Finalmente, conseguimos terminar a tradução da carta-resposta do Bispo de Roma à carta aberta do ateu Scalfari (pronuncia "Scálfari") que foi, não apenas uma amarga decepção - pois se tratava de uma providencial ocasião de uma pública catequese católica, vinda do primeiro dentre os católicos -, mas um festival de asneiras, blasfêmias e heresias. Segundo o Catecismo de São Pio X, a "heresia é um erro culpável de inteligência pelo qual se nega com pertinácia alguma verdade de fé". Neste texto, sobejam erros e pertinácia contra verdades da fé.
Não posso não lembrar da ocasião perdida em vários sentidos: É a Acerbo Nimis que diz que ministrar a catequese nos dá indulgências? Não lembro, mas sei que há! Além disso, e principalmente, com esta carta, Bergoglio poderia ter proporcionado a Verdade (e a salvação) a uma alma diretamente (Scalfari) e a milhões indiretamente (leitores). Teria sido um grande testemunho de fé, em tempos tão sombrios...
Mas também me ocorre que nada escapa da vontade (ou permissão) de Deus. Há um sentido para isso tudo, para todos esses escândalos protagonizados em primeira pessoa por este que foi eleito por um Conclave (?) como Papa da Igreja Católica e que prefere ostentar o título de Bispo de Roma, se colocando no mesmo nível que os demais Bispos, recusando todos os sinais de Monarca e Pontífice da Igreja, disparando asneiras e heresias com a mesma desenvoltura, rompendo protocolos, "roubando a cena", criando um personagem midiático, fazendo questão de angariar a simpatia do mundo, quando Cristo nos disse que seríamos odiados pelo mundo por causa dEle... Seja feita a vontade de Deus, sempre.
Não posso não lembrar da ocasião perdida em vários sentidos: É a Acerbo Nimis que diz que ministrar a catequese nos dá indulgências? Não lembro, mas sei que há! Além disso, e principalmente, com esta carta, Bergoglio poderia ter proporcionado a Verdade (e a salvação) a uma alma diretamente (Scalfari) e a milhões indiretamente (leitores). Teria sido um grande testemunho de fé, em tempos tão sombrios...
Mas também me ocorre que nada escapa da vontade (ou permissão) de Deus. Há um sentido para isso tudo, para todos esses escândalos protagonizados em primeira pessoa por este que foi eleito por um Conclave (?) como Papa da Igreja Católica e que prefere ostentar o título de Bispo de Roma, se colocando no mesmo nível que os demais Bispos, recusando todos os sinais de Monarca e Pontífice da Igreja, disparando asneiras e heresias com a mesma desenvoltura, rompendo protocolos, "roubando a cena", criando um personagem midiático, fazendo questão de angariar a simpatia do mundo, quando Cristo nos disse que seríamos odiados pelo mundo por causa dEle... Seja feita a vontade de Deus, sempre.