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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Mensagem com doutrina herética de Bergoglio aos muçulmanos

Publicamos meramente para conhecimento a carta de saudação do Bispo de Roma aos muçulmanos, na qual ele não se limita às costumeiras bergoglices, mas avança no campo doutrinal. Este texto, em tempos de Index, certamente estaria nele. Para compreender do que se trata - se você não tem conhecimentos básicos de Catecismo e de Doutrina Católica - leia a carta aberta do padre francês Dom Pagès. É preciso ter estômago e fortaleza de espírito para ler essa mensagem. 

Adendo: Subsídios de (sã) leitura para o Bispo de Roma, acerca do Islã e os "estimáveis" muçulmanos. Irei atualizando conforme aparecerem indicações:
  1. http://espelhodejustica.blogspot.com.br/2012/08/maome-segundo-sao-joao-bosco.html
  2. http://tradicaocatolicateixeiradefreitas.blogspot.com/2013/10/sao-francisco-de-assis-e-o-fundamento.html
  3. http://espelhodejustica.blogspot.com.br/2013/04/santo-tomas-de-aquino-e-sao-joao.html




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S. Francisco faz a prova do fogo diante do sultãoby Fra Angélico
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
AOS MUÇULMANOS POR OCASIÃO
DA CONCLUSÃO DO RAMADÃO ('ID AL-FITR)


Aos muçulmanos no mundo inteiro

É para mim um grande prazer transmitir-vos a minha saudação por ocasião da celebração de ‘Id al-Fitr, que encerra o mês de Ramadão, dedicado principalmente ao jejum, à oração e à esmola.

Já é uma tradição que, nesta circunstância, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso vos transmita uma mensagem de bons votos, acompanhada por um tema oferecido à reflexão comum. Este ano, o primeiro do meu Pontificado, decidi assinar pessoalmente esta mensagem tradicional e enviá-la, estimados amigos, como expressão de estima e de amizade por todos os muçulmanos, de forma especial por quantos são chefes religiosos.

Como todos vós sabeis, quando os Cardeais me elegeram Bispo de Roma e Pastor universal da Igreja católica, escolhi o nome de «Francisco», um santo muito famoso, que amou profundamente a Deus e cada ser humano, a ponto de ser chamado «irmão universal». Ele amou, ajudou e serviu os necessitados, os enfermos e os pobres; e também cuidou intensamente da criação.

Estou consciente de que, neste período, as dimensões familiares e sociais são particularmente importantes para os muçulmanos e vale a pena observar que em cada uma destas áreas existem determinados paralelos com a fé e com a prática cristã.

Este ano, o tema sobre o qual gostaria de meditar convosco e com todos aqueles que lerem esta mensagem, e que diz respeito tanto aos muçulmanos como aos cristãos, é a promoção do respeito recíproco através da educação.

O tema deste ano tenciona ressaltar a importância da educação no modo como nos compreendemos uns aos outros, com base no respeito mútuo. «Respeito» significa uma atitude de amabilidade em relação às pessoas pelas quais nutrimos consideração e estima. «Mútuo» significa que não se trata de um processo unilateral, mas de algo compartilhado por ambas as partes.

O que somos chamados a respeitar em cada pessoa é antes de tudo a sua vida, a sua integridade física, a sua dignidade e os direitos que dela derivam, a sua reputação, a sua propriedade, a sua identidade étnica e cultural, as suas ideias e as suas opções políticas. Por isso, somos chamados a pensar, a falar e a escrever do outro de modo respeitoso, não somente na sua presença, mas sempre e em toda a parte, evitando críticas injustas ou difamações. Para alcançar esta finalidade, as famílias, as escolas, o ensinamento religioso e todos os meios de comunicação social têm um papel a desempenhar.

Quanto ao respeito mútuo nas relações inter-religiosas, especialmente entre cristãos e muçulmanos, somos chamados a respeitar a religião do próximo, os seus ensinamentos, símbolos e valores. Um respeito especial é devido aos chefes religiosos e aos lugares de culto. Quanto sofrimento causam os ataques!

Obviamente, ao manifestar respeito pela religião do próximo ou ao transmitir-lhe os bons votos por ocasião de uma celebração religiosa, simplesmente procuramos compartilhar a sua alegria, sem fazer referência ao conteúdo das suas convicções religiosas.

No que diz respeito à educação da juventude muçulmana e cristã, temos o dever de formar os nossos jovens a pensar e falar de modo respeitoso sobre as demais religiões e os seus seguidores, evitando ridicularizar ou denegrir as suas convicções e práticas.

Todos nós sabemos que o respeito recíproco é fundamental em cada relacionamento humano, especialmente entre pessoas que professam um credo religioso. É deste modo que pode crescer uma amizade sincera e duradoura.

Quando recebi o Corpo Diplomático acreditado junto da Santa Sé, no dia 22 de Março de 2013, eu disse: «Não se podem viver verdadeiras ligações com Deus, ignorando os outros. Por isso, é importante intensificar o diálogo entre as diversas religiões; penso, antes de tudo, no diálogo com o islão. Muito apreciei a presença, durante a Missa de início do meu ministério, de tantas autoridades civis e religiosas do mundo islâmico». Com estas palavras, desejei reiterar mais uma vez a grande importância do diálogo e da cooperação entre os fiéis, de modo particular entre cristãos e muçulmanos, e a necessidade de a fortalecer.

Com estes sentimentos, renovo a minha esperança a fim de que todos os cristãos e muçulmanos possam ser autênticos promotores do respeito mútuo e da amizade, de maneira particular através da educação.

Finalmente, transmito-vos os meus melhores votos e orações, a fim de que as vossas vidas possam glorificar o Altíssimo e trazer alegria àqueles que vos circundam.

Boa festa a todos vós!

Vaticano, 10 de Julho de 2013.

FRANCISCO
 

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3 comentários:

  1. CRISTIANISMO: amor ao Deus conhecido, aos irmãos e aos de fora.
    ISLAMISMO: ódio entre si, como xiitas x sunitas com milhões de mortos, aos de fora e adoração a um deus pagão desconhecido e inacessível, criado por Maomé.
    A repulsa dos muçulmanos com o Ocidente advém da religião fundada por Maomé que, além de adorarem um desconhecido, inacessível e discriminador deus oriundo de crenças de seus ancestrais pagãos, é uma religião que sobrevive entre si por meio de muitas seitas oponentes, guerreando sempre entre grupos rivais com muitos milhões de mortos desde sua fundação..
    O Deus da Bíblia e Alah não são jamais o mesmo Deus, pois Alah veio de adoração pagã na Arábia, nunca associada com o Cristianismo ou o Judaísmo, daí o ódio aos judeus - e todas as tribos árabes adoravam deuses diferentes.
    Maomé nasceu na tribo coraixita que adoravam Al-ilah(Alah) que era o deus-chefe da tribo dos coraixitas, na cidade de Meca e Al-ilah era "deus-líder" dos 360 deuses pagãos da Caaba, na cidade de Meca, na Arábia Saudita.
    O Deus da Bíblia, de Israel, condena a idolatria, mas Al-iah era o deus principal da Caaba, o templo pagão onde Maomé “purificou” ao destruir os outros ídolos; daí, Maomé colocou-o como o deus de sua nova religião, mantendo o nome desse antigo deus pagão da Lua, tendo reminiscências o adotar o quarto crescente nas suas bandeiras.
    Conclusão: que esperar de povos pagãos movidos por odios entre si, aos outros e ainda associados às ideologias marxistas?
    Veja o que diz o Alcorão com relação a judeus e cristãos e as radicais diferenças desse "deus" de Maomé:
    “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alah não encaminha os iníquos.” Alcorão, Surata 5, 51.
    Há um elenco maior das muitas outras restrições ao judaísmo e cristianismo.

    CRISTIANISMO: amor ao Deus conhecido, aos irmãos e aos de fora.
    ISLAMISMO: ódio entre si, como xiitas x sunitas com milhões de mortos, aos de fora e adoração a um deus pagão desconhecido e inacessível, criado por Maomé.

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    Respostas
    1. Gratos, Stefan, por sua participação. Infelizmente, o (pseudo)Cristianismo e o Judaísmo tb são cheios de divisões internas, conforme preconizado na própria Bíblia. Apenas o Cristianismo se mantém um, uma vez que FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO.

      Deus, nosso Criador e Criador de todas as coisas, é um Deus de amor e de misericórdia, um Deus doce e amável, todo Amor, a tal ponto que deu Seu Filho por amor a nós, que somos NADA, para nos resgatar do pecador e nos dar uma vida plena e eterna.

      Mas não esqueça que tb é um Deus de justiça e ira, o mesmo que foi espantosamente duro com alguém que Ele mesmo chamava de AMIGO e com o qual falava "face a face", por uma questão que os homens de hoje poderiam dizer de mera "etiqueta e boas maneiras", uma vez que esqueceu de tirar as sandálias para pisar no solo sagrado: Moisés foi proibido de entrar na Terra Santa.

      Então, esse Deus "hippie" é uma invenção dos modernistas e que nada tem a ver com o verdadeiro Deus, que é amor e justiça, misericórdia e ira. Os "de fora" são amados à medida que fazem a vontade dEle, ou seja se convertam à verdadeira Fé, se batizem e vivam como bons cristãos.

      Salve Maria!

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    2. Acordo total; hoje em dia, para desvirtuar a fé católica tradicional e converter as pessoas para as ideologias niilistas, como as social-marxistas, ao modernismo relativista que adentrou a Igreja pelos Bugnini, Benelli, Hélder, Arns, L Boff com sua esquerdista TL, alguns idem bispos e sacerdotes às dezenas, principalmente infiltrados nas CEB, CIMI, CPT, mesmo na CNBB - parece existir internamente uma banda vermelha impostora sobre os outros, como D Valentini - Casaldáligas, shows-padres Fabios de Melo e Rossis da vida & Cia que chegamos ao ponto de hoje um país supostamente católico, estarmos sob as patas dos satanistas marxistas, arquiinimigos de Deus e da Igreja, colocados no poder por conivência ou adesão - o mais provável - às suas ideologias por esses relativistas hierárquicos, daí subvertendo os seminarios de formação sacerdotal, as escolas e universidades, as populações incautas que não distinguem a penetração e atuação do MARXISMO CULTURAL da DITADURA DO RELATIVISMO do POLITICAMENTE CORRETO em todos os segmentos da sociedade e até nos folhetos dominicais e paroquiais, como sempre nos deparamos em "O DOMINGO" da socialista(!) Edit. Paulus!
      É bom notar que a Igreja possuiria muitas infiltrações de marxistas, maçons e protestantes para a implodirem, aprontando em seu interior e exterior para a desacreditar, bem sabemos. por causa de certos procedimentos estranhos de membros e depois se descobre que eram "paus mandados" da KGB, dos protestantes ou da maçonaria...
      De como nos arranjaremos no Juízo final para nos justificarmos como amigos de Deus e da Igreja: em vida preferimos seus inimigos e suas leis iníquas, como eleger os comunistas do PT?
      Salve Maria!

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