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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A Missa com indulto ou Missa do Motu Proprio

Vale a pena publicar esta análise sobre a "Missa Motu Proprio" que achei em meus e-mail, mas a fonte indicada não existe mais: http://www.crisidellachiesa.com/articoli/liturgia/non_solo_nostalgia/non_solo_nostalgia.htm. Se for o autor ou souber quem é, por gentileza, nos avise. 


A Missa com indulto ou Missa do Motu Proprio. 


Os católicos, que rejeitam os erros do CVII e a nova Missa mantêm vivo o rito antigo de 1969. Mas, em algumas cidades, a partir de 1984, certos Bispos têm procurado ganhar a simpatia dos "tradicionalistas" permitindo (sicque, nas suas dioceses, se possa celebrar regularmente o antigo rito "de maneira oficial". Estas Missas são comumente chamadas de "Missas com indulto" ou "Missas do Motu Proprio". Graças ao indulto (sic), muitos católicos têm podido assistir ao (simulacro do) antigo rito ou vê-lo pela primeira vez. Isto é sem dúvida um grande passo adiante (sic). Mas existem sérios problemas com a Missa com indulto:

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Padres refratários, missas juramentadas, confusão na doutrina...

Divide et impera
Postei ontem a vida de um Santo Mártir da Revolução Francesa, a revolução contra Deus por definição; bom, todas as revoluções são contra Deus, mas esta o é de uma maneira bem particular. Oficialmente ainda apenas um "Beato" para a Igreja, o Pe. Nöel Pinot é, sem dúvidas, um Santo, por ter morrido mártir. Ele é conhecido também como Mártir de Vandéia e Mártir de Angers. Eu o aclamaria o "martelo da missa nova e dos missanoveiros".

O exemplo deste Santo Sacerdote é pontual e é atual. Padre Pinot morreu por se recusar a prestar juramento à Revolução, o que significaria um ab-juramento da Fé Católica: a apostasia. Seu crime: "fanatismo religioso". Sua pena: a guilhotina. Era chamado de Padre "refratário", por causa de sua recusa em prestar o tal juramento.  


Os padres que cediam e faziam o juramento eram chamados "juramentados". Daí o termo: missa juramentada. 

Exemplo pontual e atual, porque vivemos em tempos revolucionários. Como se sabe, o Concílio Vaticano II é a "Revolução na Igreja", ou "o 1798 da Igreja", o que significará necessariamente que a "missa nova", o "Novus Ordo Missae" engendrado pelo CVII se equipara à "missa juramentada" dos padres que traíram a Fé por medo, por conveniência, por tibieza etc.  



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Um exemplo histórico de prudência e de discernimento - São Vianney e as missas juramentadas!

Um argumento sólido para não se frequentar as Missas de padres “juramentados”, retirado do site da Neo-FSSPX em São Paulo.


Para reflexão dos que amam a Missa de sempre. 

[Esta é uma republicação. Já publicado aqui]



Um exemplo histórico de prudência e de discernimento


O Cura dArs, São João Batista Maria Vianney (1786-1859)




CAPITULO II – UM PASTORZINHO DURANTE O TERROR (1793-1794)


Os Vianney na Missa do padre juramentado – A santa indignação de Maria Vianney – João Maria e os padres fiéis – A Missa nas granjas.

Em janeiro de 1791, época em que a Constituição Civil entrou a vigorar na comarca de Lion, João Maria ainda não tinha completado cinco anos. O Pe. Jacques Rey, cura de Dardilly durante 39 anos, cometera a fraqueza de prestar o juramento cismático. Mas, a dar-se crédito às tradições locais, esclarecido pelo exemplo do coadjutor e dos colegas vizinhos, que haviam recusado o tal juramento, não tardou muito em compreender e detestar sua falta. Permaneceu ainda por algum tempo na paróquia celebrando a Missa numa casa particular, retirando-se depois para Lion. Mais tarde teve que exilar-se na Itália.

Se a saída do Pe. Rey não passou despercebida, Dardilly contudo não foi perturbada ao ponto que se poderia esperar. A igreja continuou aberta, pois veio outro sacerdote, enviado pelo novo bispo de Lion, um certo Lamourette, amigo de Mirabeau[1], nomeado pela Constituição, sem mandato de Roma, em lugar do venerável Monsenhor Marbeuf. O novo cura e o novo Bispo haviam prestado o juramento; mas, como poderia suspeitar a boa gente de Dardilly que a Constituição Civil, da qual ignoravam, talvez, o próprio nome, pudesse conduzi-los ao cisma e à heresia? Nenhuma mudança aparente se havia operado, quer nas cerimônias, quer nos costumes paroquiais [como ocorreu com a missa nova pós-conciliar]. Aqueles simples de coração assistiram por algum tempo sem escrúpulos à Missa do “padre juramentado”. Do mesmo modo procedeu com toda a boa fé Mateus Vianney, a esposa e seus filhos. (A transição do culto católico ao constitucional se fez em muitas paróquias sem violência visível).

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