Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Protestantismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Protestantismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de julho de 2019

A ORIGEM JUDAICA DO PROTESTANTISMO

Artigo forte, que atrairá a ira de muitos. Mas interessante, porque são palavras de um judeu, e lógico, se pensarmos que os judeus que não se fizeram seguidores de Jesus talvez não tenham entendido o significado da própria “eleição” (povo eleito) como “servidão”, e permaneceram ligados ao ódio por Aquele que, segundo eles, havia causado a ruína do mundo deles. E se explica, também, a tendência judaizante da heresia Neocat(1) e a deriva carismática de parte da Igreja. O livro também mostra a ligação do Protestantismo com as ideologias socialistas, da qual não se exclui a participação dos próprios judeus. Boa leitura. E antes de gritar ao antissemitismo, preste atenção a quem é o autor do livro. Obrigada. 

Nota: Em (1), as notas de tradução; em [1], as notas originais. 



A ORIGEM JUDAICA DO PROTESTANTISMO





Judaísmo e “heresias cristãs” nos escritos do autor judeu Bernard Lazare


Dos primeiros séculos ao Protestantismo



Texto de Andrea Giacobazzi(2) 


Breve introdução

“Com o Protestantismo, o espírito judaico triunfou”

O que se segue não pode ser definido como um artigo — ou um ensaio — sobre as ligações entre as heresias “cristãs” e o Judaísmo. Trata-se, basicamente, de uma coleção de excertos de um único livro: “O Antissemitismo. História e causas[1] (1894), do sionista Bernard Lazare(3), expoente proeminente da cultura hebraica na virada dos séculos XIX e XX. Esta breve apresentação pode servir ao mesmo tempo como uma parcial recensão (no sentido etimológico de “examinar, valorar”) e como base de reflexão acerca da lúcida análise com a qual, um autor bem distante do Catolicismo Romano, parece convergir sobre determinadas interpretações histórico-teológicas. O tema parece ainda mais interessante se for lido, ao contrário do que faz Lazare, pelo ponto de vista da Igreja que – enquanto “Novus Israel”, “Verus Israel” — tem em sua Doutrina o verdadeiro cumprimento da Lei Mosaica. Na Tradição eclesiástica se encontra a continuação perfeita daquele reto caminho que — já antes da vinda de Cristo — fora desviado, no contexto hebraico, por várias “tradições humanas” e, por fim, pelo espírito das heterodoxias farisaicas, por causa das quais o Messias não foi reconhecido por todos os hebreus[2] (“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, que fechais o reino dos céus diante dos homens; porque assim vós não entrais nele, nem deixais entrar aqueles que querem entrar[3]) Facilmente se compreende como o Judaísmo de hoje tenha muito pouco a ver com os Santos Profetas do Antigo Testamento que tantas vezes chamaram de volta à Fé genuína o povo e suas autoridades. Mas voltemos às heresias “cristãs”: o que afirma, então, Lazare sobre esta “corrente hebraica” que parece perseguir e golpear, de seita em seita, o Novo Israel Católico?



Os excertos 


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

CONVITE PARA UM DIA PARTICULAR DE ORAÇÃO E JEJUM



Queridos fiéis das Missões Cristo Rei

Convido todos a fazer no dia 31 de outubro um dia particular de oração e penitência, na medida do possível, pelas seguintes razões:

1- Pela comemoração dos 500 anos da desastrosa revolução protestante e seus frutos diabólicos. 

2- Em reparação das celebrações apóstatas da ruptura do Cristianismo, promovido pelos apóstatas modernistas com Bergoglio à frente. 

3- Em reparação pelos sacrilégios e blasfêmias que esses atos implicam. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

DAS AGITAÇÕES DE CONSCIÊNCIA QUE DEVEM NECESSARIAMENTE EXPERIMENTAR AQUELES QUE DE CATÓLICOS SE FAZEM PROTESTANTES

P - Nunca podem gozar da paz do coração, aqueles que deixam a Igreja católica para passar ao protestantismo?

R - É impossível que os apóstatas e os traidores, que saem do seio da Igreja Católica, tenham sempre a paz no fundo do coração. Pois eles são os inimigos de Deus, eles estão em revolta aberta contra Ele e contra Sua graça, e eles perderam completamente a Fé. Não há paz para o ímpio, é Deus quem afirma. Ora, se há um ímpio no mundo, este é, sem que se possa afirmar o contrário, o herético, o apóstata, o traidor.


P - Segundo o que o senhor diz, estes infelizes deveriam viver em uma incessante agitação de consciência, eles deveriam ser perseguidos por remorsos amargos... 

R - Sem dúvida alguma. Quem sempre resistiu a Deus e teve tua paz?, diz a Escritura. Estes infortunados carregam o inferno em seu coração, eles são constantemente atormentados pelos remorsos e passam momentos em uma tristeza e em uma melancolia inexplicáveis. Eis o que os torna inquietos, tristes e agitados, o que os leva a buscar dissipações e companhias para adocicar suas penas. Mas todos os seus esforços permanecem inúteis.


P - Isso não é possível. Pois eu os vejo, ao contrário, sempre alegres, sempre nos divertimentos e prazeres.

R - Tudo isso é apenas simples aparência. Ao nos determos somente em suas palavras e em seus atos, seríamos tentados em crê-los felizes; mas, na realidade, suas palavras e seus atos enganam. Estas pessoas são semelhantes a devedores esmagados por dívidas, que se embriagam para não sentir seu estado; mas, uma vez a embriaguez dissipada, seus lamentos retornam como antes. É assim que estes miseráveis apóstatas fingem a alegria, evitam a solidão, saem de si mesmos e vão à procura dos divertimentos para suprimir o remorso cruel que os persegue. Mas, não obstante todos os esforços, o verme roedor está sempre lá para devorá-los. Não, eu repito, não confie na aparência, não há paz para o ímpio.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

O PROTESTANTISMO NÃO É O CRISTIANISMO


DIZEM os protestantes que são cristãos, que querem o Cristianismo puro. E eu lhes digo que o protestantismo não é cristianismo puro, nem cristianismo de espécie alguma; é pseudocristianismo, um cristianismo falso. Nem sequer tem os protestantes direito de se chamarem cristãos.

Há, não o nego, protestantes de boa fé, os quais, equivocados, serão cristãos, e crerão em Jesus Cristo e na sua doutrina, e não refletirão sobre as origens do Protestantismo. Não falo desta classe de protestantes, que, como se vê, são protestantes por equivocação, por engano e ignorância. Falo do Protestantismo em si, e afirmo sem receio que o Protestantismo não é Cristianismo, nem puro, como eles imaginam, nem impuro, nem de espécie alguma.

A IGREJA ROMANA ANTES DE 1521. – Reflita alguns instantes, meu caro amigo, e se é realmente amante da Verdade, preste atenção ao que lhe vou dizer. Antes de 1521, a Igreja Romana era Igreja verdadeira Cristã, e desta Verdade ninguém duvidava em todo o mundo. Ela apresentava sua sucessão clara e sem interrupção desde São Pedro, São Lino, Santo Anacleto, e assim toda a série dos Papas e sucessores de São Pedro até Leão X. Ninguém se lembrava de protestar, a ninguém ocorria sequer a ideia de duvidar. Todos aqueles que queriam ser cristãos sabiam perfeitamente que a Igreja Romana era a verdadeira Igreja, a Religião Cristã.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Tradição e Diferenças entre a Bíblia Católica e a Protestante

Tradição e Diferenças entre a Bíblia Católica e a Protestante 

Refutando os erros protestantes: os deuterocanônicos, a Tradição, condenação ao Livre Exame etc.  





Diferenças entre a Bíblia Católica e a protestante 


Os livros do Antigo Testamento são 45 (depende um pouco da divisão que se faça), reconhecidos autênticos pela Igreja Católica. Estes livros foram quase todos escritos em hebraico; e uns, em língua caldaica e em grego.


Convém fazer algumas distinções primeiras quanto aos nomes:


1)  Cânon, do grego Kanón = regra, medida e catálogo;

2) Canônico = livro catalogado - o que significa que também é inspirado por Deus;

3) Protocanônico = livro catalogado próton, isto é, em primeiro lugar ou sempre catalogado;

4) Deuterocanônico = livro catalogado, déuteron ou em segunda instância, posteriormente (após ter sido controvertido);

5) Apócrifo, do grego apókryphon = livro oculto, isto é, não lido nas assembleias públicas de culto, reservado à leitura particular. Em consequência, livro não canônico, não catalogado, embora tenha aparência de livro canônico (Evangelho segundo Tomé, Evangelho da Infância, Assunção de Moisés...). 


Examinemos como foi formado o atual cânon do Antigo testamento.


As passagens bíblicas começaram a ser escritas esporadicamente desde os tempos anteriores a Moisés. Todavia, Moisés foi o primeiro codificador das tradições orais e escritas de Israel, no século XIII A. C. A essas tradições (leis, narrativas, peças litúrgicas) foram sendo acrescidos, aos poucos, outros escritos no decorrer dos séculos, sem que os judeus se preocupassem com a catalogação dos mesmos.

clique na imagem abaixo

Leitores