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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

CONCÍLIO TRENTO - Sessão III - A PROFISSÃO DE FÉ

CONCÍLIO ECUMÊNICO DE TRENTO
Sessão III

Celebrada no tempo do Sumo Pontífice Paulo III,  
em 04 de fevereiro do ano do Senhor de 1546 

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A PROFISSÃO DE FÉ



Decreto sobre o Símbolo da Fé

Em nome da Santa e Indivisível Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo, considerando este sacrossanto geral e ecumênico Concílio de Trento, consagrado legitimamente no Espirito Santo e presidido pelos mesmos três Legados da Sé Apostólica, a grandeza dos assuntos que tem que tratar, em especial dos conteúdos dos capítulos, primeiro aquele da extirpação das heresias, e outro da reforma dos costumes, por cuja causa principalmente foi congregado, e compreendendo também com o Apóstolo que não se tem que lutar contra a carne e sangue, senão contra os espíritos malignos nas coisas pertencentes à vida eterna, exorta primeiramente com o mesmo Apóstolo a todos e a cada um que se confortem no Senhor, e no poder da Virtude, tomando escudo da Fé, pois com ele poderão rechaçar todos os tiros do inimigo infernal, cobrindo-se com o manto da esperança e da salvação e armando-se com a espada da alma, que é a Palavra de Deus. 

sábado, 1 de dezembro de 2012

SIMBOLOGIA MAÇÔNICA: MARIANNE E A MAÇONARIA

Leia com cautela: trata-se de um site maçônico!  

MARIANNE & MAÇONARIA

 

Você sabe a relação entre a Estátua da Liberdade e a mulher estampada nas notas do Real? Elas são a mesma pessoa: Marianne. E, por incrível que pareça, Marianne não está presente apenas nos EUA e em nosso rico dinheirinho. Ela também está presente na Maçonaria.

Até os livros escolares já se renderam à verdade de que a Maçonaria teve papel fundamental na Revolução Francesa, com a qual compartilha seu principal lema: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Pois bem, a Liberdade deveria ser o primeiro princípio a ser alcançado, pois sem Liberdade não haveria como promover a Igualdade e vivenciar a Fraternidade. E os franceses adotaram como símbolo dessa liberdade a imagem de uma mulher, a qual ficou conhecida como Marianne. Seu surgimento deu-se entre Setembro e Outubro de 1792, e seu nome nada mais é do que a união de Marie e Anne, dois nomes muito comuns entre as mulheres francesas do século XVIII. Marianne se tornou símbolo da Revolução e de seus ideais e, com o êxito do povo, alegoria da República. Era chamada por uns de “Senhora da Liberdade” e por outros de “Senhora da Maçonaria”.


Bustos de Marianne contendo o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” não somente podem ser vistos em praticamente todas as prefeituras e principais edifícios públicos da França, como é peça obrigatória em todos os templos maçônicos daquele país. Há várias versões de Marianne portando objetos diversos, entre o famoso barrete, feixes, coroa, triângulo, estrela flamígera ou mesmo segurando uma colméia (ah, vá?). Em uma de suas versões mais populares, Marianne veste uma faixa maçônica contendo Esquadro e Compasso, abelhas (veja “Colméia”), Nível e Prumo.

Quando a França resolveu presentear os EUA em comemoração aos seus 100 anos de declaração de independência, fez isso através da Estátua da Liberdade: uma versão maçônica de Marianne, feita pelo maçom Frederic Auguste. Não demorou para que Marianne se tornasse alegoria da República em todo o Ocidente, incluindo, é claro, o Brasil. Se os americanos conseguem ver a Maçonaria na nota de um dólar, através do “Olho que tudo vê”, nós brasileiros podemos encontrá-la em todas as nossas notas através dela, Marianne, a Senhora da Liberdade, a Senhora da Maçonaria.

No Esquadro
Grifos nossos

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sábado, 3 de dezembro de 2011

Curiosidade natalinas

Há perguntas sobre o Natal que não saem da nossa cabeça, sobretudo sobre símbolo e particularidades periféricas, talvez mera curiosidade. Aqui há algumas respostas devidamente pesquisadas, traduzidas, adaptadas, organizadas e escritas por mim. O importante, mesmo, seria centrarmo-nos n'Aquele que vem, e não naquilo que nos rodeia; particularmente as coisas que têm um sentido puramente mercantilista. A Fé não se comercializa. Nem os afetos. Coisas - presentes - não preenchem vazios que foram egoisticamente criados, por um afastamento voluntário e perigoso d'Aquele que tudo criou para nós e Todo se deu para nós. E não é amado. Presentear é bom, tanto ou mais do que receber presentes. Mas o Natal deve ser todo voltado para Ele, que é todo voltado para nós.

Giulia d'Amore di Ugento


PERGUNTAS SOBRE O NATAL: Quem inventou a árvore de Natal? E o Papai Noel? E a flor natalícia?... 




Sobre a árvore de Natal, há várias versões, mas as mais críveis, porque comprováveis, são de origem católica.

A história de que o inventor teria sido o herético Martinho Lutero não tem fundamentos nem lógica. Era um homem de costumes duvidáveis e não se encantaria com luzes, maçãs e enfeites. E, definitivamente, como poderia ter inventado um costume que já existia antes dele nascer? São Bonifácio, como veremos, teve a ideia e a propagou no ano de 723 d.C. e Lutero nasceu em 1483 d.C. A vocês a conclusão...


O criador da árvore de Natal parece realmente ter sido São Bonifácio, o Apóstolo dos Germanos ou o Evangelizador da Alemanha. Ele nasceu na Inglaterra em 672 d.C. e sofreu martírio no dia 05 de junho de 754 d.C. Seu nome religioso, em latim Bonifacius, quer dizer “aquele que faz o bem”, e retoma o mesmo significado do seu nome saxão Wynfrith. Em 718 d.C., esteve em Roma, e o Papa Gregório II o enviou à Alemanha, com a missão de reorganizar a Igreja. Por cinco anos, ele evangelizou territórios que hoje fazem parte dos estados alemães de Hessen e Turíngia. Em 722 d.C., foi feito bispo dos territórios da Germânia e, um ano depois, inventou a árvore de Natal.

São Bonifácio

Em 723 d.C., São Bonifácio derrubou um enorme carvalho dedicado ao deus Thor (outras versões falam em Odim), perto da atual cidade de Fritzlar, na Alemanha, para convencer o povo e os druidas (sacerdotes pagãos) de que não era uma árvore sagrada. Esse acontecimento é considerado o início formal da cristianização da Alemanha. Na queda, o carvalho destruiu tudo que ali se encontrava, menos um pequeno pinheiro. Segundo a tradição, Bonifácio interpretou esse fato casual como um milagre. Era o período do Advento e, como ele pregava sobre o Natal, declarou: “Doravante, nós chamaremos esta árvore de Árvore do Menino JesusO costume de plantar pequenos pinheiros para celebrar o Nascimento de Jesus começou aí e se estendeu pela Alemanha, e de lá para o mundo.

O pinheiro simboliza o amor perene de Deus. São Bonifácio o adornou com maçãs, que representavam as tentações, o pecado original e os pecados dos homens, e velas, que representavam Cristo, a luz do mundo e a graça que recebem os homens que aceitam Jesus como Salvador.


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