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sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

O que não te contam sobre a vacina


O QUE NÃO TE CONTAM SOBRE A VACINA


Quem tiver algum dano na saúde ou morrer em decorrência da vacinação contra a Covid19 e suas variantes, pode não ter direito ao seguro de vida que vem pagando para esse fim. Vejamos o que ocorre na Europa: 

Na Suíça, recentemente, houve uma centena de pedidos de indenização por danos decorrentes da vacina. Todos foram negados pela Justiça, que entendeu que o Governo não é responsável, apesar de obrigar os cidadãos a tomá-la, e remeteu a responsabilidade às farmacêuticas, aos médicos ou aos planos de saúde (Fonte). 

Na França, também há poucos dias, morreu um riquíssimo empresário parisiense, que havia feito um seguro de vida de vários milhões de Euros em benefício dos seus filhos e netos. Morreu por causa da vacina contra a Covid19. A seguradora não pagou o prémio de vários milhões de Euros graças à decisão de um tribunal que declarou que a adesão a um “experimento” que tem entre seus efeitos colaterais anunciados a morte é o mesmo que suicídio, e tomar um tal medicamento voluntariamente (ainda que sob pressão social, emocional ou que tais) é um risco não coberto pelo contrato (Fonte). 

domingo, 10 de maio de 2020

Sine Domenico non possumus!

Um vibrante e tremendo discurso do senador italiano Simone Pillon, da Lega Nord (a mesma de Matteo Salvini), no dia 9 de maio de 2020, bradando para que o Governo italiano, socialista, pare a perseguição criminosa aos católicos e libere "legalmente" as Missas. O vídeo está em italiano, com legenda em espanhol. A seguir, transcrevo a versão em português. Após o texto do senador Pillon, a legenda dos Mártires de Abitene




Sine Domenico non possumus! 







- A presidente da sessão do Parlamento: Senador Pillon, por favor. 

- Senador Simone Pillon: Grato, Excelência. Eu dizia, recordo a mim mesmo que o artigo 7º[1] da Constituição garante a independência e a recíproca soberania do Estado e da Igreja. E o artigo 19[2] de nossa Constituição garante a liberdade, para todos os cidadãos italianos, de professar livremente a Fé, de forma individual e associada[3] e de exercitar seu culto em privado e em público. Este é um artigo da Constituição. Estes artigos foram escritos com o sangue de Mártires que, em 2000 anos, preferiram a morte a renunciar aos Sacramentos. “Sine Dominico non possumus![4] gritavam os Mártires de Abitene[5], 49 cristãos martirizados por Diocleciano, no ano 304 d.C. O bispo deles obedeceu ao edito imperial e entregou os Textos Sagrados às autoridades, mas os fiéis, com o Presbítero Saturnino, continuaram a celebrar a Missa e, por isso, foram presos, torturados e assassinados. E todos, antes de morrer, disseram: “Sine Domenico non possumus!”. Bom, esses artigos da Constituição escritos com o sangue dos Mártires foram aniquilados[6] por um ato administrativo subordinado[7], um DPCM[8] de 8/3/2020, com o qual este Governo, na letra “i”[9], bloqueia qualquer possibilidade de celebrações religiosas com o povo. Se o tivesse feito um Governo de centro-direita, todos vós teríeis saído às ruas gritando ao escândalo pela lesão à liberdade religiosa, mas como sede vós que o fazeis, então vós podeis fazer tudo, inclusive, com um DPCM, contradizer as mais elementares liberdades religiosas que nós temos em nosso País. É a primeira Páscoa em 2000 anos sem Sacramentos. Vimos Sacerdotes denunciados como acontece na China... Missas interrompidas – quero aqui professar plena solidariedade a Dom Lino Viola[10] e a todos os párocos que viram interrompida a Missa por causa deste desgraçado DPCM. – Vimos pessoas defuntas queimadas como cães, sem funeral, encerradas em urnas sem nomes. Com pesar daquilo que, segundo Fóscolo[11], nos distinguia das bestas. Temos até mesmo um Fiorello[12] debochado que nos pede para rezar no banheiro. Não construímos, como cristãos, as catedrais para depois sermos trancados no banheiro para rezar. Aqueles que decidiram tudo isso, deixaram o povo italiano sem os Sacramentos justamente no momento mais difícil de sua História recente. Nem Mussolini, nem Hitler ousaram tanto! E vós o fizestes com a desculpa do vírus; e, no entanto, deixaram abertos os supermercados, as farmácias, e até mesmo as tabacarias, mas não as Missas! Reabriram as empresas, reabriram inclusive os banho e tosa dos cães, mas nada de Missas! Agora não tendes mais desculpas. Passastes duas Ordens do dia[13], uma no Senado, aprovada por esta sessão, no dia 8 de abril, e, ontem, uma Emenda na Câmara; e, apesar disso, ainda não se fala de Missas. Não somos cães, somos almas encarnadas, chamadas à vida eterna. Nos deixastes a comida para o corpo que morre, e nos tirastes a comida para a alma imortal! Se vós realmente quisesses teríeis encontrado o modo de garantir os Sacramentos e a segurança. A verdade é que este Governo tem uma alma profundamente anticristã. Não se compreende diversamente o motivo por que 14 pessoas podem ir à Missa se tiver um féretro, mas as mesmas 14 pessoas, se não houver um ataúde, não podem mais ir à Missa. Vós me entendeis? Beiramos o ridículo! Agora basta! Peço, Presidente, à senhora, no seu altíssimo papel institucional, que se faça intérprete, lhe suplico, do sentimento e da vontade de tantos cidadãos, das famílias italianas privadas do alimento da alma há mais de dois meses. Rogo-vos, intercedais junto a este Governo para que se reabra já, agora, a partir de hoje, a celebração pública dos Sacramentos; E isto não o digo como um apelo qualquer, mas o bom Deus, ou se preferem, para quem não crê[14] em Deus, a História sempre fez justiça com quem oprimiu o seu povo. Do Faraó a Diocleciano e todo o seu Império, até os ditadorezinhos, de uma banda e da outra[15]. Não gostaria que sucedesse o mesmo também a este Governo. Obrigado.

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