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sábado, 24 de novembro de 2012

O Poder de uma Mãe

Estando a rezar em um mosteiro carmelita, ajoelhado, um amigo religioso da Ordem Carmelita se aproximou e sentou-se ao meu lado. Como me pareceu que ele queria dizer alguma coisa, acabei minhas orações e sentei-me. Ele me disse: “Acabo de sair da clausura com um tesouro”.

Sorri para ele e lhe respondi: “Há muitos tesouros na clausura”.

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Ele, que já me conhecia, sorriu também e assim começamos uma conversa caminhando em direção ao jardim externo. Conversávamos sobre a mediação de Nossa Senhora junto ao Pai Eterno. Foi então que me lembrei desta história abaixo, que li no livro “Ave Maria – a oração da Mãe do Senhor” – do Pe. Luís Mehler:

Quando o general romano Coriolano foi injustamente condenado à morte pelos seus concidadãos, fugiu às ocultas e se bandeou para o lado dos inimigos de Roma.

Não tardou muito, ele apareceu diante das muralhas da cidade, à frente de numerosos batalhões, e anunciou que ia vingar-se da pátria ingrata.

Os romanos, consternados, enviaram-lhe diversos mensageiros com grandes quantias de dinheiro para apaziguar o temível general e implorar seu perdão. Mas foi tudo inútil.

Afinal sua própria mãe, já idosa, foi encontrá-lo, e o exortou a esquecer o ultraje que havia recebido e a renunciar aos desejos de vingança.

Mal tinha ela acabado de falar, e já Coriolano lhe tinha concedido tudo quanto havia pedido: no mesmo dia foi levantado o cerco de Roma, e a cidade se salvou.

Se um general pagão e de instintos selvagens nada pode recusar a sua mãe, como poderá o Filho de Deus, tão amável e tão bom, rejeitar a Mãe que ternamente ama, e recusar o que Ela Lhe pede?

Fonte: http://almascastelos.blogspot.com.br/2010/09/o-poder-de-uma-mae.html

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sobre a mediação de Maria Santíssima

A Mediação de Nossa Senhora nos Evangelhos



“É fácil compreender as razões dessa Mediação de Nossa Senhora. A Encarnação dependeu do seu consentimento. Por conseguinte, todas as graças que dela decorrem. Sem o “fiat’ por Ela pronunciado, não teríamos tido nem Cristo, nem suas graças. Portanto, já que Ela aceitou dar Jesus Cristo ao mundo, parece conveniente que Ela guarde um direito sobre os benefícios que Ela tornou possíveis, e que Ela distrbua os tesouros de seu Filho. A Sabedoria Divina não exigia que Ela ficasse associada de uma maneira ativa a toda a continuação da grande obra que a mesma Sabedoria tinha começado, e que durasse para sempre a colaboração íntima das 3 vontades que lhe fora conveniente oferecer quando da Encarnação e da Crucifixão, a colaboração do Pai que confere a graça, do Filho que a merece e a obtêm, e a de Nossa Senhora, que a recebe e a distribui assim como Ela recebeu e nos deu Jesus Cristo?”

(D. Marmottin, Maria Mediadora, discurso no dia 25 de maio de 1928, em Notre-Dame de l’Épine).

* tema das conferências do dia de recolhimento no Mosteiro de Nossa Senhora da Fé (7 de setembro). Fonte: FAMILIA BEATAE MARIAE VIRGINIS


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