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sábado, 31 de dezembro de 2016

31 DE DEZEMBRO: SÃO SILVESTRE

31 DE DEZEMBRO  

SÃO SILVESTRE I 

PAPA E CONFESSOR


A Igreja reproduz na Liturgia todas as fases da existência do seu divino Fundador. Apenas nascido, o Menino Deus, é perseguido por Herodes; ainda no berço, a Igreja envia para o Céu o primeiro mártir, na pessoa do diácono Estevão, e os primeiros 25 papas que foram todos martirizados. Tendo voltado do Egito, Jesus cresce em idade e sabedoria vivendo em Nazaré, onde passa os anos sossegados; sob o pontificado de São Silvestre I (314 -335), a Igreja, depois de três séculos de perseguição, vê-se na posse de seu maior bem, a liberdade. Estende-se pelo Império Romano; o Concílio de Nicéia, presidido pelos legados de Silvestre I (325),  estabelece contra Ário a doutrina da divindade do Salvador. "O primeiro Concílio de Nicéia, diz o breviário, a santa fé católica, acerca da divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo foi explicada por 318 Bispos. Ario e seus sequazes foram condenados. A pedido dos padres, Silvestre confirmou ainda este Concílio em um Sínodo havido em Roma, onde Ario foi de novo condenado. 

Silvestre foi sepultado no Cemitério de Priscila, na via Salária, numa basílica que ele próprio mandara construir.  


Epístola

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

S. Silvestre I, Papa e Confessor

31 de dezembro 

S. Silvestre I

Papa e Confessor

(Pontificado: 314 - 355)


São Silvestre encerra o ano civil. Ele encerra também, na História da Igreja, uma época importante e inicia uma nova era. Durante três séculos, a Igreja de Deus esteve exposta às mais cruéis perseguições.

O Império romano empregava todo o seu poder para aniquilar o Reino de Deus; o sangue corria em torrentes. Esforçavam-se em regra para inventar novos tormentos. Além disso, astúcia, lisonja, seduções, tudo quanto pode cegar os sentidos, tudo o que a arte e a ciência terrenas podem proporcionar, estava a serviço desta luta - e tudo debalde. A Igreja permaneceu ilesa, a despeito de todos os planos, afrontando tudo. Os seus membros morriam aqui e ali, mas a Igreja continuava a viver, e sempre novos elementos entravam, para preencher as lacunas. Por fim, o Império romano se curvou diante de Cristo, e colocou a Cruz sobre o seu diadema e o sinal de Cristo sobre a águia de suas legiões. Cristo tinha vencido na possante peleja, e o Papa Silvestre I viu como tudo mudava. Viu o suplício da cruz ser abolido. Viu cristãos confessarem livre e francamente a sua fé e erigirem casas de Deus. Viu o próprio imperador Constantino edificar o palácio (Lateranense) que durante muitos séculos foi a residência do Vigário de Cristo.

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