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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

OS TRÊS DEGRAUS DA FORCA

OS TRÊS DEGRAUS DA FORCA



Era no tempo da famosa rainha Isabel que governou a Inglaterra de 1558 a 1603. Foi uma rainha cruel e mandou matar fria e injustamente a muitíssimos de seus vassalos simplesmente por serem católicos convictos e fervorosos. 

Entre as inúmeras vítimas de seu ódio satânico estava João Post, natural de Pereth (Cumberland), grande devoto da Mãe de Deus. Ainda na hora trágica da morte deu prova desta sua devoção.

Foi assim: Ao ser conduzido à forca, em presença de inúmeros espectadores, ajoelhou-se no primeiro degrau da forca e rezou em voz alta:

"O anjo do Senhor anunciou a Maria; e ela concebeu do Espírito Santo". E rezou logo em seguida uma Ave-Maria.

Subiu, depois, ao segundo degrau e rezou com voz forte:

"Eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a vossa palavra." E rezou outra Ave-Maria.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Santa Teresa de Lisieux: do sofrimento



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Um exemplo histórico de prudência e de discernimento - São Vianney e as missas juramentadas!

Um argumento sólido para não se frequentar as Missas de padres “juramentados”, retirado do site da Neo-FSSPX em São Paulo.


Para reflexão dos que amam a Missa de sempre. 

[Esta é uma republicação. Já publicado aqui]



Um exemplo histórico de prudência e de discernimento


O Cura dArs, São João Batista Maria Vianney (1786-1859)




CAPITULO II – UM PASTORZINHO DURANTE O TERROR (1793-1794)


Os Vianney na Missa do padre juramentado – A santa indignação de Maria Vianney – João Maria e os padres fiéis – A Missa nas granjas.

Em janeiro de 1791, época em que a Constituição Civil entrou a vigorar na comarca de Lion, João Maria ainda não tinha completado cinco anos. O Pe. Jacques Rey, cura de Dardilly durante 39 anos, cometera a fraqueza de prestar o juramento cismático. Mas, a dar-se crédito às tradições locais, esclarecido pelo exemplo do coadjutor e dos colegas vizinhos, que haviam recusado o tal juramento, não tardou muito em compreender e detestar sua falta. Permaneceu ainda por algum tempo na paróquia celebrando a Missa numa casa particular, retirando-se depois para Lion. Mais tarde teve que exilar-se na Itália.

Se a saída do Pe. Rey não passou despercebida, Dardilly contudo não foi perturbada ao ponto que se poderia esperar. A igreja continuou aberta, pois veio outro sacerdote, enviado pelo novo bispo de Lion, um certo Lamourette, amigo de Mirabeau[1], nomeado pela Constituição, sem mandato de Roma, em lugar do venerável Monsenhor Marbeuf. O novo cura e o novo Bispo haviam prestado o juramento; mas, como poderia suspeitar a boa gente de Dardilly que a Constituição Civil, da qual ignoravam, talvez, o próprio nome, pudesse conduzi-los ao cisma e à heresia? Nenhuma mudança aparente se havia operado, quer nas cerimônias, quer nos costumes paroquiais [como ocorreu com a missa nova pós-conciliar]. Aqueles simples de coração assistiram por algum tempo sem escrúpulos à Missa do “padre juramentado”. Do mesmo modo procedeu com toda a boa fé Mateus Vianney, a esposa e seus filhos. (A transição do culto católico ao constitucional se fez em muitas paróquias sem violência visível).

terça-feira, 11 de novembro de 2014

São Menas, Mártir

11 de novembro 

São Menas

Mártir

Menas (também chamado de Minas, Mina, Mena ou Mennas), taumaturgo e mártir, foi um dos mais famosos santos egípcios, tanto no Oriente quanto no Ocidente, principalmente por conta dos milagres que são atribuídos à sua intercessão e às suas preces.

"Mēna" era o seu nome original. De acordo com a história, sua mãe o chamou assim por ter ouvido uma voz dizendo amēn.  


"Minas" (Μηνας) é como ele ficou conhecido em grego, enquanto que em árabe, ele é conhecido como "Mīna" (مينا‎‎).


Vida e martírio
  

Menas nasceu na província romana do Egito em 285 d.C., na cidade de Niceous (Nakiyos ou Nikiu), nas proximidades de Mênfis. Seus pais, Eudoxios e Eufêmia, eram cristãos ascetas que viveram sem filhos por um longo tempo. Na festa da Virgem Maria, Eufêmia estava rezando em frente a um ícone de Santa Maria, aos prantos, pedindo a Deus a dádiva de um filho. Um som saiu do ícone dizendo "Amém". Poucos meses depois, Eufêmia deu à luz a um menino e o chamou de Menas.

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