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sábado, 14 de setembro de 2019

A Glória e a Exaltação de Cristo é a Cruz



A Glória e a Exaltação de Cristo é a Cruz



Celebramos a Festa da Cruz; por Ela as trevas são repelidas e volta a luz. Celebramos a Festa da Cruz, e junto com o Crucificado somos levados para o alto para que, abandonando a Terra com o pecado, obtenhamos os Céus. A posse da Cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui um tesouro. Chamo com razão “tesouro” aquilo que há de mais belo entre todos os bens pelo conteúdo e pela fama. Nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e é restituída ao seu estado original.

Se não houvesse a Cruz, Cristo não seria crucificado. Se não houvesse a Cruz, a Vida não seria pregada ao lenho com cravos. Se a Vida não tivesse sido cravada, não brotariam do Lado as fontes da imortalidade, o Sangue e a Água, que lavam o mundo. Não teria sido rasgado o documento do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da Árvore da Vida, não se teria aberto o Paraíso. Se não houvesse a Cruz, a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o Inferno.

É, portanto, grande e preciosa a Cruz. Grande sim, porque por Ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a Cruz é Paixão e Vitória de Deus: Paixão, pela morte voluntária nesta mesma Paixão; e Vitória porque o diabo é ferido, e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos Infernos, a Cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.

É chamada ainda de Glória de Cristo, e dita a Exaltação de Cristo. Vemo-la como o “cálice desejável” e o termo dos sofrimentos que Cristo suportou por nós. Que a Cruz seja a Glória de Cristo, escuta-O a dizer: “Agora, o Filho do homem é glorificado, e nele Deus é glorificado, e logo O glorificará” (Jo 13,31-32). E de novo: “Glorifica-me Tu, Pai, com a glória que tinha junto de Ti antes que o mundo existisse” (Jo 17,5). E repete: “Pai, glorifica Teu Nome. Desceu então do Céu uma voz: ‘Glorifiquei-O e tornarei a glorificar’.” (Jo 12,28), indicando aquela glória que então alcançou na Cruz. Que ainda a Cruz seja a Exaltação de Cristo, escuta o que Ele próprio diz: “Quando Eu for exaltado, atrairei então todos a mim” (cf. Jo 12,32). Bem vês que a Cruz é a Glória e a Exaltação de Cristo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

CRUZIOS

Crúzios (em italiano: Crocigeri, que deriva do latim “gerere crucem” e significa “portar a Cruz”) é o nome com o qual são comumente indicados os membros de diversas Ordens intituladas à Cruz ou que têm por distintivo una Cruz. Por exemplo: Ordem da Santa Cruz (Crúzios); Crúzios da Estrela Vermelha (ou de Boêmia); Cônegos Regulares da Penitência dos Santos Mártires (Crúzios do Coração Vermelho); Cônegos Regulares da Santa Cruz (Crúzios Portugueses).  


Nota n. 16 da Encíclica SACRA PROPEDIEM de Papa Bento XV.


Giulia d'Amore

   
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domingo, 3 de maio de 2015

3 DE MAIO: INVENÇÃO DA SANTA CRUZ

3 DE MAIO

INVENÇÃO DA SANTA CRUZ




COLETA. Ó Deus, que na prodigiosa Invenção do madeiro salutar da Cruz renovastes os milagres de Vossa Paixão: concedei-nos, com o preço deste lenho de vida, a graça de conseguirmos o prêmio da glória eterna. Vos que...

* * *


Vitorioso do cruel Maxêncio, o Imperador Constantino, com o auxílio da Santa Cruz que nos céus lhe aparecera refulgente com esta letra: In hoc signo vinces, criou tal veneração para este augusto sinal que mandou fosse adorado em todo o Império Romano e que a ninguém mais se crucificasse.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

18 de agosto - Santa Helena

Este verbete está em construção


18 DE AGOSTO 


Santa Helena


Foi rainha, e a mãe do primeiro Imperador cristão, Constantino, o Grande.

Foi Constantino quem promulgou o Édito de Milão. Graças a este decreto, o Cristianismo foi considerado uma Religião que tinha os mesmos direitos das outras religiões. Foi o primeiro passo para que, anos mais tarde, outro imperador, Teodósio, convertido ao Cristianismo, tornasse o Cristianismo a religião oficial do Império Romano.

Ela nasceu em Britynia e casou-se com um general romano, Constancius I Chlorus, pelos idos de 270. Constancius tornou-se Cesar em 293. Logo divorciou-se de Helena e casou-se com a filha do imperador Maximiliano. Constantino tornou-se Imperador em 312, logo após a vitória da Ponte de Milvian, e Helena foi nomeada Augusta ou Imperatriz.

Ela se converteu para o Cristianismo e fez vários atos de caridade, construiu vários templos e igrejas em Roma e na Terra Santa. Numa das suas viagens à Terra Santa, teve visões que a ajudaram a descobrir a Cruz na qual foi crucificado Jesus. Ela parece ter morrido na Nicomédia.

O seus restos estão em um sarcófago no Museu do Vaticano. Na liturgia da Igreja, Santa Helena é mostrada como uma imperatriz, segurando a Cruz.



AINDA SOBRE SANTA HELENA:
A Cruz foi encontrada numa cisterna no dia 3 de maio, a leste do Monte Calvário. A historia de Santa Helena encontrando a Cruz é objeto de um poema muito celebrado chamado Elene de Cynelwulf.

Em 395, 65 anos após a morte de Helena, São Ambrósio de Milão fez um sermão no qual disse que Helena havia encontrado a Cruz onde Jesus tinha sido crucificado, mas também tinha encontrado aquele que ali havia sido morto, ou seja Jesus. Ela, disse São Ambrósio, tinha adorado não a madeira, mas sim o Rei que ali tinha sido pendurado e que dessa forma ela havia encontrado a imortalidade.

A descoberta de Helena é também atestada por Rufinus e Sulpicius Severus, no IV Século.

Parte da Cruz ficou em Jerusalém, e parte foi levada para Roma, e alguns fragmentos foram distribuídos para um grande número de igrejas. Isto indica que Santa Helena queria que a cruz fosse de toda a Igreja.

Santa Helena não é uma santa somente porque ela encontrou a Cruz de Cristo. Ela amava os pobres e vestia com modéstia e humildade. Euzébio escreveu que Helena passou seus últimos anos na Palestina, continuamente adorando e venerando, ao lado de todos, na igreja, humildemente vestida, igual as outras mulheres que estavam ali rezando. Mas se ela vestia-se humildemente, em contrapartida, enfeitou as igrejas com ornamentos e decorações não esquecendo das mais simples capelas e dos pequenos vilarejos.

Construiu basílicas no Monte das Oliveiras (a Eleona) e em Belém, viajando através de toda a Palestina, e era conhecida pela sua bondade com todos, pobre, soldados e prisioneiros; e muitos milagres foram a ela atribuídos.

Quando ela morreu, seu corpo foi solenemente levado de volta a Roma. A ilha do Atlântico chamada de Santa Helena tem este nome porque os marinheiros espanhóis a encontraram no dia de sua festa.

Na arte litúrgica da Igreja Católica ela é mostrada :

1) Vestida como rainha e segurando uma cruz ou
2) Indicando a localização da Cruz, ou
3) A cruz sendo revelada a ela, em seus sonhos, ou
4) Organizando e supervisionando a busca da Cruz, ou
5) Como uma lady medieval, com uma cruz e um livro como no mosaico bizantino em Hagia, Sophia e nos mosaicos gregos, ou
6) Com a cruz e os pregos, como nos mosaicos russos.

Ela é invocada contra o trovão e o fogo, e é a padroeira dos pintores e fabricantes de agulhas.

fonte: http://www.cademeusanto.com.br/santa_helena.htm



   
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sexta-feira, 23 de maio de 2014

MIRO TU CRUZ

Miro Tu Cruz


Y pienso,

Y siento,

Y lloro,

Y me arrepiento,

Y me arrodillo,

Y me humillo,

Y me entristezco,

Y no encuentro paz por mis pecados.

¡Señor, Señor, sólo Tú puedes salvarme!

Por eso,

Tu Auxilio necesito,

Tu Amor imploro,

Tu Misericordia suplico,

Tu Bendición ruego,

Tu Cielo anhelo.

Exclamo afligido y desconsolado,

Por tanto daño que Te hice,

¡Perdóname, Mi Dios y Mi Señor, perdóname!


(Pecador arrepentido)
 
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sexta-feira, 3 de maio de 2013

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