Por que não a “Bíblia Sagrada” do “Padre” Antônio Pereira de Figueiredo?
Por Giulia d’AmoreComo sabem, a Editora Missões Cristo Rei lançou há pouco o Novo Testamento do Padre Matos Soares, a ÚNICA Bíblia autorizada pela Igreja Católica para o Brasil.
Porque, então, vou falar acerca da Bíblia traduzida por Antônio Pereira de Figueiredo? Porque soube que a pretendem reeditar, e, diante do perigo que essa obra reeditada inúmeras vezes e por mãos nem tão católicas assim, e sabendo, outrossim, que ela não conta mais com o imprimatur de Santa Romana Igreja, me senti na obrigação de alertar as almas católicas, diante da confusão que reina na Cristandade, graças, entre outros, a Paulo VI, que encerrou a publicação do “Index Librorum Prohibitorum” em 1966, em plena “primavera conciliar”, deixando as almas ao léu, auto-responsáveis para determinar o que podem ou o que não podem ler. Vamos lá.
1. Quem é Antônio Pereira de Figueiredo?
Antônio Pereira de Figueiredo (1725-1797) foi um religioso da Congregação do Oratório, humanista, latinista, historiador, canonista e teólogo. Seu trabalho mais conhecido foi a tradução da Bíblia Sagrada da “Vulgata” latina para a Língua Portuguesa. Aluno do Colégio Ducal de Vila Viçosa, onde estudou Latim, Latinidade e Música, foi, posteriormente, para o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e, depois, a Casa do Espírito Santo da Congregação do Oratório, onde se matriculou nos cursos de Filosofia e Teologia. Nesta Congregação, foi professor de Latim, Retórica e Teologia.
