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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A lorota da Casa Grande contra a Senzala

"Desconstruindo" o discurso dos desconstruidores de esquerda que fomentam a luta entre as classes com base em anedotas e achismos. Pô pará!  



Narloch destroça narrativa esquerdista sobre “senzala e casa grande” e bota ‘especialistas’ no chinelo 


Em um artigo para o jornal Folha de São Paulo, o escritor Leandro Narloch desmontou a narrativa esquerdistas sobre “senzala e casa grande”, promovida especialmente pelo movimento negro, que cria estorinhas sobre como a “elite branca” odeia ver negros e pobres se dando bem na vida. 

O escritor se referiu ao caso de Bruna Sena, estudante que passou – com um empurrãozinho de 25% de bônus na nota [por causa da cota social] – no vestibular de Medicina da USP de Ribeirão Preto, e que em seu discurso ensaiado repetiu um dos mais patéticos jargões da extrema-esquerda. Abaixo, confira na íntegra o texto de Narloch:


Bruna Sena conquistou uma bela vitória ao passar em primeiro lugar em medicina na USP de Ribeirão Preto, mas disse uma insensatez ao comemorar a aprovação pelo Facebook. “A Casa Grande surta quando a senzala vira médica”, afirmou ela, que é negra e vem de uma família pobre. 
Não se trata apenas da opinião descuidada de uma adolescente; figurões influentes pensam da mesma forma. “A classe média tradicional mostrou que tem horror à ascensão social dos pobres”, disse André Singer, colunista da Folha e professor da USP, em entrevista à “Ilustríssima”, em 2015. 
Na mesma época, Juca Kfouri afirmou que as manifestações eram fruto “do incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade”. 
E o economista Bresser-Pereira acredita existir no Brasil um “espírito golpista dos ricos contra os pobres”. 
Deixa eu tentar entender essa visão de mundo. Para a estudante e os três senhores, o brasileiro rico torce para que os pobres continuem pobres. Se alguma notícia da TV mostra redução de pobreza no país, o brasileiro rico esmurra seu sofá da Casa Grande. Ao deparar com pobres dormindo na calçada, ele comemora. 
Se uma negra pobre passa na USP, o brasileiro rico, não haveria dúvidas, se incomoda e faz cara feia. “Claro que a ascensão social do negro incomoda”, disse Bruna para a reportagem da Folha. 
Conforme esse retrato, o brasileiro rico, ao conversar com outros turistas na fila da torre Eiffel, não se mostra envergonhado com a miséria de seu país. Pelo contrário, mostra fotos do celular das coisas que mais gosta no Brasil: favelas, crianças barrigudas e desnutridas, trens lotados de trabalhadores mal pagos. 
Gente, vamos com calma. Nem mesmo novelas mexicanas das mais marxistas retratam os ricos de forma tão caricata. 
É claro que deve haver desmiolados que se incomodam com negros pobres no aeroporto. Mas opiniões devem se basear em estatísticas, e não em evidências anedóticas. E o que as estatísticas mostram é que a tolerância ao convívio entre classes aumenta conforme a renda e a escolaridade dos brasileiros. 
Por exemplo, para 76% dos analfabetos, empregados devem usar o elevador de serviço, mesmo que os moradores autorizem o uso do elevador social. Entre os brasileiros com diploma, 72% acreditam que moradores e funcionários devem usar o mesmo elevador. O dado vem de pesquisas do sociólogo Alberto Carlos de Almeida (aquele que apareceu em conversas gravadas com o ex-presidente Lula). 
Caricaturas como essa fazem sucesso porque é confortável e estimulante acreditar que nossos adversários intelectuais são trogloditas sem noção e sem escrúpulos. Enquanto muitos integrantes da direita acham que toda esquerda apoia Fidel Castro e dança a música “Sou do Levante, estou com Maduro”, a esquerda imagina que os ricos surtam quando pobres entram para a faculdade de medicina.  
 
Leiam também este texto. Vale a pena: https://medium.com/@paulocruzphi/uma-senzala-chamada-ideologia-fa4a4b5a50ce#.8ei4etnhm. 



Fonte: Instituto Iniciativa: https://www.institutoiniciativa.com.br/single-post/2017/02/09/A-lorota-da-Casa-Grande-contra-a-Senzala-1.    

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O pai que perdeu a filha

Atentos, pais católicos que empurrais vossos filhos para as universidades brasileiras que foram tomadas pelos comunistas há décadas e que transformam seus acadêmicos em militantes no giro de poucos meses. Por vezes, uma catequese feita male-mal não basta. Se vós viveis no mundo como se fossem do mundo, vossos filhos não passarão indenes nessas verdadeiras escolas de transformação moral. Algo ficará. O pior é que a partir deste fatídico ano, todas as crianças, a partir dos quatro anos de idade, também sofrerão maciça doutrinação marxista e de gênero, uma verdadeira lavagem cerebral. As autoridades são cúmplices, em sua grande maioria, seja por vontade consciente, seja por negligência ou ignorância. O aviso está sendo dado há algum tempo. Precisamos de Escolas Sem Partido. 



    

Inspirada em fatos reais, a história de uma jovem transformada em militante

Meu nome é João e eu vendo pão. Desde criança, acordo de madrugada para levar alimento às pessoas. Sabe aquela história de "trabalhar de sol a sol"? É a minha história. Mas Deus foi generoso comigo e há 18 anos me presenteou com um tesouro: minha filha. Lembro-me da hora em que ela nasceu, às cinco da manhã, tão pequenina e delicada. Veio na mesma hora em eu que saía para entregar pão às pessoas. A partir daquele momento, prometi a mim mesmo que faria tudo para defendê-la do mal que existe no mundo. 

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