também no coração grande do povo. Felizes das nações, que guardam a sua fé em Deus; e, no próspero, como no adverso, proclamam sempre que Ele é grande. Feliz do povo, que tem a Deus por único Senhor, reconhecendo-lhe, em tudo, o soberano domínio: Beatus populus, cujus Dominus Deus ejus! (Sl CXLIII, 15)."

quarta-feira, 31 de julho de 2013

HOMILIAS E DISCURSOS DE BERGOGLIO NO BRASIL

Publicamos, hoje, a título de memória e conhecimento geral, os discursos proferidos pelo Bispo de Roma, Jorge Bergoglio, alias Francisco, no Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude. Não revisei os discursos, apenas os cataloguei. Para quem quiser baixar o PDF, clique aqui. Penso sejam úteis para testar seus conhecimentos acerca da verdadeira doutrina da Igreja e das heresias contra a Fé Católica. Vivemos tempos obscuros, a negligência com a própria alma é um pecado por si só. Obedecer por obedecer não é virtuoso, pois se o superior nos manda pecar não há virtude na obediência, pelo contrário: é pecado, poi a obediência primeira continua sendo a Deus. E o pecado é mortal ou venial, dependendo da matéria. Em matéria de Fé, é pecado mortal. Todos nós sabemos a diferença entre o bem e o mal, e o Papa não é infalível inclusive quando espirra, mas só quando fala ex cathedra. E para tanto precisa "ser" Papa. O Bispo de Roma, até hoje, não disse expressamente que "é" o Papa atual da Igreja Católica, demonstrando entender que Bento XVI, ainda que emérito, continua "Papa" e ele, o Bispo de Roma (isso, mais claramente é impossível!). E ainda que uns e outros queiram - porque sempre foi assim - que isso seja praticamente a mesma coisa, não se pode obrigar alguém tão cheio de vontades e gostos, numa recusa diária e clara da renúncia de si mesmo, a ser o que ele não quer ser. Bergoglio, embora eleito Papa, quer ser apenas o Bispo de Roma, e assim ele se apresenta e assim ele se refere a si mesmo, quando fala em terceira pessoa - mas nunca no plural majestatis! O uso do nome e da devoção à Virgem Santíssima, a São José e a São Miguel Miguel; a exteriorização de uma pobreza meramente material (forçada às raias da hipocrisia); o falar e agir como um qualquer e não como o representante de Deus na Terra ou, vá lá, o Chefe de Estado de um País diplomaticamente reconhecido; a quebra constante do protocolo, pondo em risco não apenas a própria vida, mas a dos que estão a seu redor; o desprezo e o deboche por tudo que representa uma mínima lembrança da Tradição da Igreja e da Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo; o falar de improviso o que lhe vai na cabeça - de Luliana memória - provocando confusão entre os que ele deveria confirmar na Fé e derrubando Dogmas, revogando Mandamentos de Deus e alterando normas morais (das Divinas para as meramente subjetivas ao sabor do momento histórico ou da preferência pessoal); a instauração da "religião do amor" à Woodstock; tudo isso faz parte do projeto que teve no Vaticano II seu pontapé oficial, mas que tem raízes mais antigas, e um deus visível (o homem) que quer ser adorado e um deus invisível (o Demônio) que tudo coordena. 

"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Discurso sobre a ditadura

Juan Francisco María de la Salud Donoso Cortés y Fernández Canedo
I Marquês de Valdegamas

Discurso pronunciado pelo Marquês de Valdegamas*, na Câmara dos deputados de Madri, em 4 de janeiro de 1849.

Senhores,

O longo discurso pronunciado ontem pelo senhor Cortina, e ao qual vou responder, considerando-o sob um ponto de vista restrito, em consideração às suas vastas dimensões, foi apenas um epílogo: o epílogo dos erros do partido progressista, os quais, por sua vez, são apenas outro epílogo: o epílogo dos erros inventados há três séculos, e que perturbam hoje aproximadamente todas as sociedades humanas.

Começando seu discurso, o senhor Cortina confessou, com a boa fé que o distingue e que realça tanto seu talento, que ele mesmo algumas vezes veio a se perguntar se seus princípios não seriam falsos e suas ideias desastrosas, as vendo sempre na oposição e nunca no poder. Eu diria à Sua Senhoria: por menos que se refletisse nisso, sem dúvida isso se transformará em certeza. Suas ideias não estão no poder, e estão na oposição precisamente porque elas são ideias de oposição, e não ideias de governo. Ideias infecundas, senhores, ideias estéreis, desastrosas, que temos de combater até que elas sejam sepultadas em sua sepultura natural, aqui, sob estas abóbadas, ao pé dessa tribuna.

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