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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Neo-beatificações conciliares escandalosas e funestas: Helder Câmara



A BEATIFICAÇÃO DO MAL?


Por Júlio Loredo[1].


A notícia repercutiu em todo o mundo e foi comentada geralmente de forma positiva: Dom Helder Câmara, o Arcebispo Vermelho, o arauto das ditaduras comunistas, o promotor da revolução no Brasil para impor uma ditadura popular, o partigiano da Teologia da Libertação marxista, o defensor do aborto e do divórcio, o inimigo da “Humanæ Vitæ”, corre em direção às honras dos altares, por ter seu processo de beatificação já ultrapassado a “fase romana”.

É uma daquelas “canonizações mediáticas” infelizmente cada vez mais comuns na vida da Igreja de hoje[2]: tende-se a dar mais importância à ditirâmbica propaganda feita em torno do personagem por seus fãs[3], do que à sua doutrina e aos fatos concretos de sua vida, muitas vezes descurados ou deformados, senão quando excluídos[4]. É como se, em um processo penal, faltasse o contraditório[5], e, ao ditar a sentença, o Juiz se baseasse mais nos comentários da imprensa do que nos atos do processo.

Para o italiano médio, a figura de Mons. Helder Pessoa Câmara (1909-1999), conhecido como Dom Helder[6], bispo auxiliar do Rio de Janeiro, e, depois, arcebispo metropolitano de Olinda-Recife, é pouco conhecida[7]. As poucas notícias que filtram provêm de forjas propagandísticas tão desequilibradas que eu não hesito em as definir como beirando o ridículo. Recordo-me, à época de seu desaparecimento, em agosto de 1999, a mídia italiana competindo para ver quem lhe conferia o título mais sonoro: “Profeta dos pobres”, “Santo das favelas”, “Voz do Terceiro Mundo” , “Santo Helder da América” e assim por diante[8].


Militante filo-nazista

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

DOIS COMUNICADOS BEM DISTINTOS

Dois comunicados diferentes a respeito da "beatificação" de Giovanni Battista Montini - Paulo VI - por Francisco, para fechar com "chaves de ouro" o escandaloso Sínodo da Destruição da Família, que tentou mudar a doutrina da Igreja para franquear o acesso ao Sacramento da Eucaristia aos adúlteros de variados tipos e aos sodomitas. Não foi a primeira vez que Paulo VI rondou os altares da igreja conciliar, na era de Bento XVI  tentou-se, mas os tempos ainda não estavam maduros. A respeito de Paulo VI, vale a pena ler o que escreveu o Padre Luigi Villa (PDF). Aqui, já publicamos uma carta de Dom Villa aos Cardeais, reunidos para discutir o processo de beatificação de Montini, alertando.

Vamos aos comunicados: primeiro da Casa Geral da Neo-FSSPX e, depois, da União Sacerdotal Marcel Lefebvre (a verdadeira FSSPX).

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

NEO-SANTOS DA NEO-IGREJA: A vez de Paulo VI.

BEATIFICAÇÃO DE PAULO VI?

 

- Carta aos Cardeais -

 

Eminência Reverendíssima:

Li na Imprensa que, em 11 de Dezembro[1], os Cardeais e os Bispos, ultrapassado o obstáculo dos teólogos, darão o seu “sim” à beatificação de Paulo VI, apesar de não ter tido, durante a sua vida, fama de santidade e de ter sido, para muitos, o primeiro responsável pelos problemas atuais da Igreja, isto para não dizer que o seu Pontificado foi, na realidade, catastrófico!

Então, seja-me concedido citar o que foi relatado, em letras garrafais, na revista “Avvenire” de 19 de Março de 1999, página 17, acerca de Mons. Montini: “Ruini[2] traça o perfil do Papa [Paulo VI] que mudou a Igreja”.

Certíssimo!... Já o havíamos demonstrado com a nossa “Trilogia Montiniana”[3], nunca tida nem como falsa nem pouco fiável pelos meus opositores, limitando-se a graçolas e insultos, sem nunca denunciarem em público o “como”, o “onde”, o “porquê” de os nossos argumentos e documentos serem contrários à verdade.

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