Na esteira do artigo recém publicado: "Uma nota incompleta do Bispo de Pesqueira contra a Maçonaria", a perigosa exegese de dom Eugênio Sales sobre as relações entre a Igreja Católica e a Maçonaria. Ele chega ao cúmulo de chamar os maçons de "irmãos"! E o são por parte de quem se está cabalmente provado que as doutrinas se excluem, que não servimos ao mesmo Deus e à mesma Igreja?
Em seguida, uma lista de documentos da Igreja que CONDENAM a Maçonaria e que, diferentemente do que afirma Sales, não só não aconselham essa "dobradinha" católico e maçom, mas desaconselham prudentemente a "amável convivência". Cuidado católico!
E, como sempre digo, não seja refém do que lê e ouve... pesquise, estude, quem busca a Verdade a encontra!
Em seguida, uma lista de documentos da Igreja que CONDENAM a Maçonaria e que, diferentemente do que afirma Sales, não só não aconselham essa "dobradinha" católico e maçom, mas desaconselham prudentemente a "amável convivência". Cuidado católico!
E, como sempre digo, não seja refém do que lê e ouve... pesquise, estude, quem busca a Verdade a encontra!
A MAÇONARIA
Desde o Papa Clemente XII, com a Constituição Apostólica "In eminenti", de 28 de abril de 1738, até nossos dias, a Igreja tem proibido aos fiéis a adesão à Maçonaria ou associações maçônicas. Após o Concílio Vaticano II, houve quem levantasse a possibilidade de o católico, conservando a sua identidade, ingressar na Maçonaria. Igualmente, se questionou a qual entidade se aplicava o interdito, pois há várias correntes: se à anglo-saxônica ou à franco-maçonaria, a ateia e a deísta, anti-clerical ou de tendência católica [qual a dúvida? Está bem claro nos documentos da Igreja elencados de 1 a 7, após o texto].