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terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

LEFEBVRE: Novos Sacramentos. Uma nova Igreja. Uma nova Religião.

A Nova Igreja


Da obra Carta Aberta aos Católicos Perplexos: "O novo batismo, o novo casamento, a nova penitência, a nova extrema-unção". Ou seja, uma nova Igreja, uma nova Religião.




O católico, seja ele um praticante regular ou um que reencontra o caminho da igreja nos grandes momentos da vida, é levado a fazer-se perguntas no fundo tais como esta: o que é o batismo?

É um fenômeno novo: não há muito tempo, qualquer um sabia responder e ademais ninguém lhe perguntava. O primeiro efeito do batismo é a remissão do pecado original, isto se sabia, transmitido de pai para filho e de mãe para filha.

Mas eis que não se fala mais disto em parte alguma. A cerimônia simplificada que se realiza na igreja evoca o pecado num contexto tal que parece tratar-se daquele ou daqueles que cometerá o batizado na sua vida e não da falta original com a qual nós todos nascemos carregados. 

terça-feira, 19 de julho de 2022

A posição das Missões Cristo Rei sobre a Sé de Pedro

Caros fiéis das Missões Cristo Rei do Brasil,

Anexo algumas manifestações que provam o pensamento de Mons. Marcel Lefebvre sobre a postura teológica da SÉ VACANTE. 

Resta claro que Monsenhor Lefebvre nunca se negou, de plano, a aceitá-la, se bem que, em 1983, por problemas com sedevacantistas(*) dos EUA, tenha escrito que sustentava o contrário. Foi uma declaração por causa de problemas pontuais, para conter os excessos que se deram. 

Em favor da Sé vacante(**), estão estas palavras, resumidamente: 



MONS. LEFEBVRE SOBRE A SÉ VACANTE. 




1. “A Igreja que afirma tais erros é cismática e também herética. Essa Igreja Conciliar não é, portanto, Católica”. Cf. Reflections on Suspension a divinis. 29 de julho de 1976. 

2. “Qualquer que seja a extensão que o Papa, bispos, padres ou fiéis adiram a essa nova Igreja, eles se separam da Igreja Católica”. Idem. Reflections on Suspension a divinis. 

3. “Heresia, cisma, excomunhão ipso facto invalidam a eleição ...são tantas as razões que podem fazer que um Papa não tenha se tornado Papa, ou que não possa continuar sendo”. Cf. Le Figaro. 4 de agosto de 1976. 

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