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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dois bons artigos!

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sábado, 24 de novembro de 2012

O Poder de uma Mãe

Estando a rezar em um mosteiro carmelita, ajoelhado, um amigo religioso da Ordem Carmelita se aproximou e sentou-se ao meu lado. Como me pareceu que ele queria dizer alguma coisa, acabei minhas orações e sentei-me. Ele me disse: “Acabo de sair da clausura com um tesouro”.

Sorri para ele e lhe respondi: “Há muitos tesouros na clausura”.

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Ele, que já me conhecia, sorriu também e assim começamos uma conversa caminhando em direção ao jardim externo. Conversávamos sobre a mediação de Nossa Senhora junto ao Pai Eterno. Foi então que me lembrei desta história abaixo, que li no livro “Ave Maria – a oração da Mãe do Senhor – do Pe. Luís Mehler:

Quando o general romano Coriolano foi injustamente condenado à morte pelos seus concidadãos, fugiu às ocultas e se bandeou para o lado dos inimigos de Roma.

Não tardou muito, ele apareceu diante das muralhas da cidade, à frente de numerosos batalhões, e anunciou que ia vingar-se da pátria ingrata.

Os romanos, consternados, enviaram-lhe diversos mensageiros com grandes quantias de dinheiro para apaziguar o temível general e implorar seu perdão. Mas foi tudo inútil.

Afinal sua própria mãe, já idosa, foi encontrá-lo, e o exortou a esquecer o ultraje que havia recebido e a renunciar aos desejos de vingança.

Mal tinha ela acabado de falar, e já Coriolano lhe tinha concedido tudo quanto havia pedido: no mesmo dia foi levantado o cerco de Roma, e a cidade se salvou.

Se um general pagão e de instintos selvagens nada pode recusar a sua mãe, como poderá o Filho de Deus, tão amável e tão bom, rejeitar a Mãe que ternamente ama, e recusar o que Ela Lhe pede?

Fonte: http://almascastelos.blogspot.com.br/2010/09/o-poder-de-uma-mae.html

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Festa do Santíssimo Nome de Maria (I)

O SANTÍSSIMO NOME DE MARIA


12 Setembro


PARTE I[1]


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Objeto da festa.

Alguns dias depois do nascimento do Salvador, a Igreja consagrou uma festa para honrar o Nome bendito. Ensinava-nos, assim, quanto este Nome contém para nós de luz, de força, de suavidade, para nos encorajar a invocá-lo com confiança quando de nossas necessidades[2].

Assim, depois da festa da Natividade da Santíssima Virgem, a Igreja consagra um dia para honrar o Santo Nome de Maria para nos ensinar, através da Liturgia e o ensinamento dos Santos, tudo aquilo que este Nome contém para nós de riquezas espirituais, porque igualmente àquele de Jesus, o temos sobre os lábios e no coração.

História da festa.

A festa do Santo Nome de Maria foi concedida por Roma, em 1513, a uma diocese da Espanha, Cuenca. Suprimida por São Pio V, foi repristinada por Sisto V[3] e depois estendida em 1671 ao Reino de Nápoles e a Milão. Aos 12 de setembro de 1683, tendo Jan Sobieski[4] vencido, com seus Polacos, os Turcos que assediavam Viena e ameaçavam a cristandade, Papa Inocêncio XI[5], em ação de graças, estendeu a festa à Igreja universal e a fixou no domingo entre a Oitava da Natividade. O santo Papa Pio X[6] a trouxe de volta ao dia 12 de setembro.

Nome saído do coração de Deus.

Mais do que a lembrança histórica da instituição da festa, nos interessa o significado do Nome bendito dado à futura Mãe de Deus e nossa.

O nome para os Judeus tinha uma importância grandíssima e se costumava impor com solenidade. Sabemos pelas Escrituras que Deus interveio algumas vezes na designação do nome que seria imposto a algum de seus servos. O Anjo Gabriel avisa Zacarias que seu filho se chamará João e ele ainda diz a José, explicando-lhe a Encarnação do Verbo: "Lhe darás o nome de Jesus"[7]. Pode-se, então, pensar que Deus de alguma forma interveio para que à Santíssima Virgem fosse imposto o nome exigido pela sua grandeza e dignidade. Joaquim e Ana impuseram à sua menina o nome de Maria que nos é tão caro.

"O teu nome é como óleo derramado".

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Salve, ó Maria, Mãe de Deus, virgem e mãe, estrela e vaso de eleição!

Há 1580 anos atrás, quando se reuniu o Concílio de Éfeso, terceiro concílio ecumênico da Igreja, ergueu-se São Cirilo de Alexandria, com as seguintes palavras:


Salve, cidade de Éfeso, mais formosa que os mares, porque em vez dos portos da terra, marcaram encontro em ti os que são portos do céu!
Salve, honra desta região asiática semeada por todos os lados de templos, como preciosas jóias, e consagrada, no presente, pelos benditos pés de muitos santos Padres e Patriarcas! Com sua vinda, cumularam-te de toda bênção, porque onde eles se congregam, aumenta e multiplica-se a santidade: religiosos fiéis, anjos da terra, afugentam eles, com sua presença, todo satânico poder e toda afeição pagã. Eles, repetimos, confundem toda heresia e são glórias de nossa fé católica.
Salve, bem-aventurado São João, apóstolo e evangelista, glória da virgindade, mestre da honestidade. Salve, vaso puríssimo da temperança, a ti virgem, confiou, na cruz, nosso Senhor Jesus Cristo a Mãe de Deus, sempre virgem!
Salve, ó Maria, Mãe de Deus, virgem e mãe, estrela e vaso de eleição!
Salve, Maria, virgem, mãe e serva: virgem, na verdade, por virtude daquele que nasceu de ti; mãe por virtude daquele que cobriste com panos e nutriste em teu seio; serva, por aquele que amou de servo a forma! Como Rei, quis entrar em tua cidade, em teu seio, e saiu quando lhe aprouve, cerrando para sempre sua porta, porque concebeste sem concurso de varão, e foi divino teu parto.
Salve, Maria, templo onde mora Deus, templo santo, como o chama o profeta Davi, quando diz: “O teu templo é santo e admirável em sua justiça” (Sl 64).
Salve, Maria, criatura mais preciosa da criação; salve, Maria, puríssima pomba; salve, Maria, lâmpada inextinguível; salve, porque de ti nasceu o sol da Justiça!
Salve, Maria, morada da infinitude, que encerraste em teu seio o Deus infinito, o Verbo unigênito, produzindo sem arado e sem semente a espiga incorruptível!
Salve, Maria, mãe de Deus, aclamada pelos profetas, bendita pelos pastores, quando com os anjos cantaram o sublime hino de Belém: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” (Lc 2,14).
Salve, Maria, Mãe de Deus, alegria dos anjos, júbilo dos arcanjos que te glorificam no céu! Salve, Maria, Mãe de Deus: por ti adoraram a Cristo os Magos guiados pela estrela do Oriente; salve, Maria, Mãe de Deus, honra dos apóstolos! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem João Batista, ainda no seio de sua mãe exultou de alegria, adorando como luzeiro a perene luz! Salve, Maria, Mãe de Deus, que trouxeste ao mundo graça inefável, da qual diz são Paulo: “apareceu a todos os homens a graça de Deus salvador” (Tt 2,1).
Salve, Maria, Mãe de Deus, que fizeste brilhar no mundo aquele que é luz verdadeira, a nosso Senhor Jesus Cristo, que diz em seu Evangelho: “eu sou a luz do mundo!” (Jo 8,12).
Deus te salve, Mãe de Deus, que iluminaste aos que estavam em trevas e sombras de morte; porque o povo que jazia nas trevas viu uma grande luz (Is 9, 2), uma luz não outra senão Jesus Cristo nosso Senhor, luz verdadeira que ilumina todo homem que vem a este mundo (Jo 1,9). Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem se apregoa nos Evangelhos: “bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mt 21,9), por quem se encheram de igrejas nossas cidades, campos e vilas!
Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem veio ao mundo o vencedor da morte e o destruidor do inferno! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem veio ao mundo o autor da criação e o restaurador das criaturas, o Rei dos céus! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem floresceu e refulgiu o brilho da ressurreição! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem luziu o sublime batismo de santidade no Jordão! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem o rio Jordão e o São João Batista foram santificados e o demônio foi destronado! Salve, Maria, Mãe de Deus, por quem é salvo todo espírito fiel!
Salve, Maria, Mãe de Deus, – pois acalmaste e serenaste os mares para que pudessem nossos irmãos cooperadores e pais e defensores da fé, serem conduzidos, com alegria e júbilo espiritual, a esta multidão de entusiásticos defensores de tua honra!
Também aquele que, levando cartas de perseguição, sendo derrubado pela luz do céu no caminho de Damasco, falou sobre ti e confirmou para o mundo a fé na Trindade consubstancial, de um só Senhor, de um só batismo; de um só Pai, um só Filho, um só Espírito Santo; da substância inseparável e simplicíssima; da divindade incompreensível do Senhor Deus de Deus, Luz de Luz, Esplendor da Glória, que nasceu de Maria Virgem, conforme o anúncio do Arcanjo: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo, o Espírito Santo descerá sobre ti, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com sua sombra, e por isso o santo que de ti nascer será chamado Filho de Deus vivo” (Lc 1,35).
Não somente o sabemos pelo arcanjo Gabriel; também Davi, no vaticínio que canta diariamente a Igreja, nos diz: “O Senhor me disse: és meu filho; no dia de hoje te gerei” ( Sl 2,7). Já o sábio Isaías, filho do profeta Amós, profeta nascido de profeta, o predissera: “Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho e seu nome será Emanuel, que significa Deus conosco” (Mt 1,23).
Por isso todos os que formos fieis às Escrituras, seguindo os caminhos de São Paulo, ouvindo as vozes dos profetas clamar-te-ão Bem aventurada… Todos os que formos seguidores dos Evangelhos permaneceremos como disse o profeta: seremos como “oliveira fértil na casa de Deus” (Sl 51), glorificando a Deus Pai Todo Poderoso, a seu Filho UNIGÊNITO que nasceu de Maria e ao vivificante Espírito Santo, que se comunica a todos na vida; submissos aos fidelíssimos imperadores, honrando as rainhas, discretas e santas virgens, no seu amor à fé ortodoxa de Cristo Jesus, nosso Senhor a quem se deve a glória pelos séculos dos séculos . Amém.

São Cirilo de Alexandria: Discurso pronunciado no Concílio de Éfeso sobre Maria
FONTE:GOMES, Folch F. Antologia dos Santos Padres. Ed Paulinas. SP 1979
EXTRAÍDO DO SITE: http://www.ecclesia.com.br

Fonte: http://espelhodejustica.blogspot.com.br/2012/05/sao-cirilo-de-alexandria-discurso.html






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