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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Sugestões de penitências para este mês de novembro - pelas Almas do Purgatório


SUGESTÕES PARA O APOSTOLADO DA ORAÇÃO. ABERTAS A TODOS OS CATÓLICOS QUE QUEIRAM FAZER PENITÊNCIAS PELAS BENDITAS ALMAS DO PURGATÓRIO



Compartilho as sugestões de penitências para este mês de novembro - pelas Almas do Purgatório - indicadas pelo Padre Cardozo:

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

São Carlos Borromeu


São Carlos Borromeu

ONOMÁSTICO DE MEU PAI

Mediolani natalis sancti Caroli Borromaei Cardinalis, Episcopi Mediolanensis et Confessoris, quem, sanctitate conspicuum et miraculis clarum, Paulus Papa Quintus in sanctorum numerum retulit. Ipsius tamen festivitas sequenti die celebratur.  (Martyrologio Romano, 1856, Novembro, pag. 4.)

   
São Carlos Borromeu adorando a Cristo
Giovanni Battista Crespi
São Carlos Borromeu,

Peça-mestra da Contra-Reforma católica, grande propugnador do Concílio de Trento, realizou profunda reforma na arquidiocese de Milão. Foi um exemplo de verdadeiro Pastor, por seu zelo pelas almas e santidade de vida.

Carlos Borromeu nasceu no castelo de Arona, nas margens do Lago Maior, Ducado de Milão, a 2 de outubro de 1538, filho dos condes Gilberto e Margarida de Médici. A mãe era irmã do Cardeal João Ângelo, que seria elevado ao sólio pontifício com o nome de Pio IV. Dizia-se do conde que levava mais a vida de monge que a de grande senhor, rezando diariamente o breviário e dedicando muitas horas à oração e às boas obras. A condessa emulava com ele em piedade.

Todos os biógrafos do futuro santo mencionam uma claridade extraordinária que envolveu o castelo de Arona quando nascia o menino, tomada como sinal a denotar a luz de santidade que o recém-nascido projetaria em toda a Cristandade.

Com pais tão virtuosos, era natural que também se desse logo cedo à piedade, sendo suas distrações montar altares e repetir cerimônias que via na igreja. Desabrochou logo cedo em Carlos a vocação sacerdotal, de modo que já aos oito anos recebeu a primeira tonsura; aos 12, seu tio, Júlio César Borromeu, resignou em seu nome a Abadia de São Graciano e São Felino. Apesar da pouca idade, Carlos estava ciente de que as rendas da abadia eram patrimônio dos pobres. Pediu ao pai que as considerasse assim, e que fossem empregadas exclusivamente para esse fim.

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