SERVANS FIDEI - TRADIÇÃO CATÓLICA: SOMOS FILHOS DE MONS. MARCEL LEFEBVRE - SOMOS A CONTRARREFORMA! A IGREJA "QUE VEMOS" É APÓSTATA, E SUA MISSA É BASTARDA.
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quinta-feira, 13 de junho de 2019
terça-feira, 11 de junho de 2019
Santa Alice de Schaerbeek
Santa Alice de Schaerbeek
(11 de Junho)
"É o paradoxo vivo de um corpo cada vez mais feio que contém a joia de uma alma cada vez mais sublime"
Por Giulia d'Amore.
A Santa que hoje comemoramos é talvez a mais comovente das três figuras femininas que trazem este nome[1]. A sua santidade foi, de fato, paga a preço de uma longa e terrível doença, uma das mais temidas e temíveis da Idade Média, que condenava todos os que eram atacados por ela a uma verdadeira morte civil, além da lenta morte física: a lepra.
Alice de Schaerbeek ou de La Cambre, também chamada Adelaide, Aleide, Aleida ou Alida, foi uma religiosa e mística flamenga, monja cisterciense na Abadia de La Cambre (Bélgica). Nasceu em Schaerbeek, perto de Bruxelas, em 1225, e demonstrou desde pequena que era dotada de inteligência e espírito precoces.
Aos sete anos de idade, Alice é acolhida na Abadia Cisterciense de Notre-Dame de la Cambre (Coenobium Beatae Mariae de Camera), perto de Ixelles, para que recebesse uma boa educação e onde encantou as religiosas por sua memória excepcional e por sua ardente piedade e amor por Deus. Com o passar dos anos, vestido o hábito monacal, cresceram suas virtudes, e Alice recebeu o dom de uma visão divina na qual, em sinal das acérrimas dores que viria a padecer, lhe foi dada por Deus uma cruz de ouro.
Por volta dos vinte anos de idade, contraiu a fatídica lepra. Como era comum à época, e vivendo já enclausurada num mosteiro, Alice foi colocada em um rigoroso isolamento em uma pequena cela nos jardins do mosteiro. Esse afastamento humano a aproximou mais ainda de Deus.
domingo, 9 de junho de 2019
Beata Ana Maria Taigi
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Beata Ana Maria Taigi
(9 de junho)
Mãe de família, Patrona da Terceira Ordem Trinitária
Anna Maria Antonia Gesualda nasceu em Siena (Itália), no dia 29 de maio de 1769. Com seis anos de idade, seguiu os seus pais que se mudaram para Roma por dificuldades econômicas. Na nova residência, frequentou a escola das Pias Irmãs Filipinas durante dois anos. Ao deixar a escola, começou a trabalhar em diversos ofícios para ajudar aos seus pais.
Ainda muito jovem se casou com Domingos Taigi, bom cristão, mas de caráter violento. Durante os quarenta e nove anos que durou sua convivência matrimonial com Domingos, a Bem-aventurada teve ocasião de exercitar as virtudes da caridade, da paciência e da piedade para com seu marido e seus filhos. Seguiu sempre os princípios cristãos. Em seu lar, Deus estava sempre em primeiro lugar. Apesar de possuir poucos recursos econômicos, não deixava de praticar, quando podia, as obras de misericórdia. Teve sete filhos, sendo que três morreram ainda pequenos; dois filhos e duas filhas chegaram à idade madura, e foram por ela educados na Fé cristã.
Pessoalmente, levava uma vida de altíssima espiritualidade. Suas devoções preferidas eram à Santíssima Trindade, a Jesus Sacramentado e à Virgem Maria. Ingressou na Terceira Ordem Trinitária, na igreja de São Carlos às Quatro Fontes, em Roma, no dia 26 de dezembro de 1808.
Deus a favoreceu com muitos dons sobrenaturais. O mais conhecido deles é o do globo luminoso onde ela via os acontecimentos presentes e futuros. Muita gente, de todas as classes sociais, a procurava em busca de conselho. Por sua casa passaram bispos, cardeais, e até os diversos Santos Padres que reinaram à sua época solicitavam seu conselho e oração.
Rendeu a alma a Deus no dia 09 de junho de 1837. Foi beatificada no dia 30 de maio de 1920 por SS Bento XV. Suas veneráveis relíquias estão expostas, para veneração dos fiéis, na Basílica trinitária de São Crisógono, em Roma.
Vídeo do corpo incorrupto:
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Mais católico que o papa...
Mais católico que o papa...
Este é Michael Matt, muito conhecido nos ambientes tradicionalistas sérios e, apesar de alguns erros (informações que chegaram a ele erradas, suponho, sobre certos personagens secundários que menciona, como, por exemplo, sobre o sucessor do Venerável Monsenhor Antônio de Castro Mayer que, apesar de integrado à Roma Apóstata, continuaria tradicionalistas e rezando apenas a missa-em-latim-de-rito-extraordinário. Não é verdade), diz uma grande verdade: a nova Direita, os novos líderes cristãos que surgiram não são santos, mas é o que há prá janta e estão fazendo um bem ao mundo. A fé não morreu na Europa, como se supunha. E está ressurgindo por toda parte, aos poucos, mas estrondosamente.
Resumidamente: Trump recebeu um padre marronita exorcista e quis ficar com a imagem da Virgem Maria que este levara para fazer o exorcismo. Era a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Salvini "consagrou" a Itália ao Imaculado Coração de Maria (Fátima, de novo) e a Europa aos seus Padroeiros Católicos. Bolsonaro "consagrou" o Brasil ao Imaculado Coração de Maria (Fátima). Nas Filipinas do maníaco Duterte, o Congresso definiu como dia de feriado nacional o dia do nascimento da Virgem Maria (8 de setembro). A Hungria, a Polônia, a Áustria são governados por homens que foram batizados na Fé Católica... Ok, Trump não é católico, mas Melania é. Pode não ser santa, mas ela está por trás de muitas ações do marido.
Para quem torce o nariz para esses "católicos" pecadores (ain, Bolsonaro está no terceiro casamento... é maçom, é protestante, é filo-sionista), Matt lembra que o Imperador Constantino, que salvou a Europa e a Fé Católica, era um pecador, e que a figura que salvou o povo judeu do cativeiro na Babilônia foi um rei pagão, a mando de Deus. Então... Deus escolheu esses líderes, que não são Garcia Moreno, mas estão retomando o que é nosso.
Bom, Matt talvez não tenha descoberto o Bannon ainda. Mas, se o diabo tem pressa, Deus não tem. Por isso é importante rezarmos por nossos líderes e pela Europa. Lá está o começo da retomada da civilização ocidental.
O vídeo tem 24 minutos (não sejam preguiçosos) e tem legendas em espanhol, sendo perfeitamente entendível. Ao trabalho.
DO RESPEITO HUMANO
DO RESPEITO HUMANO
Que é o respeito humano? É a vergonha daquele que não se atreve a manifestar os seus sentimentos religiosos e piedosos porque, com isso, é escarnecido, insultado, perseguido.
I — Natureza do respeito humano
O respeito humano é o respeito pelas coisas humanas colocado acima do respeito pelas coisas de Deus; é a estima pelo homem preferida à estima por Deus. O respeito divino coloca-nos na presença de Deus, a Quem devemos conhecer, amar e servir porque é nosso Criador, Senhor, Juiz e Remunerador. O respeito humano é a negação de tudo isto. Transfere sacrilegamente para o homem os direitos e a honra que são reservados a Deus. O homem é considerado como senhor e juiz, e, por isso, toda a vida exterior é para lhe agradar.
II — Aspectos diversos do respeito humano
O respeito humano reveste tantas formas quantos são os nossos deveres.
1º Omissão do bem. — O respeito humano impede a prática sincera e fiel da nossa fé, fecha-nos a boca quando é preciso falar e paralisa os nossos esforços quando é preciso agir.
Sabemos que a santa Missa é uma fonte de graças desde que assistamos a ela com edificação; todavia, na assistência à missa não estamos com a devida atenção e fervor porque não queremos dar nas vistas com a nossa devoção.
Encontramos na Comunhão uma grande força contra os inimigos da nossa salvação, um ódio ao pecado, um zelo ardente para o bem, uma garante de perseverança; todavia, não nos aproximamos muitas vezes deste banquete divino porque tememos que nos censurem.
Queremos fazer progressos na piedade e na virtude; mas para isso é preciso frequentar a confissão a fim de alcançarmos o perdão das nossas faltas, recebermos conselhos úteis e uma direção salutar; todavia, não nos confessamos com frequência porque tememos que escarneçam de nós.
2º Corrupção do bem. — O respeito humano infecciona tudo, mesmo o bem. Para que as nossas ações boas sejam meritórias devem ser feitas com intenção de agradar a Deus. Ora, o respeito humano inclina-nos e decide-nos a praticar o bem para agradar às criaturas. Portanto, o respeito humano tira o caráter sobrenatural às nossas ações. Dá preferência do homem a Deus.
3º Prática do mal. — O homem levado pelo respeito humano chega mesmo a praticar o mal para agradar os maus. Um companheiro aproxima-se de nós, convida-nos para os bailes, para reuniões profanas, para lugares perigosos e deixamo-nos arrastar pelo maldito companheiro até à boca do Inferno e não temos coragem de lhe dizer secamente: não quero, vai tu sozinho!
4º Jactância do mal. — O respeito humano faz mesmo com que o homem se glorie com o mal que fez e até mesmo se glorie com faltas que não cometeu.
5º O respeito humano é um mal universal. — Um outro caráter do respeito humano é a sua universalidade. Por exemplo, o mentiroso, o voluptuoso, o colérico, eles têm estas paixões próprias: inimigos da verdade, da castidade, da mansidão; e no campo do respeito humano são inacessíveis a qualquer virtude. O respeito humano não apresenta o aspecto de um defeito particular, torna-se o foco de todos os vícios. Escravo do respeito humano, o homem é capaz de transgredir todos os Mandamentos de Deus e da Igreja, faltar a todos os deveres e praticar todo o mal.
III — Motivos do respeito humano
1º O mundo tem horror à verdade e ao bem — O mundo tem horror à verdade e ao bem e aos que representem estas coisas. O ideal do mundo é o mal. Ora o mal é a negação do bem.
Moisés, que suportou tantas fadigas no governo de seiscentos mil homens, a ouvir as suas queixas e a apaziguar as suas discórdias, quando esperava do seu povo louvores e agradecimentos, ouve da boca de um pastor estas amargas palavras: “és néscio e doido em tomares sobre ti tantos negócios!”.
Vasti[1], esposa de Assuero, ao invés de ser louvada pela compostura e modéstia, porque recusou fazer alarde da sua formosura perante a multidão dos convidados, a tiveram unicamente por cabeçuda e teimosa.
Como queremos que os maus nos não tenham aversão se as nossas ações são uma repreensão contínua ao seu mau viver? Com a nossa piedade confundimos a sua falta de religião; com a nossa honestidade, a sua dissolução; com a nossa caridade, a sua avareza. Miram-se em nós como em espelhos e veem esses infelizes todas as suas fealdades. Que admira, pois, que nos desprezem, que nos escarneçam e maltratem, semelhantes ao camelo que, em vendo água clara e nela a sua enorme fealdade, revolve-a com os pés até turvá-la completamente?! “Os ímpios abominam os que andam pelo caminho reto” (Prov. 29,27). Assim como somos naturalmente levados a desculpar nos outros aquelas faltas que reconhecemos em nós mesmos, assim também, infelizmente, nos sentimos inclinados a desaprovar, ou, pelo menos, a desprezar nos outros as virtudes que não temos força de praticar. Eis aqui a verdadeira razão pela qual os maus murmuram das pessoas virtuosas.
2º O mundo quer perder as almas — O mundo sorri sarcasticamente e escarnece dos que têm religião e piedade porque ele quer prender e matar como outrora. Ele diz e faz como os irmãos de José: “Que quer este sonhador?”. E concluíram: “Lancemo-lo numa cisterna”. O cristão não deve temer o opróbrio dos homens. “Nolite timere opprobrium hominum” (Is 51,7). Um cristão deve manifestar que há nas suas convicções uma força maior do que todas as paixões dos adversários.
IV — Gravidade do respeito humano
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