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terça-feira, 5 de abril de 2016

05 de Abril: São Vicente Ferrer, OP

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05 de Abril 

São Vicente Ferrer, OP

Confessor
Este grande Santo que, por causa da pregação e das numero­síssimas conversões que conseguiu, com razão é chamado de o Apóstolo da Europa, nasceu em 1357, em Va­lença, na Espanha, tendo tido por pais um casal muito piedoso e te­mente a Deus.

De uma inteligência rara, já em menino se distinguia vantajosamente dos companheiros. Tendo apenas 7 anos, reunia os amiguinhos e reproduzia-lhes, ver­balmente, práticas que tinha ouvido na Igreja. Vendo esta boa disposição intelectual no filho, os pais propor­cionaram-lhe os meios para dedi­car-se ao estudo das Ciências. Tendo ape­nas doze anos de idade, Vi­cente começou o estudo da Filosofia, e aos dezessete anos já tinha ter­minado o curso de Teologia.

Não me­nos admirável que sua inteligência era sua piedade. Frequentes vezes procurava a igreja, passando longas horas em oração; às quartas e sex­tas-feiras observava rigoroso jejum. As devoções mais queridas eram à Sagrada Paixão de Nosso Senhor Je­sus Cristo e à Santíssima Virgem.

Na idade de 18 anos, entrou para a Ordem Dominicana. Seis anos depois, fazia preleções sobre Filo­sofia aos jovens religiosos. Manda­do pelos superiores às Universidades de Barcelona e Lerida (na Espanha), com o fim de completar os estudos teológicos, tão brilhante curso fez que, tendo 28 anos, lhe foi conferido o título de Doutor, e nesta qualidade começou a lecionar as matérias teo­logais em Valença.  


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

DA GAIVOTA AO CORVO - A POMBA NO VATICANO



No quarto domingo de janeiro, de 2013, O Papa Bento XVI tinha soltado duas pombas pela paz. Uma das pombas foi atacada por uma gaivota. As imagens correram mundo, principalmente as que foram registradas pelo fotógrafo Gregorio Brogia. Disto, foi dada notícia aqui no blogue ASCENDENS.


No quarto domingo de janeiro de 2014, o Papa Francisco soltou duas pombas pela paz. Uma das pombas foi atacada por uma gaivota, e depois por um corvo (dois ataques). Deste fato, Gregório Borgia e Alessandro Bianchi fizeram registros que têm ilustrado a notícia.


Os que então chamei de "gaivoteanos", que diziam que "a gaivota era a boa e a pomba a má", ponham agora a mão na consciência de tão retorcidas interpretações. Os modernistas-conservadores tinham então feito um malabarismo oposto: disseram que a pomba, depois de atacada, ficou livre. Enfim...!

sexta-feira, 22 de março de 2013

ANTIPAPA: Quem é Horacio Verbitzsky

Quem é Horacio Verbitzsky


Horacio Verbitzsky (Buenos Aires, 11 febbraio 1942) é um jornalista e escritor argentino. É um dos principais expoentes do movimento argentino para a defesa dos direitos humanos e entre os responsávei pela seção americana de Human Rights Watch. Editorialista do jornal argentino Página/12, colabora com El País, New York Times e Wall Street Journal, e ensina na Fundación para un Nuevo Periodismo Iberoamericano, fundada por Gabriel García Márquez. Em 2005 lança o livro "A Ilha do Silêncio", sobre o papel da Igreja Católica durante o período da ditadura argentina, no qual Verbitsky, reconstroi, através de testemunhos recolhidos entre parentes de "desaparecidos", a história do campo de concentração em uma ilha do Rio Tigre, chamada El Silencio. A investigação de Verbitsky pôe em evidênciamette os bastidores das relações entre a ditadura argentina e as hierarquias eclesiásticas, chamando em causa figuras principais do Vaticano, como Paulo VI, o núncio apostólico Pio Laghi e Jorge Mario Bergoglio, futuro papa Francisco. Vide notas de Verbitzsky sobre o Antipapa Bergoglio:
VIDEO:

FONTE: WIKIPÉDIA - http://es.wikipedia.org/wiki/Horacio_Verbitsky & http://it.wikipedia.org/wiki/Horacio_Verbitsky


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BERGOGLIO: 1º Ângelus do Bispo de Roma

Até onde é o Card. Bergoglio?
Até onde é o Bispo de Roma?
Até onde quer ser o Papa?
A diferença entre um Papa teólogo e um... fanfarrão: o primeiro Ângelus do Bispo de Roma prenuncia uma série de paspalhadas da profundidade de uma poça rasa de água. Sic


1º ANGELUS DO BISPO DE ROMA


Irmãos e irmãs, boa tarde!

Hoje, depois do primeiro encontro na quarta-feira passada, posso dirigir de novo a minha saudação a todos. E sinto-me feliz por fazê-lo ao domingo, no dia do Senhor. É bom e importante para nós, cristãos, encontrarmo-nos ao domingo, saudarmo-nos, falarmo-nos como agora aqui, nesta praça: uma praça que, graças[1] aos mass-media, tem as dimensões do mundo.


Neste quinto domingo da Quaresma, o Evangelho apresenta-nos o episódio da mulher adúltera (cf. Jo 8,1-11), que Jesus salva da condenação à morte. Impressiona o comportamento de Jesus: não ouvimos palavras de desprezo, não ouvimos palavras de condenação[2], mas apenas palavras de amor, de misericórdia, que convidam à conversão: “Também Eu não te condeno. Vai e doravante não tornes a pecar” (v. 11). Irmãos e irmãs, o rosto de Deus é o de um pai misericordioso, que sempre tem paciência. Já pensastes na paciência de Deus, na paciência que Ele tem com cada um de nós? É a sua misericórdia. Sempre tem paciência, tanta paciência conosco: compreende-nos, está à nossa espera; não se cansa de nos perdoar, se soubermos voltar para Ele com o coração contrito. “Grande é a misericórdia do Senhor”, diz o Salmo.

Nestes dias, pude ler o livro de um Cardeal – o Cardeal Kasper, um teólogo estupendo[3], um bom teólogo – sobre a misericórdia. Aquele livro fez-me muito bem. Não julgueis que estou a fazer publicidade dos livros dos meus Cardeais, porque não é isso[4]! Não é isso! É que me fez muito bem, muito bem... O Cardeal Kasper dizia que a melhor sensação que podemos ter é sentir misericórdia: esta palavra muda tudo, muda o mundo. Um pouco de misericórdia torna o mundo menos frio e mais justo. Precisamos de compreender bem esta misericórdia de Deus, este Pai misericordioso que tem tanta paciência... Recordemos o profeta Isaías, quando afirma: mesmo que os nossos pecados fossem vermelhos escarlate, o amor de Deus torná-los-ia brancos como a neve. Como é bela a misericórdia! Lembro-me que tinha sido feito Bispo há pouco, quando, no ano de 1992, chegou a Buenos Aires a imagem de Nossa Senhora de Fátima, e organizou-se uma grande Missa para os doentes. Eu estive a confessar durante aquela Missa. E, quase no fim da Missa, levantei-me porque tinha que ir administrar uma crisma. Veio ter comigo uma mulher idosa, humilde, muito humilde, com mais de oitenta anos. Olhei para ela e disse-lhe:
“Vó – na nossa região é costume tratar os idosos assim: por “vó” –, quer confessar-se?”
“Sim”, respondeu-me.
“Mas… a senhora não tem pecados!”[5].
E ela disse-me: “Todos temos pecados...”.
“Mas talvez o Senhor não os perdoa...”[6].
“O Senhor perdoa tudo”, retorquiu-me segura.
“E como é que a senhora sabe disso?”[7]
“Se o Senhor não perdoasse tudo, o mundo não existiria”[8].
Senti uma vontade enorme de lhe perguntar: “Diga-me, senhora! Estudou na Gregoriana?”[9]. Efetivamente, aquela é a sabedoria que dá o Espírito Santo: a sabedoria interior rumo à misericórdia de Deus. Não esqueçamos esta verdade: Deus nunca Se cansa de nos perdoar; nunca! “Mas então, padre, onde está o problema?” Bem, o problema está em nós que nos cansamos e não queremos, cansamo-nos de pedir perdão[10]. Ele nunca se cansa de perdoar, mas nós às vezes cansamo-nos de pedir perdão. Não nos cansemos jamais, nunca nos cansemos! Ele é o Pai amoroso que sempre perdoa, cujo coração é cheio de misericórdia por todos nós. E, por nossa vez, aprendamos também a ser misericordiosos para com todos. Invoquemos a intercessão de Nossa Senhora que teve nos seus braços a Misericórdia de Deus feita homem.

Rezemos agora, todos juntos, o Angelus

[segue-se a recitação do “Angelus”].

Dirijo uma cordial saudação a todos os peregrinos. Obrigado pelo vosso acolhimento e as vossas orações. Rezai por mim – vo-lo peço! Renovo o meu abraço aos fiéis de Roma[11] e estendo-o[12] a todos vós que viestes de várias partes da Itália e do mundo, bem como a quantos estão unidos conosco através dos meios de comunicação. Escolhi o nome do Padroeiro da Itália, São Francisco de Assis, e isto reforça a minha ligação espiritual com esta terra, onde – como sabeis – tem origem a minha família. Mas Jesus chamou-nos[13] para fazermos parte de uma nova família: a sua Igreja; estamos nesta família de Deus, caminhando juntos pela senda do Evangelho. Que o Senhor vos abençoe; que Nossa Senhora vos guarde! Não vos esqueçais disto: O Senhor nunca se cansa de perdoar! Somos nós que nos cansamos de pedir o perdão.

Um bom domingo e bom almoço!
Notas do Blog:

[1] NdB: A paixão pela mídia (pelos holofotes) é declarada já no primeiro parágrafo do primeiro Ângelus.
[2] NdB: Em relação à adúltera não há, de fato, condenação, mas em relação à turba?
[4] NdB: Mas que parece, parece. E mesmo que não quisesse, agora Kasper vai se tornar best-seller, espalhando suas “opiniões” heréticas mais largamente. Muito obrigada, Bispo de Roma! Sem querer querendo... contribui cada vez mais com a destruição da Igreja.
[5] NdB: Como é que é? Um bispo de Romana Igreja afirma a um penitente que busca a absolvição que ela não tem pecados? A idade agora é uma excludente de responsabilidades, de pecados? Ou será que ele tem a graça de saber quem tem e quem não tem pecados... só de olhar?
[6] NdB: Como é que é? Um bispo de Romana Igreja afirma a um penitente que sabe – ela sabe, ao contrário dele! – que todos temos pecados que, talvez, o Senhor não os perdoa?
[7] NdB: E como é que um bispo não sabe?
[8] NdB: Well, isso é uma asneira simplória, justificada pela imensa ignorância em que o povo “é mantido” pelo eclesiásticos e “se” mantém. O perdão do Senhor foi garantido por Cristo, por isso acreditamos nesse benefício! E sobre o Senhor perdoar tudo... uma vírgula! Os pecados contra o Espírito Santo não têm perdão. Os pecados contra o Espírito Santo são seis, e são chamados assim porque se cometem por pura malícia, o que é contrário à bondade que se atribui ao Espírito Santo (Terceiro Catecismo da Doutrina Cristã de São Pio X): Desespero de salvação; presunção de salvação sem merecimento; negar a Verdade (Dogmas) conhecida como tal pelo Magistério da Santa Igreja; inveja da graça que Deus dá aos outros; obstinação no pecado; impenitência final. O que diferencia os pecados contra o Espírito Santo de outros pecados é a vontade da pessoa, não o ato em si, ou seja, é a vontade que faz com que a pessoa não queira mudar de vida. Por isso se peca contra o Espírito Santo por ato de pura malícia, não por mera fraqueza. E não tem perdão não por ser um pecado tão grande que o sangue de Cristo não possa expiar. Isto limitaria o valor intrínseco do Seu Sangue, que nos redime e redimiria inclusive o diabo e seus anjos, SE a redenção tivesse sido designada para eles também. Nem é por ser um pecado tão grande que a graça de Deus não possa alcançar: “Onde o pecado abundou, superabundou a graça”. Trata-se de um “pecado imperdoável” por que essa é a vontade soberana de Deus, que soberanamente ordenou que há um pecado ao qual Ele não perdoará, pois o Espírito Santo é, dessa forma, altamente honrado por Deus. O que dizem as Escrituras? Vemos em S. Mateus 12,31 (o único pecado que não tem perdão); S. Marcos 3:28-30; S. Lucas 12:10; Hebreus 6:4-8 e 10:26-31; I João 5:16. Mais aqui: http://reporterdecristo.com/os-pecados-contra-espirito-santo.
[9] NdB: E o atual Bispo de Roma estudou onde? O que ensinava o Noviciado da Companhia de Jesus já no final dos anos cinquenta? E o Juniorado de Santiago do Chile? E a Universidade Católica de Buenos Aires nos anos sessenta? E a Universidade de Teologia no final dos anos sessenta? O que ensinava, como Mestre dos Noviços, no Seminário da Villa Barilari, em San Miguel nos inícios dos anos setenta? E o que ensinava, nos anos oitenta, na escola dos Jesuítas? Como é que conseguiu ser reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel de 1980 a 1986 sem saber disso? E ainda não sabia disso após seu Doutorado na Alemanha? E mesmo assim JPII, em 20 de maio de 1992, o nomeou bispo auxiliar de Buenos Aires? E, depois, o ordenou bispo, em 27 de junho de 1992, pelas mãos do cardeal Quarracino, de Dom Emilio Ogñénovich e de Dom Ubaldo Calabresi, apesar de não saber disso? Bom, esperamos que de 1992 para cá (quando dever ter havido esse fato que ele, lamentavelmente, não teve acanhamento de confessar), ele tenha estudado um pouco mais.
[10] NdB: Alguém me esclareça: aqui ele está falando ex cathedra? Espero que não, porque é uma ilação toda particular a dele... Agora temos o “cansaço” como causa da miséria humana? E o pecado original? Isso também ele não estudo e, portanto, não ensinou pelas escolas por onde passou?
[11] NdB: Porque ele é o Bispo de Roma (sic).
[12] NdB: Mera liberalidade do Bispo de Roma (sic).
[13] NdB: “Plural majestatis”? Fala como Bispo de Roma? Como Papa? E se agora o Senhor o chamou... antes não estava na Igreja? Se não é o caso de “plural majestatis”, então a que se refere? O que isso significa? Que sentido tem? Quem são esses “nós”? ele se inclui porque?


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terça-feira, 19 de março de 2013

PROFECIAS: O Terceiro Segredo de Fátima e Assis I

DIA 19 DE MARÇO: Dia de São José, o Patrono da Igreja e dia, também e infelizmente, da posse do Presidente das "Igrejas Católicas Reunidas na Caridade". Vale a pena relembrar o


O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA


Naquele 5 de maio de 1917, ao invocar a intercessão da Santíssima Virgem Maria, suplicando-lhe pela paz, certamente o Papa Bento XV não fazia ideia de que seu pedido seria prontamente atendido apenas oito dias depois.

Quando o Papa suplicou, a Santíssima Virgem respondeu.

Quando em 5 de maio de 1917, angustiado com os horrores de I Guerra Mundial, Bento XV, conclamou toda a Igreja, através dos Bispos de todo o mundo, e invocando a intercessão da Santíssima Virgem Maria, suplicando-lhe pela paz, certamente o Papa não fazia ideia de que seu pedido seria prontamente atendido apenas oito dias depois.


A SÚPLICA DO PAPA




Benedictus PP. XV Giacomo della Chiesa.
03/09/1914 - 22/01/1922
Valendo-se de seus direitos conferidos pelo Senhor (“apascenta minhas ovelhas”, Jo 21,15-17), em sua carta ao Secretário de Estado, Cardeal Gasparri, o Santo Padre rogou com veemência o auxílio do Céu, por meio da Mãe de Deus. Seu ardor filial ficou expressamente documentado, conforme podemos constatar em trechos de sua comovente oração:

“Rainha da Paz (...) Para tal fim [a paz no mundo], se eleve a Jesus mais frequente, humilde e confiante, especialmente no mês dedicado a Seu Santíssimo Coração, a oração da miserável Família Humana para suplicar-Lhe o fim deste terrível flagelo (...); por amoroso conselho de Sua Divina Providência, pelas mãos da Virgem SS., Nós queremos que seja dirigido à Grande Mãe de Deus, nessa hora horrível, mais que nunca, o vivo e confiante pedido de seus filhos muito aflitos. Encarregamos portanto a Vós, Senhor Cardeal, de fazer conhecer a todos os bispos do mundo o nosso ardente desejo de que se recorra ao Coração de Jesus, Trono de graças, por meio de Maria (...) a piedosa e devota invocação, e leve a Ela o angustioso grito das mães e esposas, o gemido dos meninos inocentes, o suspiro de todos os nobres corações; possa mover a Sua amável e muito benigna solicitude a obter para o mundo desvairado a aspirada paz, e possa lembrar depois, aos séculos futuros, a eficácia de Sua intercessão e a grandeza do benefício por Ela obtido a Seus filhos.”

Assim implorou o Papa ao Céu, por intercessão da Mãe do Verbo.

segunda-feira, 18 de março de 2013

A metáfora da gaivota

"Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus" (São João 16, 2).


A METÁFORA DA GAIVOTA


por Giulia d'Amore di Ugento

 
Segundo blogs italianos (e me pareceu também), as aves que sobrevoavam a Basílica de São Pedro, durante o Conclave, não eram poéticas pombas – como querendo simbolizar a presença ou anuência ou alegria do Espírito Santo – mas... profanas gaivotas, da espécie “Larus argentatus”, uma referência à cor: prata. A mesma raiz de onde vem a palavra Argentina... O que, de uma forma ou de outra, tornaria as aves proféticas ou sobrenaturais.

Em busca de algo que desse significado a esta “profecia alada”, me deparei com o célebre livro de Richard Bach: “Fernão Capelo Gaivota”, de 1970, que a maioria de minha geração certamente leu, na adolescência. Certamente, em suas linhas quase que poéticas, inspirou a rebeldia aos pais, aos superiores, à ordem e à Tradição, em muitos de minha geração.

A “metáfora da gaivota” que exsurge do livro de Bach é a busca pela liberdade modernamente entendida, ou seja, a ruptura com Deus, a revolução. Misturando verdades com falácias, trata-se, enfim, da filosofia do “viver pelo viver”, seguindo os instintos e... o coração! Do romper com a tradição da sociedade em que se vivem vencendo o medo da mudança... E a força de vontade de vencer os “preconceitos estúpidos” e se rebelar à ordem preestabelecida... a Deus.

Em resumo... a liberdade religiosa, o relativismo, Bergoglio...


Não, senhores, não eram pombas brancas, auspício de uma renovação benéfica da Igreja, voltando à Tradição bimilenar que a manteve de pé nos últimos 2000 anos. Eram gaivotas, profanas e sombrias, a anunciar um novo tempo, de quebra definitiva com a Tradição, deixando para trás e a beleza de seus paramentos, a solenidade de suas celebrações, o sagrado, o Mistério.

Bergoglio não surgiu do nada. Não foi uma surpresa entre os cardeais. De tudo o que a mídia tem publicado nesses dias – verdades e mentiras – começa a tomar corpo a suspeita de que o Conclave não passou de uma mera formalidade, para dar validade à escolha feita bem antes e que redundou na renúncia de Bento XVI. As “forças” que lhe faltaram foram, certamente, as de promover logo as mudanças que agora Bergoglio fará. Sem temporizar, sem enrolação, sem demora e sem... cerimônias.

No próximo dia 19 de março – dia do Patrono da Igreja (sic!!!) – não veremos a coroação de um Monarca (coisa que Bergoglio simplesmente abomina e recusa), mas a posse do Presidente da Igreja Conciliar, fundada pelo Concílio Vaticano II, em total ruptura com a Tradição da Igreja Católica.

O primeiro discurso dele deixa bem claro que ele não se vê como “Papa da Igreja Católica”, mas como “Bispo de Roma” – enfatizou bem isso, inclusive chamando a Bento XVI de “Bispo” emérito. Enfatizou também que o Conclave se reuniu para isso, para “dar um Bispo a Roma”, unicamente. Para ele, é claro que a figura do Papa não tem mais razão de ser, assim como para os demais protestantes, que se reúnem em comunidades (paróquias) independentes, cada uma governando-se a seu bel prazer.


O deboche é o tom que o distingue. Seu primeiro discurso começou com uma piada, “só para descontrair”. E, desde então, tem demostrado isso em vários momentos:
- pagando a conta do hotel, como se isso fosse absolutamente necessário e não pudesse enviar, humildemente e em segredo (não saiba a mão direita o que a esquerda faz), um office-boy;
- visitando o túmulo de São Pio V e postando-se em pé diante dele... a rezar? Ou a debochar dele pelo que viria (e ainda virá) a fazer? A que título a visita? Qual a ligação entre eles? E ainda houve quem visse nisso um bom pressagio...;
- recusando-se a usar os paramentos sagrados (carnavalescos, segundo ele) e, sobretudo, os sapatos vermelhos. Humildade? Falaremos isso em seguida.
O Capitão Nascimento o chamaria de “um fanfarrão”. Infelizmente, este não vai pedir para sair. Veio para ficar. Tem uma tarefa a cumprir e, não se enganem, a cumprirá.

Sobre as acusações de ligações com a ditadura argentina, de dizer que eu abomino comunistas, e algumas “perdas” são ossos do ofício, para ambos os lados. O que “pega” com Bergoglio é que não se tratou de convicção religiosa (ou política, no caso dele), mas de banal e prosaico oportunismo. Eu, particularmente, desconfio de todos os políticos e religiosos de esquerda que “sobreviveram” à ditadura, tanto argentina quanto brasileira. É muito conveniente.
 

Enfim, sobre a humildade franciscana de Bergoglio.

Recusar-se a usar o que é práxis na Igreja para um Papa, fruto da História e da mensagem da Igreja não é HUMILDADE, mas ARROGÂNCIA.

Uma arrogância evidenciada, sobretudo, quando se descobre que, ao invés de usar “os paramentos dos quais está abarrotada a sacristia de São Pedro (e que, portanto, não custariam nada). Preferiu encomendar — e pagar caro, consequentemente — um set [conjunto] de novas casulas para si e para a multidão daqueles que concelebrarão”. (Fratres In Unum). 
Também se recusa a usar “a cruz peitoral de ouro (que já está lá, e não custaria um centavo)” – (idem) – para usar a dele, de Cardeal, presumo...

CARNAVAL? 

AQUI?

OU AQUI? 

 

SABEDORIA DAS ESCRITURAS E DE SANTOS:

"Alguns Papas, Deus nos dá. A alguns, Ele tolera. Outros, nos inflige". São Vicente de Lerins

"Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus". (São João 16, 2)

“Jamais se vence o erro sacrificando-se qualquer direito da verdade.” Santo Irineu

"Não se opor ao erro é aprová-lo e não defender a verdade é suprimi-la; com efeito, não denunciar o erro daqueles que praticam o pecado quando o podemos fazer não é pecado menor do que apoiá-los". (I Epístola do Papa São Félix III ao Bispo Acácio, de Constantinopla, de 483.)

“Tanto quanto está autorizado a resistir a um Papa que comete uma agressão física, do mesmo modo é permitido resistir-lhe, se faz mal às almas ou perturba a sociedade e, com mais forte razão, se procurasse destruir a Igreja. É permitido, digo,  opor-se a ele não cumprindo as suas ordens e impedindo que a sua vontade seja realizada. Não é lícito, contudo, julgá-lo, impor-lhe uma punição, nem o depor, pois estes são atos próprios a um superior” (São Roberto Bellarmino, De Romano Pontifice, livro II, capítulo 29)

"A obediência cega não é católica; ninguém está isento da responsabilidade por ter obedecido aos homens mais que a Deus, aceitando ordens duma autoridade superior, seja ela do Papa, se se revelam contrárias à vontade de Deus tal como a Tradição no-la faz conhecer com certeza. Não se poderia considerar uma tal eventualidade, certamente, quando o Papa compromete sua infalibilidade, mas ele não o faz senão num número reduzido de casos. É um erro pensar que toda a palavra saída da boca do Papa é infalível." (Monsenhor Marcel Lefebvre, Carta Aberta aos Católicos Perplexos, capítulo 21).

“No dia do juízo, Deus nos perguntará se temos sido fiéis e não se temos obedecido às autoridades infiéis. A obediência é uma virtude relativa à Verdade e ao Bem. Não é uma virtude, mas um vício, se ela se submete ao erro e ao mal”. (Mons. Lefebvre, carta de 9 de agosto de 1986).

"A Igreja romana nunca errou, e segundo o testemunho das Escrituras nunca cairá no erro." - Papa São Gregório VII - COMO PODEM ESTAR ERRADOS 265 PAPAS ANTES DELE? NÃO PODE HAVER DUAS VERDADES... OU É VERDADE O QUE FAZIAM OS PAPAS ANTES DELE... OU É VERDADE A "OPINIÃO" DELE...
“O mundo passa, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece para sempre” (I Jo 2, 17)

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quinta-feira, 14 de março de 2013

ANTIPAPA: A Máfia Argentina do Cardeal Bergoglio

Do Blog FRATRES IN UNUM:


A Máfia Argentina do Cardeal Bergoglio


Do blog La cigüeña de la torre chega a matéria muito interessante sobre o “modus operandi” de um dos mais importantes bispos da América Latina e, segundo algumas especulações passadas, o candidato anti-ratzinger no conclave de 2005.

Andares de Pedacchio no seu território de Paraguai

Cardeal Bergoglio - Expoente da Igreja Liberal na América Latina
Seria bom dar algum exemplo de como o Pe. Pedacchio, oficial da Congregação para os bispos, informa o Cardeal Bergoglio e manipula, segundo suas orientações, informação que é confidencial – além de, é claro, distorcer e criar evidências.

Segundo fontes fidedignas, algumas das mais recentes atividades do cardeal de Buenos Aires e dos seus minutantes1 na Cúria Romana se concentram sobre um bispo do Paraguai. Recordemos que o Paraguai é precisamente o país do qual se encarrega Pedacchio na Congregação para os Bispos.


No final do ano de 2008 se produzia uma curiosa filtragem de informação altamente confidencial. Um bispo do Paraguai, Dom Rogelio Livieres, havia entregado ao Papa uma carta pessoal e confidencial durante a visita ad limina em que destacava alguns dos problemas prementes na nomeação dos bispos deste país – um desses bispos acabava de se tornar presidente da República, contra toda a lei canônica e depois se tornou público o que os bispos paraguaios guardavam em segredo: havia tido alguns filhos ‘segundo a carne’, para usar uma expressão das Escrituras.

Esta carta, pessoal e confidencial, foi filtrada pela imprensa do Paraguai para atacar a este bispo que buscava uma melhora nas nomeações episcopais. Com grande prejuízo, é claro, para Mons. Livieres. Ninguém, salvo Livieres, conhecia o texto desta carta no Paraguai. E ele entregou apenas uma cópia ao Papa. Provavelmente foi o mesmo Pedacchio quem, como oficial encarregado do Paraguai na Congr. para os Bispos, ‘filtrou’ esta informação que estava sob segredo pontifício.

Até o momento, é o que nos informaram alguns amigos de Assunção sobre este tema. Contudo, segundo nos informamos desde Argentina e da Santa Sé, a atenção privilegiada do Cardeal Bergoglio sobre este bispo paraguaio não se desgastou com o tempo. Pelo contrário, cresceu.


Padres e seminaristas de Ciudad del Este
visitando as ruínas das missões jesuítas no país.
Para Bergoglio, do Paraguai, lhe importa sobretudo que não cresçam as vocações sacerdotais para o seminário de Ciudad del Este, que é uma verdadeira bofetada no progressismo reinante que alguns bispos paraguaios e também o mesmo Bergoglio incentivam. O que mais preocupa é que não triunfe a renovação eclesiástica e litúrgica que o Papa promove e que alguns chamam de ‘reforma da reforma’, ou seja, a vida litúrgica da Igreja conforme o estabelecido pelo Concílio Vaticano II, celebrada na dinâmica da ‘hermenêutica da continuidade’. Ele se preocupa com a forma de tantos sacerdotes jovens num contato fluído e habitual com a forma ordinária e extraordinária, algo muito pouco comum na América Latina.

A estratégia geral de Bergoglio seria desacreditar a obra de renovação eclesial encarada por Mons. Livieres, não desde a doutrina ou liturgia, onde encontra muito eco em Roma do Papa Bento XVI, mas desde os  procedimentos de promoção vocacional.

Na verdade, durante a reunião geral da O.S.A.R (Organização dos Seminários da República Argentina), em 10 de novembro de 2011, no Seminário de La Plata  (província de Buenos Aires), surgiu o tema a partir de um dos superiores do Seminário de Buenos Aires – supostamente revelando um segredo pontifício – sobre uma legislação particular que estaria sendo preparada em Roma para restringir o “trânsito” de seminaristas de um seminário para outro. Foi mencionado como exemplo um caso do Seminário de Ciudad del Este, com nome e sobrenome. Foi dito nesta reunião que a Santa Sé ‘processou’ um bispo paraguaio – leia-se Mons. Livieres – por receber um seminarista proveniente de Buenos Aires, sem haver pedido as informações canônicas, e procedendo a ordenação como diácono, também segundo eles, sem os requisitos acadêmicos.

Sejamos honestos. Ainda que Bergoglio tivesse pedido sanções para Livieres, não era necessário ir até o Paraguai – a terra vigiada por Pedacchio – para encontrar supostos exemplos destes casos. Ocorrem, de fato, com muita frequência na mesma Argentina. E não são poucos os seminaristas que fogem horrorizados do próprio seminário de Buenos Aires – e, para falar a verdade, não somente por razões litúrgicas. Por ter sido nomeado direta e publicamente este bispo, que por outra parte nos contam está oferecendo tantos frutos positivos em sua terra, quer dizer que Bergoglio e seus informantes estão querendo pelo menos desacreditá-lo, ou destruí-lo. Além da enorme injustiça que este ataque supõe para o bom nome do seminarista, que na realidade não teve nenhuma sanção disciplinar nem foi acusado de nada grave. Assim reconheceu publicamente o reitor do Seminário de Buenos Aires, Pe. Giorgi, quem, contudo, não levantou nem uma tímida voz para defendê-lo.

A coisa não terminou ai. Semanas depois, este tema foi tratado – novamente com nome e sobrenome dos ‘envolvidos’ – na reunião do Conselho Presbiteral da arquidiocese de Buenos Aires. Sempre buscando prejudicar o bom nome dos bispos que não estão bem vistos pelo Cardeal.

Alguém tem na consciência a obrigação de expressar o que tantos outros calam, por medo ou temor de ver sua carreira arruinada em represália. Tudo é conhecido na Arquidiocese de Buenos Aires. O triste é que o que surge destas fontes é distorcido, quando não mentiroso. E então é certo mais do que nunca o adágio ”de Roma viene lo que a Roma va”, uma vez que em seguida, apenas disparadas as difamações ou calúnias, informantes adestrados como Pedacchino levam o “caso” a Roma, aos “contatos” chave, para semear infâmias e pedir sanções.

Sob os grandes sinais de humildade que ostenta, Bergoglio esconde não poucos desejos de poder real. E os teve desde suas origens na Guardia de Hierro e sua antiga relação com a P22 (com sua provada relação com Almirante Massera3). A sorte do cardeal é que foi atacada nestes pontos por um jornalista chamado Verbitzky4, que foi desacreditado devido ao conhecido ódio visceral que tem contra a Igreja na Argentina. Deste modo, seu ataque a Bergoglio se afirmou tendencioso, mesmo com suas investigações sérias e bem documentadas.

O Papa e Bergoglio Quebra de sigilo pontifício
e maquinações dignas da máfia italiana.
Mas voltando sobre as aparentes preocupações de Bergoglio sobre o Seminário de Ciudad del Este, no Paraguai, surpreende tanto zelo quando o seu próprio seminário deixa tanto a desejar. É conhecido que há seminaristas de moral duvidosa que sonham em ser dirigidos espiritualmente por alguns dos menos recomendáveis bispos auxiliares do cardeal. “O Jesuíta” – como reza o título da sua autobiografia – que descuida tanto da vida espiritual e da formação do seu clero em vias de extinção, não guarda o menor pudor na hora de acusar. Sua especialidade é a acusação aos bispos por suposta homossexualidade, ou afinidade com homossexualidade, ou por proteção de homossexuais em seus seminários ou no clero. Outra das suas ferramentas é a acusação de problemas psíquicos. Tem para isto uma equipe de psiquiatras a sua disposição, que elaboram os “informes” úteis para o caso.

É uma pena que a Argentina, e em certo ponto o Paraguai e uma parte do CELAM – onde ele não está presente, mas estão os seus minutantes – tenham que pagar a conta das suas artimanhas. A próxima geração de bispos ficará comprometida por estas campanhas?

Quem quiser conhecer toda a verdade sobre Bergoglio não tem senão que reconstituir: recorrer e analisar o conjunto de informação que há sobre o cardeal – não os boatos ou denúncias anônimas, mas afirmações feitas por pastores autorizados. Só se encontrará dificuldades porque, quem trai o Papa revelando segredos pontifícios ou quem difama e calunia, também é capaz de dissipar algumas páginas ou as mesmas pastas de relatórios da Cúria Romana. No final do dia, vale tudo para torná-lo como o “Escolhido”, como o seu lema episcopal geralmente é explicado.
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1 – Minutante: Oficial da Cúria Romana encarregado de redigir as minutas, que são projetos de notas oficiais e outros documentos. É a primeira etapa no trabalho na Cúria Romana, sendo um cargo de base.
2- P2 é a designação mais comum para a Loja Maçónica italiana Propaganda Due (Propaganda Dois).
Além da Itália, a P2 também tinha atividades na Suécia no Uruguai, no Brasil e especialmente na “Guerra Suja” da Argentina (com Raúl Alberto Lastiri, Presidente por escasso período de Julho de 1973 até 12 de Outubro de 1973; Emilio Massera, que foi membro da Junta Militar de 1976 a 1978, líderada por Jorge Rafael Videla e José López Rega, Ministro das Obras Sociais no governo de Péron e fundador da Aliança Anticomunista da Argentina).
3 – Emilio Eduardo Massera (19 de outubro de 1925 – Buenos Aires, 8 de novembro de 2010) foi um militar argentino. Neto de imigrantes suíços de origen de [Chiavenna] (Italia), seguiu carreira militar na Marinha Argentina (Armada Argentina). Destacou-se entre seus colegas de arma como um hábil articulador político. Anti-peronista convicto participou do golpe que destituiu Juan Perón em 1955.Ironicamente foi promovido à almirante pelo próprio Perón após seu retorno de exílio em 1973. Após a morte do general em 1974, Massera somou-se aos conspiradores que efetuaram o golpe de estado em 24 de março de 1976 conta a presidente María Estela Martínez de Perón. Membro integrante da junta militar ao lado de Jorge Rafael Videla (Exército) e Orlando Ramón Agosti (Aeronáutica), Massera protagonizou através da Marinha Argentina uma repressão implacável aos opositores do regime, com um saldo de milhares de mortos.
4 - NdB: Horacio Verbitzsky (Buenos Aires, 11 febbraio 1942) é um jornalista e escritor argentino. É um dos principais expoentes do movimento argentino para a defesa dos direitos humanos e entre os responsávei pela seção americana de Human Rights Watch. Editorialista do jornal argentino Página/12, colabora com El País, New York Times e Wall Street Journal, e ensina na Fundación para un Nuevo Periodismo Iberoamericano, fundada por Gabriel García Márquez. Em 2005 lança o livro "A Ilha do Silêncio", sobre o papel da Igreja Católica durante o período da ditadura argentina, no qual Verbitsky, reconstroi, através de testemunhos recolhidos entre parentes de "desaparecidos", a história do campo de concentração em uma ilha do Rio Tigre, chamada El Silencio. A investigação de Verbitsky pôe em evidênciamette os bastidores das relações entre a ditadura argentina e as hierarquias eclesiásticas, chamando em causa figuras principais do Vaticano, como Paulo VI, o núncio apostólico Pio Laghi e Jorge Mario Bergoglio, futuro papa Francisco. Vide notas de Verbitzsky sobre o Antipapa Bergoglio.

Fonte: Fratres in Unum: http://fratresinunum.com/2012/01/02/a-mafia-argentina-do-cardeal-bergoglio.
Texto transcrito na íntegra. Acrescentamos apenas a nota 4
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