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terça-feira, 23 de maio de 2017

A Ciência se curva diante do Santo Sudário

A ciência impotente para explicar a imagem do Santo Sudário



O Dr Paolo di Lazzaro ao trabalho no ENEA.


A Agência Nacional da Itália para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Econômico Sustentável – ENEA, após cinco anos de experimentos em seu Centro de Frascati, não conseguiu imitar "a cor que se encontra no tecido de linho do Santo Sudário".

Os cientistas tentaram produzi-la sem sucesso, apelando para raios ultravioletas.

Em palavras simples, escreveu o "Vatican Insider", não foi possível "identificar os processos físicos e químicos capazes de produzir cores semelhantes às que formam a imagem do Sudário". 




 
Os cientistas Di Lazzaro, Murra, Santoni, Nichelatti e Baldacchini partiram do último e único exame completo interdisciplinar do Sagrado Lençol, efetivado em 1978 pela equipe de cientistas americanos do STURP (Shroud of Turin Reasearch Project).

O novo relatório do ENEA desmente, quase sem esforço e com muita clareza, a hipótese de que o Santo Sudário possa ser uma falsificação medieval.

domingo, 13 de julho de 2014

A “Bela Primavera” descansou em Deus e, agora, o Vietnã desperta para a Fé!

Notícia antiga (2011), a primeira, mas que merece ser conhecida e que abre uma janela de esperança sobre um País comunista (2ª notícia).

Aos puristas que torcem o nariz porque, evidentemente, se trata da igreja conciliar, gostaria de lembrar que nem todos - creio que 90% - dos que são Tradição hoje são tradicionalistas de berço!!! É preciso compaixão no combate, e manter a porta aberta. Apenas os sectários - e hipócritas - do alto de um imaginário púlpito, batem no peito e condenam essas conversões. Para mim, são o primeiro passo para chegar à verdadeira conversão. Seria ideal se todos se convertessem, de cara, à Igreja Católica, mas como é possível em lugares onde é quase impossível ser cristão e tudo o que eles têm é a Igreja oficial? De grão em grão, a galinha enche o papo: de passo em passo as boas almas voltam à Casa Paterna. 

Grifos nossos.

A “bela primavera” descansou em Deus.
Oriunda de estirpes de alta linhagem e célebre pela ferrenha oposição que ofereceu ao Comunismo no Vietnã, aos 86 anos faleceu piedosamente em Roma a indômita Madame Ngô Đình Nhu, cujo nome de solteira – Tran Xuan – significa “bela primavera”. Ela contava 86 anos. Era Domingo da Páscoa, na bela primavera europeia.

Convertida em 1943, Madame Nhu [na foto, de véu assistindo uma Missa] manteve-se militante católica até os últimos anos de sua vida, só saindo de casa para ir à Missa. Esta boa católica incutia tanto medo aos comunistas do Vietnã que estes a chamavam de “Madame Dragão”.

Seus pais – Tran Van Chuong e Nam-Tran Chuong – eram budistas e renunciaram aos postos de embaixador nos EUA e de observadora permanente junto à ONU em protesto pela orientação católica e anticomunista do governo sul-vietnamita de Ngô Đình Diệm (
Jean-Baptiste Ngô Đình Diệm), junto ao qual a filha exercia grande influência.

terça-feira, 8 de julho de 2014

CONFISSÃO DE UM SATANISTA: CASAMENTO GAY É SATÂNICO!

Casamento homossexual é “sacramento luciferino”, diz porta-voz do “Templo Satânico” nos EUA


Luis Dufaur


Sempre que o povo americano tentar conter o aborto ou manter leis do casamento tradicional, os seguidores de Satanás estarão lá para se opor — prometeu o porta-voz nacional do Templo Satânico. Esse grupo ganhou notoriedade pela tentativa de realizar uma “Missa Negra” na Universidade de Harvard, a qual foi repelida pelos estudantes católicos.Segundo seu porta-voz, Lucien Greaves, as restrições ao aborto violam as crenças religiosas satânicas, e o “casamento” homossexual é um “sacramento” da religião diabólica.

Uma das coisas com a qual fortemente nos importamos é o direito dos homossexuais”, disse Greaves. “Para nós, o casamento [homossexual] é um sacramento. Nós o reconhecemos e achamos que o Estado deveria reconhecê-lo por motivos de liberdade religiosa” — acrescentou.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Arqueologia: O heroismo dos católicos japoneses durante séculos

Arqueologos revelam história heroica dos católicos japoneses perseguidos durante séculos – 2 


Mapa do sitio do castelo de Hara, pintura japonesa. Anônimo siglo XVII
Mapa do sitio do castelo de Hara, pintura japonesa. Anônimo siglo XVII
continuação do post anterior (Pale Ideas)


A resistência de Shimabara
A resistência de Shimabara teve episódios épicos em que sucessivos exércitos pagões foram derrotados com imensas perdas, sendo que os católicos sofreram muito pouco.
Impotentes, os pagãos pediram auxilio aos holandeses protestantes que primeiro forneceram pólvora e canhões.
O chefe holandês Nicolaes Couckebacker se engajou pessoalmente na batalha.

Ele montou os canhões num barco de guerra e na costa.
Estas armas dispararam cerca de 426 projéteis em 15 dias, sem grande resultado, e dois vigias holandeses foram baleados pelos católicos resitentes.
Bala de canhão holandês protestante
Bala de canhão holandês protestante
Parte das mais de 400 balas desenterradas pelos arqueólogos podem ser vistas também no Museu de Shimabara.
Os mesmos peritos encontraram 16 cruzes de metal no castelo, provavelmente feitas a partir da fundição dos projéteis.
Afinal os holandeses se retiraram e receberam uma mensagem dos católicos resistentes:
“Não existem soldados mais corajosos no reino para combater conosco, e não estão envergonhados de terem chamado ajuda de estrangeiros contra o nosso pequeno contingente?” (Doeff, Hendrik (2003). Recollections of Japan. Translated and Annotated by Annick M. Doeff. (Victoria, B.C.: Trafford).
Por fim, o Shogun (chefe militar do império) concentrou um exército de 125.000 homens que arrendeu a fortaleza pela fome e falta de munição. 37 000 católicos e simpatizantes foram presos e martirizados logo a seguir. A perseguição se estendeu a todo o império.
Cruz feita com o bronze das balas holandesas
Cruz feita com o bronze das balas holandesas
Em Nagasaki, padres eram mortos em público e queimados vivos. Aproximadamente 80% dos cristãos da cidade foram executados e os outros foram presos ou escravizados.
Prêmios em dinheiro eram oferecidos aos que denunciassem os religiosos clandestinos.
Os portugueses foram expulsos do Japão, e os protestantes foram premiados. Cfr. Os últimos samurais cristãos.
Até hoje, em datas festivas, as perseguições aos cristãos são lembradas. Na semana do Festival Okunchi, celebrado entre os dias 7 e 9 de outubro em Nagasaki, os moradores da cidade abrem a porta de suas casas e exibem seus pertences no jardim.
Trata-se de um costume do século XVII, quando eles eram obrigados a mostrar tudo o que possuíam para provar que não eram católicos.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Descobertas capelas dos católicos japoneses perseguidos durante séculos

Em português y español

Gruta perto de Nagasaki, sobre o mar.
Os católicos reunidos foram pegos e martirizados

clique nas imagens para ampliar
Na região japonesa de Taketa, muito considerada pela sua beleza natural, foram descobertas oito capelas católicas escavadas na pedra durante a perseguição desencadeada pelo Shogun, governador militar do império, informou a Agência Zenit.

Situada no centro da Prefeitura de Oita Kyushu, Taketa também é conhecida como a Pequena Kyoto e está rodeada por montanhas e pelo rio Ono.

Lá estão as águas termais mais conhecidas do Império do Sol Nascente.

Mas a região é também onde a graça do Batismo foi vertida com maior abundância. Quando os missionários chegaram à localidade, ela se converteu e foi um dos centros com maior presença católica do Japão.

Um nobre samurai, batizado por São Francisco Xavier em Oita, foi para Taketa. Ali, muitos grandes proprietários de terra foram conquistados pelo exemplo do nobre guerreiro e foram professando a Fé Católica.

O primeiro grupo contava 200 fiéis, mas não demorou para que em Taketa, que tinha uma população de 40.000 habitantes, mais de 30.000 adotassem o Catolicismo.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

2013: A CONFUSÃO DAS LÍNGUAS

2013: A CONFUSÃO DAS LÍNGUAS 



por LUIS DUFAUR

O ano de 2013 encerrou-se com os homens quase não se entendendo mais. O que nos trará 2014? O desvario final, ou a reorganização dos filhos da luz aos pés da Santíssima Virgem para “novos e cristãos atrevimentos”?

Nos céus de Roma, emoldurados pelos símbolos do Papado, um helicóptero fazia o voo de despedida de Bento XVI. Este deixava o Vaticano para aguardar em Castel Gandolfo o instante em que deixaria de ser Papa. Ao soar as 20 horas no dia 28 de fevereiro, os guardas suíços fecharam os portões: o trono de Pedro estava vacante e começava a convocação do Conclave. Naquela noite, na Roma sem Papa, um raio caía sobre a cúpula da Basílica de São Pedro. Na casa de um amigo, o celular tocou e uma voz angustiada perguntou além do Atlântico: “O que é isto? É o fi m do mundo?” Sem dúvida não era. Mas a renúncia evocou esse horizonte apocalíptico. E 2013 girou em torno disso.

leia mais baixando o PDF aqui (em Português). 


Para divulgar, lembrem-se de fazer a devida referência ao autor (Sr. Luis Dufaur) e à publicação: Revista Catolicismo, Janeiro 2014.


* * *

2013: La confusión de las lenguas



El año 2013 terminó con un desentendimiento casi general entre los hombres. ¿Qué nos depara el 2014? ¿La locura final, o la reorganización de los hijos de la luz a los pies de la Santísima Virgen para “nuevos e cristianos atrevimientos?”

En el cielo de Roma, en un vuelo de helicóptero, enmarcado por los símbolos del Papado, Benedicto XVI se despedía del papado. Dejaba el Vaticano para esperar en Castel Gandolfo el momento en que dejaría de ser Papa. En el Vaticano, al sonar las 20 horas del 28 de febrero, los guardias suizos cerraron las puertas: el trono de Pedro estaba vacante y comenzó la convocación del Cónclave. Esa noche, en una Roma sin Papa, un rayo cayó sobre la cúpula de la Basílica de San Pedro. En la casa de un amigo, el teléfono sonó y una voz preguntó con angustia a través del Atlántico: “¿Qué es esto? ¿Es el fin del mundo?” Sin duda no lo era. Pero la renuncia evocó ese horizonte apocalíptico. Y 2013 giró en torno a ella.

lea más descargando el PDF aquí (en español).


Para divulgar el texto, recuerden que deben dar el crédito apropiado al autor (Sr. Luis Dufaur) y a la publicación: Revista Catolicismo, Enero de 2014.


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