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sábado, 14 de julho de 2018

14 de julho: 448º Aniversário da Bula Quo Primum Tempore, de São Pio V e o Missal Romano

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448º Aniversário da Bula Quo Primum Tempore, de São Pio V e o Missal Romano 


O “Missal Romano” é o livro onde estão contidas as preces e leituras, os cantos e rubricas da Santa Missa. O Sacrossanto Concílio de Trento, em 1562, começou a cuidar da editio typica[1] do livro, mas depois se remeteu à diligência dos Papas. E, em 14 de julho de 1570, com a Bula “Quo primum”, São Pio V deu à Igreja a edição oficial. Exceto por algumas mudanças introduzidas nele por Clemente VIII, Urbano VIII, Leão XIII, São Pio X/Bento XVPio XII e a adição de Missas dos novos santos, o Missal Romano, desde então, permaneceu idêntico. 
1. Clemente VIII: Em 1604, 34 anos após a publicação do Missal de São Pio V, Papa Clemente VIII publicou, com várias mudanças, uma nova editio typica do Missal Romano, com o título de Missale Romanum, ex decreto sacrosancti Concilii Tridentini restitutum, Pii Quinti Pontificis Maximi iussu editum, et Clementi VIII. auctoritate recognitum. Com base no título também a nova edição pode ser qualificada como Missal Romano Tridentino. O texto do cânon da Missa permaneceu o mesmo, mas as rubricas foram alteradas em diversos pontos. Em particular, apareceu uma nova indicação a respeito do momento sucessivo à consagração do cálice: as palavras Haec quotiescumque feceritis, in mei memoriam facietis, que na Missa de Pio V eram ditas pelo sacerdote enquanto mostrava ao povo o cálice consagrado, passaram a ser pronunciadas durante a genuflexão do sacerdote, antes da elevação do próprio cálice. Entre outras mudanças, se pode mencionar que a benção no final da Missa, que no  Missal de 1579 era dada pelo sacerdote com três sinais da cruz, passaria a ser dada com um único sinal da cruz, a menos que o sacerdote fosse um Bispo. 
2. Papa Urbano VIII: Trinta anos depois, em 2 de setembro de 1634, Urbano VIII promulgou uma nova revisão do Missal Romano. A nova editio é chamada Missale Romanum, ex decreto sacrosancti Concilii Tridentini restitutum, Pii V. iussu editum, et Clementis VIII. primum, nunc denuo Urbani Papae Octavi auctoritate recognitum. De registrar que não houve modificação no cânon da Missa. 
3. Papa Leão XIII publicou, em 1884, uma nova editio typica, com poucas mudanças, fora a inclusão das Missas dos Santos acrescentadas depois de 1634: Missale Romanum ex decreto ss. Concilii Tridentini restitutum S. Pii V. Pontificis Maximi jussu editum Clementis VIII., Urbani VIII. et Leonis XIII. auctoritate recognitum
4. São Pio X começou uma revisão que levou à publicação, em 25 de julho de 1920, por parte de seu sucessor, Papa Bento XV, do Missale Romanum ex decreto sacrosancti Concilii Tridentini restitutum S. Pii V Pontificis Maximi jussu editum aliorum Pontificum cura recognitum a Pio X reformatum et Ssmi D. N. Benedicti XV auctoritate vulgatum. As novidades introduzidas nas rubricas formaram um novo capítulo com o título Additiones et variationes in rubricis Missalis
5. Papa Pio XII reformou, em 1955, a liturgia da Semana Santa e da Vigília Pascoal; modificando não apenas o texto das preces, mas também a hora da celebração, estabeleceu que as funções da Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e da Vigília Pascal fossem celebradas na  parte da tarde ou ao entardecer. Na celebração da Vigília Pascoal, Pio XII também introduziu oficialmente, pela primeira vez, o uso das línguas vernáculas modernas na liturgia eucarística. Sem publicar uma nova editio typica do Missal Romano, ele deu permissão para substituir o texto anterior pelo novo. 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Missal de 1962 reformado.

Já havia distribuído esta tradução entre meus contatos, mas agora publico aqui.


NOVO MISSAL DE 1962

Pronto o Missal híbrido reformado para uso dos chamados "tradicionalistas" sujeitos a Roma Apóstata...


Mencionamos esta interessante notícia: parece que mudaram, com as chamadas 'inovações' tomadas do "Novus Orror Missae", o missal de 1962 de João XIII, o mesmo Pontífice havia dito na carta aos Bispos que: "De resto as duas formas do uso do Rito Romano podem se enriquecer uma a outra: no Missal antigo poderão e deverão ser inseridos novos santos e alguns dos novos prefácios. A Comissão "Ecclesia Dei" no entanto em contato com os diversos institutos dedicados ao "usus antiquior" estudará as possibilidades práticas", então, parece que chegamos ao ponto, e a chamada "comissão" teria terminado os trabalhos e mandou imprimir o Missal de "Giovannone" [Joãozão, referência jocosa a João XXIII] com modificações pró Novus Orror Missae. Assim, no geral, estamos de acordo com os Padri Traditio com sua analise, mas discordamos [não este blog, sobretudo após o Capítulo ter oficializado a posição "unânime"] da afirmação de "pseudo-tradicionista, Neo-Fraternidade São Pio X (NSSPX)", apenas no caso em que Fellay alcance [eu diria COMPLETE, porque, gostando ou não, o acordo existe e está em plena implementação] um acordo com os assassinos da Fé Católica faremos nossa esta afirmação porque a Fraternidade se encontraria inserida na nova igreja modernista, (junto com todos os que se dizem tradicionalistas mas na realidade não o são porque não rejeitam todas as inovações anticatólicas), parida no conciliábulo e, portanto, obedecendo as ordens desta gente que há 50 anos vem amplamente demonstrando que está enlameando o que resta da Igreja Católica Apostólica Romana de Nosso Senhor Jesus Cristo...


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O Missal "modernizado" de Bento-Ratzinger de 1962 está agora na gráfica, enquanto o "Missa de 1962" será abolido; daqui para frente quem utiliza o "Motu proprio" deverá utilizar o novo "Missal híbrido de 2012".




Artigo tomado da: I Padri TRADITIO (Fonte original)

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