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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Os Católicos e a Faixa de Gaza

Sobre o pequeno mártir e os escudos palestinos.


Eu venho dizendo isso a quem queira ouvir, porque parece que as pessoas perderam o bom senso, ao defender este ou aquele lado na guerra - porque é uma guerra - na Faixa de Gaza: o católico não deve tomar partido, porque:  

1) ambos os lados são inimigos da Igreja;  

2) seja qual for o resultado, não seremos beneficiados: 

Se os Judeus ganharem, continuamos a ser os "seguidores de um rebelde que se insurgiu contra o poder estabelecido e cujo sangue eles tomaram sobre si e sobre seus descendentes". Acaso, uma vitória de Israel significará sua conversão? 

E, se os muçulmanos - porque os palestinos são em sua graaaande maioria muçulmanos! - ganharem, será um passo a mais rumo a islamização do mundo todo. E o que você, caro leitor compadecido pelas fotos de criancinhas, acha que acontecerá conosco, os cristãos? Seguiremos todos a sorte dos mártires de Mossul ou da Nigéria! Ou alguém aqui acredita em Papai Noel?  

Por este ângulo, é mais negócio ficar contra os palestinos... Né? 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O DIREITO HUMANO AO PECADO

Artigo escrito com base nos acontecimentos recentes da Ilha de Malta (95% se declaram católicos), onde recentemente foi levado a efeito um referendum sobre a legalização do divórcio, precursor de uma série de crimes contra a Humanidade. O povo, apesar da maciça pressão até do governo, votou favoravemente ao divórcio. A votação tem apenas um carácter consultivo, e para que o divórcio seja legalizado é necessária a elaboração de uma lei específica. 
Segundo um rápido levantamento na rede, a partir da aprovação da lei em Malta, as Filipinas - e o Vaticano - serão o único País no mundo onde o divórcio continuará proibido. Eles precisam de nossas orações por mais essa luta, além do combate à lei do aborto.
Vale a pena ler o artigo, que faz considerações interessantes sobre o tema e suas repercussões na vida cristã.
GdA



“Se você é católico você é livre de não se divorciar, mas não pode impedir quem não é católico de fazê-lo.”

Estão certos. Isso é bom-senso E o bom senso não faz parte do Cristianismo. No qual só há espaço para a loucura.

É preciso escolher: ou o bom senso ou a loucura.


*  *  *

A loucura da Cruz. O bom senso do mundo.

“No fim, o pecado tornou-se o direito humano por excelência. O pecado. 
Ou seja, o bom senso. Nem mesmo sob Nero, a Cruz de Cristo foi tão 
subversiva quanto hoje. Nunca tão louca quanto hoje. Insensata e indefesa diante da esmagadora supremacia do bom senso. Mistério tremendo de um Deus fraco.”


Por Antonio Margheriti Mastino



QUEREM VOLTAR AO EVANGELHO E ACABAM SOCIÓLOGOS

Basta olhar o que aconteceu em Malta em relação ao divórcio: ilhota de hipócritas: isso me ficou claro desde o primeiro momento em que eu molhei o pé em suas águas cheias de águas-vivas. Os próprios católicos nominais, durante o referendo divorcista, fizeram uma bandeira do lema típico dos sepulcros caiados por excelência (em uma palavra: os democratas-cristãos de ontem, hoje e sempre): “Ok, eu sou contra o divórcio, nunca me divorciaria, mas se alguém quer fazê-lo porque não deve? Se a pessoa não é católica porque não pode fazê-lo?”. Para você que fala assim: ti stimo moltissimo![1]

Li possino[2], esculpiram uma frase apodítica, difícil de contradizer, saturada até a morte de bom senso. O famigerado bom senso dos democratas-cristãos. Mas, honestamente, como se pode culpá-los?

E, então, você se faz um monte de perguntas. A primeira é esta: mas quem permaneceu verdadeiramente católico? Melhor: quem ainda sabe o que significa exatamente ser católico?

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