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terça-feira, 22 de julho de 2014

22 de Julho - Santa Maria Madalena, Penitente

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22 de Julho 

Santa Maria Madalena

Penitente

Contrição perfeita que levou à santidade 



Maria Madalena, Maria de Betânia e Maria pecadora, citadas no Evangelho, são a mesma pessoa, segundo o Papa São Gregório Magno, grande estudioso dos santos e criador do Calendário Gregoriano. Também os Padres latinos, desde Tertuliano, Santo Ambrósio, São Jerônimo, Santo Agostinho, até São Bernardo e Santo Tomás de Aquino, reconhecem nas três uma e a mesma pessoa: a Santa Maria Madalena penitente, que seguiu Nosso Senhor durante a Paixão.

Maria Madalena teria nascido em Betânia, cidade da Judeia, de pais muito ricos, tendo por irmãos Marta e Lázaro. Como parte de sua herança, recebera o castelo de Magdala, de onde lhe veio o nome.

Uma lenda fala de sua esplêndida formosura, cabeleira famosa, de seu engenho, e relata ser ela casada com um doutor da Lei que a trancava em casa quando saía. Altiva e impetuosa, Maria teria fugido com um oficial das tropas do César e se estabelecido no castelo de Magdala, perto de Cafarnaum. Suas desordens e escândalos logo se espalharam pela região

Enquanto isso, Nosso Senhor iniciara sua peregrinação: fama de seus milagres e a santidade de vida estendia-se pelas terras da Palestina.

Atormentada por demônios e pelos remorsos de sua consciência culpada, Maria foi procurar Aquele que alguns apontavam como sendo o Messias prometido. O Senhor apiedou-se dela e livrou-a de sete demônios (Mc 16,9), tocando-lhe também profundamente o coração. 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

21 de Julho - Santa Praxedes

21 de julho

Santa Praxedes


Virgem
+ II século


Santa Praxedes era uma dama romana cujo pai, São Pudêncio, convertido por São Paulo Apóstolo, era um amigo dos Apóstolos. Ela era irmã de Santa Pudenciana (ou Prudência).

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No tempo em que o imperador Marco Aurélio perseguia os cristãos, Praxedes, dama romana, irmã de Prudenciana (ou Prudência), ajudava aos fiéis com os seus recursos financeiros e seus cuidados, consolava-os e prestava-lhes todos os serviços que podia dispensar com sua caridade.

Escondia-os em sua casa, exortava-os a perseverar na fé, enterrava cristãmente os cadáveres.

Ela não deixava que nada faltasse aos que eram aprisionados nas masmorras ou àqueles tratados como escravos.

As duas irmãs mandaram construir um batistério dentro de sua própria casa, onde já havia uma capela, para que ali os catecúmenos fossem batizados.

Foram ajudadas em suas obras pelo Papa Pio I (140-154 d.C.) e pelo sacerdote Pastor. 


Prudenciana morreu martirizada aos dezesseis anos de idade e foi enterrada nas catacumbas de Santa Priscila, perto de seu pai, na Via Salária.

Após a morte de sua irmã Prudenciana, Praxedes, oriunda de uma família nobre e tradicional, transformou seus palácios em igrejas para onde, dia e noite, os pagãos acorriam aos milhares pedindo o Batismo.

21 de Julho - São Lourenço de Brindisi

21 de Julho

São Lourenço de Brindisi


Confessor e Doutor
1559-1619


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Geralmente, as chamadas "crianças superdotadas", aquelas que demonstram um dom excepcional para alguma especialidade, quando crescem, parecem "perder os poderes" e nivelam-se com as demais pessoas. São poucas as exceções que merecem ser recordadas. Mas, com certeza, uma delas foi Júlio César Russo, que nasceu no dia 22 de julho de 1559, em Brindisi, na Itália.

Seu nome de batismo mostrava, claramente, a ambição dos pais, que esperavam para ele um futuro brilhante, como o do grande general romano. Realmente, anos depois, lá estava ele à frente das forças cristãs lutando contra a invasão dos turcos muçulmanos, que ameaçava chegar ao coração da Europa depois de ter dominado a Hungria. Só que não empunhava uma espada, mas sim uma cruz de madeira. Nessa ocasião, já vestia o hábito franciscano, respondia pelo nome de Lourenço e era o capelão da tropa, além de conselheiro do chefe do exército romano, Filipe Emanuel de Lorena.

Vejamos como tudo aconteceu. Aos seis anos de idade, o então menino Júlio César encantava a todos com o extraordinário dom de memorizar as páginas de livros, em poucos minutos, para depois declamá-las em público. E cresceu assim, brilhante nos estudos. Quando ficou órfão, aos quatorze anos de idade, foi acolhido por um tio, que residia em Veneza. Nessa megalópole, pôde desenvolver muito mais os seus talentos para os estudos.

domingo, 20 de julho de 2014

Oração de São Boaventura de Bagnoreggio para a Santa Comunhão

Oração de São Boaventura de Bagnoreggio para a Santa Comunhão



Feri, ó dulcíssimo Senhor Jesus, o mais íntimo e profundo de meu ser com o dardo suavíssimo e salutar do Vosso amor, com aquela verdadeira, inalterável, santíssima e apostólica caridade, a fim de que a minha alma se enlanguesça com o único desejo de sempre crescer em vosso amor.

Que eu vos ame intensamente, que desfaleça nos vossos átrios e deseje dissolver-me em vós e ser um convosco.

Que minha alma tenha fome de Vós, ó Pão dos Anjos, alimento das almas santas, Pão nosso de cada dia, supersubstancial, que tem toda doçura e sabor, e todo deleite de suavidade. Ó Vós a Quem os Anjos desejam contemplar!

sábado, 19 de julho de 2014

Títulos Papais

Títulos Papais

  LEIA TAMBÉM: OS PAPAS SANTOS E BEATOS

 

Manuscrito nos Arquivos do Vaticano do Dictatus Papae,
um documento sobre a autoridade papal, do século XI,
que registra o processo histórico pelo qual, o título
"Papa" passou a ser usado apenas pelo Bispo de Roma.
Em sua proposição XI, ele diz: «Quod hoc unicum est
nomen in mundo» («Que este nome [Papa] é único no mundo»).
Os Títulos do Bispo de Roma, mais frequentemente designados por Títulos Papais, referem-se aos diversos títulos utilizados pelo Protocolo, como pronome de tratamento ou designando uma realidade teológica ou secular do Bispo de Roma. Para a Igreja Católica, “constituem o que se denominou de primazia de honra. Essas prerrogativas não são, como seus direitos de jurisdição, ligados ao jure divino do seu cargo. Eles cresceram no decorrer da história, e foram consagrados pelo uso de séculos, mas eles não estão livres de modificações” (cf. aqui).

Originalmente, os títulos do Bispo de Roma eram usados como expressões de respeito, poder e veneração, posteriormente muitos ficaram firmemente associados ao seu cargo, tornando-se títulos distintivos e específicos. O uso dos títulos mais antigos, são o de "Papa" e "Pontífice", que remontam a meados do século III; os demais títulos surgiram a partir do século V, e se desenvolveram ao longo de toda a Idade Média. O Anuário Pontifício, diretório da Santa Sé publicado desde 1716, lista os que são considerados os títulos oficiais papais desde então. No entanto, a lista oficial não inclui todos os que são usados. Além disso, durante a história, os Papas portaram, às vezes por séculos,
diversos outros títulos que em determinado momento foram abandonados. 

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