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quinta-feira, 10 de julho de 2014

10 de Julho - SANTAS RUFINA E SEGUNDA, VIRGENS E MÁRTIRES

10 de Julho

SANTAS RUFINA E SEGUNDA

Virgens e Mártires
+ Roma, 252.

Na Via Aurélia, a nove milhas de Roma, as santas Rufina e Segunda, mártires. 

clique para ver mais imagens das Santas
Rufina e Segunda foram duas irmãs que enfrentaram o martírio para defender sua pureza. A atual sepultura delas é no Batistério Lateranense, em Roma. O Papa Júlio I (341-353) construiu uma basílica, depois restaurada pelo Papa Adriano I (772-795), enquanto o Papa Leão IV (847-855), a enriqueceu com presentes. A partir do século V, por causa do grande número de peregrinos, toda a região do “Lorium” (a vila imperial que incluía a Basílica das duas mártires) e, portanto, Sylva Candida (nome do bosque por causa das Santas), foi erigida a Sé Episcopal: “episcopus Silvae Candidae” (em 501) e depois, “episcopus Sanctae Rufinae”. No tempo do Papa Calisto II (1119-1124), a diocese estava unida com a de Porto e foi chamada suburbicária de Porto e Rufina Santa. No século XII, por causa da destruição da cidade por parte dos bárbaros, Papa Anastácio IV (1153-1154) fez mover seus corpos (1120) para a Basílica de Latrão, onde são guardadas até hoje no Batistério de São Constantino, no altar do átrio esquerdo, do lado oposto ao do ss. Cipriano e Justina. O Papa Anastásio IV mandou fazer, em 1253, altares em honra delas (“Roma antica e moderna”, Volume 2, 1765, p. 408), na casa onde a Tradição afirma ter sido a casa das duas Santas em vida e que hoje é o Mosteiro e Igreja das Ss. Rufina e Segunda, em Roma. Os altares foram restaurados por Papa Clemente VIII, junto com a igreja. Na Idade Média, foi erigida uma igreja em honra delas no bairro de Trastevere, a Roma, sobre o local onde, segundo a tradição, havia a casa de Astério, o pai delas. Em 1600, o Capítulo de Santa Maria in Trastevere concedeu a casa a algumas estrangeiras que restauraram a igreja e fizeram uma cômoda habitação na qual vivem, hoje, religiosamente, sem votos e sem clausura, umas oblatas Ursulinas (vide). Sobre seu túmulo foi erigido um pequeno oratório que, no século IV foi demolido pelo Papa Damaso, que mandou erigir uma grande igreja. A antiga basílica da Via Cornelia está em ruínas e ainda não se é capaz de identificar com precisão os restos.  

De um Martirológio italiano de 1467, uma Vita das Santas Mártires que vale a pena ler, por ser inspiradora!


VIDA DAS SANTAS RUFINA E SEGUNDA, VIRGENS E MÁRTIRES


A vida das Santas Rufina e Segunda, Virgens e mártires, tirada de um livro antigo escrito a mão, com o qual estão de acordo muitos autores de Martirológios e a narra o Frei Lorenzo Surio.

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