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sexta-feira, 8 de julho de 2016

ISABEL D'ARAGÃO A RAINHA SANTA

Santa Isabel, foi beatificada pelo Papa Leão X em 1516, vindo a ser canonizada pelo Papa Bento XIV, em 1742. É reverenciada a 8 de Julho.  


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ISABEL D'ARAGÃO A RAINHA SANTA


HISTORIA SUCINTA DA SUA VIDA, MORTE E EXCELSAS VIRTUDES
DEDICADA AOS FIEIS



Esta imagem não costa do livreto


PRÓLOGO

Muito se tem escrito acerca da vida da excelsa e virtuosíssima D. Isabel d'Aragão, Esposa d'el-rei D. Dinis; mas impunha-se, há muito, a publicação d’um folheto como este, que, sendo conciso na sua descrição, não deixasse de relatar os fatos que mais distinguiram Àquela que a cidade de Coimbra escolheu para sua Augusta Padroeira e Protetora.

O que o autor deste folheto teve em vista foi facultar aos fiéis, com grande economia de preço, um livrinho de leitura fácil e corrente, ao alcance de todos, onde a história sagrada da Rainha Santa possa deixar bem arraigada no espírito dos crentes a obra sublime, verdadeiramente maravilhosa, que lhe concedeu lugar na corte celestial.

As notas que colhemos foram extraídas, principalmente, do monumental trabalho de investigação histórica do Exº. Sr. Dr. Antônio Garcia Ribeiro de Vasconcelos, na sua tão apreciada obra “D. Isabel d' Aragão” (4). 



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terça-feira, 8 de julho de 2014

8 de Julho: Sta. Isabel, Rainha e Viúva

8 de Julho 

Santa Isabel

Rainha e Viúva


Isabel de Aragão nasceu no ano de Cristo de 1271 no palácio de Aljaferia, na cidade de Saragoça, onde reinava o seu avô paterno D. Jaime I. Era filha de D. Pedro, futuro D. Pedro III, e de D. Constança de Navarra. Como presságio da sua santa vida, seus pais, ao contrário do costume, fizeram batizá-la não pelo nome da sua mãe ou avó, mas pelo da tia da sua mãe, a Santa D.ª Isabel da Turíngia

Tão logo ela nasceu, começou a manifestar-se seu destino de pacificadora entre reis e reinos, pois a alegria do seu nascimento veio acabar com as discórdias na corte de Aragão, entre seu pai e seu avô, o qual a chamava “rosa da casa de Aragão”. 

Crescida, seu pai, admirado de sua índole, costumava afirmar que a sua Isabel, sozinha, excederia todas as filhas do reino de Aragão, e que a paz de sua casa e reino se devia unicamente aos méritos da sua filha, cuja vida celestial ele venerava, por sua indiferença às finezas carnais, sua abstinência de prazeres, seus muitos jejuns, sua instância na oração a Deus, e sua atividade em fazer obras de caridade. 

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