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sábado, 2 de setembro de 2017

A vida começa com a concepção - sentença da Ciência

Bom, o STF pode entender tudo de lei - embora ultimamente parece que não é bem assim - mas não sabe nada sobre começo da vida, ciência, moral. E não lhe cabe pronunciar-se a respeito, não é seu papel constitucional. É um acinte à "democracia" e ao "Império das Leis" que este órgão jurisdicional se autoconceda autoridade para declarar algo que é anterior ao Estado e que, contudo, a LEI MAGNA já defende e protege. A vida começa com a concepção. Fato. Disso se sabia inclusive antes mesmo da modernidade com toda a sua tecnologia, que só atesta a veracidade desse fato. Ponto. 

A par disso, alguém se deu ao precioso trabalho - vejam a diferença entre fazer algo útil para a sociedade e perder tempo na internet - de coletar "36 citações de especialistas e manuais médicos que provam que a vida humana começa na concepção" - a minha preferida é a número 20. Eu poderia acrescentar outras tantas, mas estas bastam e sobram!  

Trata-se de 29 especialistas mundialmente reconhecidos pelo seu trabalho. Não são pizzaiolos palpitando sobre o aborto, mas pesquisadores, cientistas, médicos etc. AFIRMANDO a VERDADE. Como dizia Chesterton acerca da grama verde, hoje é preciso declarar o óbvio a todo instante porque uma estranha insanidade se espalhou pelo mundo, a desconstrução de tudo para reconstruir com base em conceitos mundanos, anti-cristãos e "humanos". E a questão do ABORTO faz parte desses planos porque é preciso, para eles, destruir a vida gratuitamente. É preciso "coisificar" o homem, em todos os seus estágios, para que se "liberte" de Deus de todas as formas possíveis e imagináveis. E inimagináveis. Nisso, o Judiciário tem ajudado sobremaneira com várias decisões inconstitucionais que gritam ao escândalo. E mais escandaloso ainda é que quem defendeu a verdade, ao ser vencido nessa Corte perversa, simplesmente se calou e não recorreu às Cortes internacionais. Claro que ainda falamos de cortes sujeitas aos ditames da Nova Ordem Mundial, mas não se deve desistir nunca. Desistir significa contribuir com essa hecatombe mundial de crianças às quais se negou o princípio basilar, primeiro: o direito à vida. Se querem discutir direitos humanos, não podem excluir nenhum deles.  

E se o STF não tem poder nem autoridade para dizer QUANDO começa a vida, muito menos os têm as sovacudas criaturas que defendem os direitos de todas as mulheres fora do ventre (das que concordam com elas, claro!) e condenam a uma morte cruel e dolorosa as que ainda não puderam nascer. Sim, meninas nascem meninas. Essa coleção de sentenças também desmascara a mentira que viceja na boca lúrida das feministas: "meu corpo, minhas regras", que lhe daria autoridade para decidir quem vive e quem morre em seu ventre. É mentira! Primeiro porque, como vemos, com a concepção começa uma NOVA vida, um NOVO ser humano. Portanto, são dois corpos distintos que coabitam temporariamente. Segundo porque, se o corpo fosse delas mesmo, elas poderiam modificá-lo ao seu talante, ficar mais alta, mais magra, mais bela, o que não podem fazer. Também poderiam, se donas o fossem, morrer e ressuscitar como e quando bem quisessem. Isto também elas não podem fazer. Nem sabem a quantidade de cabelos que possuem, em que pese o vício nojento de não eliminar muitos deles que são desagradavelmente visíveis e inoportunos. E não se depilam porque querem ser naturais, do jeito que nasceram... curioso! Elas querem ser como Deus as fez. São, de fato, insanas.   

A proliferação de entidades que defendem o aborto como direito de escolha, método contraceptivo ou punição pelos crimes do pai (estupro) ou qualquer outro motivo escuso e ilegítimo deve nos preocupar e nos fazer perguntar: quem financia isso? Ao texto. 


A VIDA COMEÇA COM A CONCEPÇÃO



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Legalização do aborto aumenta os abortos "por coerção"

O Dr. Elard Koch, pesquisador em ciências biomédicas da Universidade do Chile e atual diretor do Instituto MELISA, advertiu que a legalização do aborto aumenta o problema de que milhares de mulheres sejam "obrigadas a abortar legalmente contra sua vontade".

Em um artigo publicado no site ChileB, o Dr. Koch assinalou que "embora a relação pareça independente do status legal do aborto, é um fato que milhares de mulheres são obrigadas a abortar legalmente contra sua vontade, fenômeno conhecido como ‘aborto por coerção’...".

"A legalização do aborto aumenta o problema, principalmente devido a uma maior permissividade, facilidade de acesso e incremento essencial das taxas de incidência do aborto eletivo", explicou.

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