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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

O último não-me-toque de Francisco...

Em razão do mais recente comportamento destemperado de Francisco, sites e a mídia católica e não católica se dedicaram a escrever a respeito, recordando episódios escandalosos anteriores similares, assim como outros totalmente opostos, como no tratamento amigável dispensado a abortistas, terroristas, genocidas etc. Escolhi este texto porque resume bem tudo isso e porque tem um estilo peculiar que se assemelha ao de meus escritores italianos preferidos, e ao meu. 




“ET DABAT EI ALAPAS”[1]  – UM COMENTÁRIO SOBRE AS REAÇÕES DESTEMPERADAS DE BERGOGLIO 


Saindo da Basílica Vaticana, após o “Te Deum” do final de ano, a exuberância de uma fiel[2] suscitou uma reação bastante destemperada em seu augusto destinatário. E talvez o fato de ter se tratado de um motus primo primus – como é designado em termos Escolásticos[3] um gesto instintivo e não filtrado pela vontade – evidencia a sua gravidade, não no ato em si, mas naquele que o praticou. 

Nenhum de nós é tão tolo ao ponto de pretender que uma pessoa tenha um comportamento sempre comedido e composto[4]: eu mesmo percebo que sou frequentemente alvo da ira ou da impaciência que, olhando friamente, condenaria sem pestanejar. E quem precisa lidar com o trânsito caótico da Cidade Eterna – incluindo os báratros[5] que se abrem nas ruas ou pelas calçadas – sabe bem que certos epítetos irrefreáveis brotam quase espontaneamente nos lábios, mas que, como tais, podem ser deixados de lado sem precisar correr ao Confessionário. Imagino, inclusive, que o fiaccheraio[6] e o médico ortopedista adotem terminologias diferentes, mais ou menos coloridas; assim como o verdureiro de Campo de’Fiori e o Oficial da Cúria recorrem a um enlóquio diferente quando estão a comentar sobre os horrores que o inquilino de Santa Marta[7] cotidianamente nos reserva. Digamos que, nessas situações, a natureza da pessoa se revela, em parte por exasperação e em parte porque certas situações provocam reações que fogem ao nosso controle. E certamente a fadiga também pode contribuir para afrouxar certos freios. 

Não quero, portanto, me fingir escandalizado pelo ato em si, embora este seja obviamente inoportuno. O que me desconcerta não são os dois tapas solapados na fiel, nem a reação similar que testemunhamos anos atrás[8], quando o infeliz se viu merecedor inclusive de uma reprimenda verbal nada apropriada para um pontífice. Duvido que o “Pastor Angelicus[9] tivesse reagido dessa maneira, embora eu não saiba dizer se outros Papas de temperamento mais sanguíneo teriam se distinguido de Bergoglio. Certamente – e isso eu creio que possa ser percebido por todos, especialmente por quem conhece pessoalmente o tipo – espanta o motivo da ação, ou seja, a afronta pessoal. Digo isso com muita tranquilidade, e após ter me interrogado como eu mesmo teria reagido em seu lugar.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

FRANCISCO E A SUA IDEIA DE IGREJA

Em 28 de maio último, Francisco deu uma entrevista à jornalista Valentina Alazraki, da emissora mexicana Televisa. Abaixo, alguns trechos publicados pelo site italiano Radio Spada. Vamos lá.


FRANCISCO E A SUA IDEIA DE IGREJA


Ecce Homo
Quentin Massys 

PERGUNTA — Talvez haja um outro tema que atrai a atenção e que creio seria bom explicar. É o seu relacionar-se com as pessoas que vivem situações que costumavam ser chamadas de “irregulares”, digamos assim. Vou lhe dar um exemplo. Quando o senhor recebeu em Santa Marta um transexual espanhol com seu companheiro, é claro que aquelas pessoas saíram de Santa Marta dizendo que o senhor os abraçou, os abençoou, que lhes disse que Deus as ama. Em seguida, uma mulher argentina divorciada telefonou para o senhor[1] e depois relatou: “O Papa me disse que eu posso comungar”. É claro, os fiéis, em um caso e no outro, vão até os sacerdotes e dizem: “o Papa me disse que está tudo bem e que posso comungar”. E os sacerdotes põem as mãos na cabeça e dizem: “E agora, o que eu faço?”, porque a doutrina não mudou. Então, como o senhor lida com essa situação?


RESPOSTA — Às vezes as pessoas, por causa do entusiasmo de serem recebidas, dizem mais do que o Papa disse, não nos esqueçamos.


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Neofrats e os "católicos" comunistas chineses: uma e a mesma esperança!

Recebi por e-mail, traduzi e publico. Bem bolado. Bem claro, curto e grosso.  

Nota de tradução: obviamente, traduzi o original e pejorativo "lefebvriste" por "Neofrat" porque Mons. Lefebvre não fundou uma nova religião (quem fez isso foram os conciliares); o termo quer ser um escárnio, mas eu não assino esse recibo, pois ser excomungada da seita conciliar é uma honra para mim. E, depois, porque quem está com Roma modernista é Fellay e sua tchurma, não a FSSPX de Mons. Lefebvre, a qual, pode não ter ficado com os templos e as estruturas, mas ficou com a Verdade. A fumaça de Satanás se entrou na Igreja entrou em suas Ordens e Congregações, porque não é o servo maior que o seu Senhor, e, por isso, entrou também, na Neofrat de Fellay. 

A ESTAMPILLA DOS CHINESES


Bravos os Neofrats! 
A "plena comunhão" (sic) não deve demorar! 
Porque os bispos comunistas chineses o disseram...
Mons. (sic) Huang, como Mons. (sic) Fellay antes, anuncia: "Roma disse que nós somos católicos!

Hummm! A menos que seja Roma que não é mais católica...




Vamos lembrar? 

La Estampilla de Fellay: 

Hay que tener la estampilla! - http://farfalline.blogspot.com/2014/12/hay-que-tener-la-estampilla.html 26/12/2014. 
Mons. Fellay: pagando o preço pela "estampilla" - http://farfalline.blogspot.com/2015/09/fellay-pagando-o-preco-pela-estampilla.html 20/09/2015 
Fellay, la estampilla e a prelatura - http://farfalline.blogspot.com/2017/05/fellay-estampilla-prelatura.html 15/05/2017 

Aqui, mais artigos sobre o Acordo Prático II de Fellay, que nunca assinou...: TAG - ACORDO PRÁTICO II



Vamos ver o que é ser cristão na China, hoje? 




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