Hoje a Igreja lembra São Sisto I, Papa e Mártir, que, segundo S. Irineu, foi o sexto Papa depois de São Pedro.
Foi ele quem proibiu aos leigos tocarem o cálice e a patena (baixe o DOC em latim). Foi também quem teria introduzido na litugia o Triságio - Sanctus - que é o cântico que Isaías ouviu na visão que teve e São João escreveu no Apocalipse.
O beneditino Dom Guéranger de Solesmes afirmava:
"O que dizem os Anjos? 'Sanctus, Sanctus, Sanctus Dominus Deus Sabaoth'. Celebram a Santidade de Deus. Mas como a celebram? Na maneira mais perfeita: usam o superlativo, dizendo por três vezes seguidas que Deus é verdadeiramente santo (...) Por que aplicamos a Deus a tríplice afirmação da santidade? Por que a santidade é a principal das perfeições divinas: Deus é santo por essência" (P. Guéranger, "A Santa Missa").
O Triságio também é encontrado no Te Deum.
Durante o seu Pontificado, os Bispos consagrados na Santa Sé, ao retornar à sua diocese, devem se apresentar com uma epístola apostólica que confirme a sua plena comunhão com o Papa (cf. Liber Pontificalis).