Como falamos no outro post sobre Fioretti, há outras acepções para esta palavra que, em italiano, significa "pequenas flores". Da primeira, tratamos no outro post, do dia 19 de janeiro. Agora trataremos da segunda: histórias edificantes, não necessariamente reais.
Na literatura, os Fioretti são histórias transmitidas oralmente (tradição), sobre a vida e os milagres dos Santos, com o fim de edificar, elevar o espírito daqueles que venham a ler. O fato transmitido é uma “pequena flor”, e, quando estes fatos se multiplicam, formam uma espécie de coroa que orna a cabeça dos santos e se agrega à aureola que já possuem pela pratica do exercício das virtudes. São fatos sobre os quais nem sempre há uma documentação histórica, mas que o amor do povo para com os seus Santos transmite de geração em geração.
O conjunto mais famoso de Fioretti é o de São Francisco de Assis: “florezinhas recolhidas no vasto campo da história franciscana, em primeiro lugar, daquele que de tal movimento foi promotor”. No final, uma explanação sobre a Obra dos Fioretti de São Francisco. Em outro post, em 02 de fevereiro, falaremos sobre os mencionados (no post precedente) Fioretti de Papa Pio XII. Aguardem!
Hoje, trago um texto chamado "Um tenro episódio de I Fioretti di san Francesco", do doutor Marco Papasidero (*), para ilustrar o que é um Fioretto de São Francisco. Ao texto.
Os "Fioretti di San Francesco" (em português, apenas "I Fioretti") são uma obra literária italiana, composta entre 1370 e 1390 - portanto, não particularmente próxima à sua morte, ocorrida em 1226 – que contém exemplos e acontecimentos da vida do Poverello d’Assisi. É subdividida em 53 capítulos, e, além de episódios que tem por protagonista o Santo, trazem também alguns sobre Santa Clara ou outros frades próximos a ele.
A Obra, que não pode ser considerada propriamente histórica, mas a expressão da hagiografia fabulosa sobre o Santo, em particular por causa das imprecisões históricas e da relevante distância de sua vida, é contudo um agradável conjunto de acontecimentos edificantes ou interessantes, tanto que gozou de uma grande divulgação nos anos sucessivos à sua redação e ainda hoje tem uma certa difusão.
Na literatura, os Fioretti são histórias transmitidas oralmente (tradição), sobre a vida e os milagres dos Santos, com o fim de edificar, elevar o espírito daqueles que venham a ler. O fato transmitido é uma “pequena flor”, e, quando estes fatos se multiplicam, formam uma espécie de coroa que orna a cabeça dos santos e se agrega à aureola que já possuem pela pratica do exercício das virtudes. São fatos sobre os quais nem sempre há uma documentação histórica, mas que o amor do povo para com os seus Santos transmite de geração em geração.
O conjunto mais famoso de Fioretti é o de São Francisco de Assis: “florezinhas recolhidas no vasto campo da história franciscana, em primeiro lugar, daquele que de tal movimento foi promotor”. No final, uma explanação sobre a Obra dos Fioretti de São Francisco. Em outro post, em 02 de fevereiro, falaremos sobre os mencionados (no post precedente) Fioretti de Papa Pio XII. Aguardem!
Hoje, trago um texto chamado "Um tenro episódio de I Fioretti di san Francesco", do doutor Marco Papasidero (*), para ilustrar o que é um Fioretto de São Francisco. Ao texto.
Um menino frade perseguindo para si a santidade de São Francisco
Os "Fioretti di San Francesco" (em português, apenas "I Fioretti") são uma obra literária italiana, composta entre 1370 e 1390 - portanto, não particularmente próxima à sua morte, ocorrida em 1226 – que contém exemplos e acontecimentos da vida do Poverello d’Assisi. É subdividida em 53 capítulos, e, além de episódios que tem por protagonista o Santo, trazem também alguns sobre Santa Clara ou outros frades próximos a ele.
A Obra, que não pode ser considerada propriamente histórica, mas a expressão da hagiografia fabulosa sobre o Santo, em particular por causa das imprecisões históricas e da relevante distância de sua vida, é contudo um agradável conjunto de acontecimentos edificantes ou interessantes, tanto que gozou de uma grande divulgação nos anos sucessivos à sua redação e ainda hoje tem uma certa difusão.


