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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Carta aberta do Rev. Padre Cardozo

CARTA ABERTA DO REV. PE. ERNESTO CARDOZO

o original e a tradução em Português

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N. Friburgo, 13-5-2012. 95º aniversario de la 1º aparición de Ntra. Sra. de Fátima


Pe. Cardozo e Mons. Lefebvre - 1988
Carta abierta a mis compañeros sacerdotes, fieles y amigos.    

Con la lectura de la carta de los tres Obispos de la Fraternidad a la Casa General  y la respuesta de ésta por parte de Mons. Fellay y sus seguidores, (que tienen más o menos los mismos errores que los manifestados en sus días por Dom Gérard, P. Rifan, P. Muñoz), no me queda más que manifestar: 

1º Nuestra total adhesión a la Fraternidad San Pio X y a su Fundador y por ende mi absoluto apoyo a los tres Obispos que permanecen fieles a la obra de Mons. Lefebvre en quienes pongo mi obediencia.
 

2º Mi desconocimiento de la autoridad de Mons. Fellay dada su pertinacia y alejamiento de los principios del Fundador y de todos quienes  compartan su posición de entrega a Roma, tengan el cargo que tengan y por ende mi repulsa a la postura de este Monseñor fundada en base a sus pareceres y políticas totalmente alejadas del sí-si, no-no del Evangelio y de los fundamentos dados por Mons. Lefebvre. (*)
 

3º Nuestro absoluto rechazo también, a cualquier acuerdo con la Roma modernista, a que este obispo, MF, nos está arrastrando desvergonzadamente en una operación suicidio, haciendo caso omiso de los consejos:
a: del Fundador
b: de sus tres hermanos en el Episcopado
c: de distintos sacerdotes que a lo largo de estos últimos años, le objetaron con las debidas razones los pasos dados hacia la comunión con una iglesia que ella misma se define como “post-conciliar” y no católica, que es enemiga de Ntro. Señor y de su reino universal(¹) y que terminaron expulsados o renunciando para no acabar en la lamentable situación a la que hoy llegamos.
 

4º Por esto hago mi llamamiento a tomar las riendas de la Fraternidad para evitar su desmantelamiento y dispersión a los tres Obispos fieles y que tienen la autoridad legada por el Fundador para ello.
 

5º Convoco a los miembros y fieles que aún guardan un mínimo de lealtad, fidelidad y obediencia al Fundador, a apoyar clara y efectivamente a nuestros tres Obispos leales, quitando todo apoyo a los obsecuentes seguidores de quienes han permitido con su anuencia, colaboración y silencio al actual estado de cosas llevando a la Fraternidad a esta división irremediable.
 

En razón de nuestro carácter de confirmados, esto es, soldados de Xto. Rey, por el juramento anti-modernista que hiciéramos previa a nuestra ordenación, para no terminar en el perjurio y la apostasía, insto a todos a tomar claramente la postura de la Tradición, apoyar con todos nuestros esfuerzos la defensa de la Fraternidad, barca segura en la que tantos objetivos alcanzamos y sobrevivimos a la apostasía de estos tiempos, mientras esperamos una real y completa conversión del Papa y de Roma a la Roma Eterna.
 

Confiados en la consagración hecha otrora de nuestra familia religiosa al Corazón Inmaculado de María, combatir con Ella y para Ella hasta el fin, Amén.   


P. E.J.J.Cardozo



(*) En declaraciones de este viernes a la agencia Catholic News Service desde la casa generalicia en Menzingen (Suiza), el superior de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X (FSSPX), Bernard Fellay, ha admitido las discrepancias en la congregación en torno a un posible acuerdo con la Santa Sede: “No puedo excluir que pueda haber una ruptura”, afirmó.
Monseñor Fellay explicó a la CNS que, en su opinión, “el movimiento del Santo Padre – porque realmente vino de él - es genuino”: “No parece que haya ninguna trampa. ….SIC!....Por lo que tendremos que examinarlo cuidadosamente y, si es posible, ir adelante”.
En referencia al impulso de Benedicto XVI, Fellay es muy claro: “Personalmente, habría deseado esperar algún tiempo más para ver las cosas más claras, pero es bastante claro que el Santo Padre quiere que suceda ahora”.
Pero no estamos solos para defender la fe. El Papa mismo lo hace,….(SIC!)…
(¹) Mons. Lefebvre en carta del 18-8-1988, con motivo del acuerdo hecho por D. Gérard, escribe a Dom Tomas, prior del Monasterio de Sta. Cruz: “…guardar su libertad y rechazar todo lazo con esta Roma modernista.”


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N. Friburgo, 13/05/2012. 95º aniversário da 1ª aparição de Nossa Senhora de Fátima

Carta aberta aos meus confrades sacerdotes, fiéis e amigos.

Após ler a carta dos três Bispos da Fraternidade à Casa Geral, e a resposta desta por parte de Mons. Fellay e seus seguidores (que tem mais ou menos os mesmos erros que os manifestados, em outra época, por Dom Gérard, P. Rifan, P. Muñoz), nada mais me resta que manifestar: 

1° Nossa total adesão à Fraternidade São Pio X e a seu Fundador e, portanto, meu apoio absoluto aos três Bispos que permanecem fieis à obra de Mons. Lefebvre, em quem coloco minha obediência.

2º Meu desconhecimento da autoridade de Mons. Fellay, dada sua pertinácia e afastamento dos princípios do Fundador, e de todos os que compartilham sua posição de entrega a Roma, independente do cargo que ocupam, e, portanto, minha repulsa à postura deste Monsenhor, baseada em seus pareceres e políticas totalmente apartadas do sim-sim, não-não do Evangelho e dos fundamentos dados por Mons. Lefebvre. (*)

3º Nossa rejeição absoluta, também, a qualquer acordo com a Roma modernista a que esse bispo, Mons. Fellay, está descaradamente nos arrastando em uma operação suicida, ignorando os conselhos:
a: do Fundador;
b: de seus três irmãos no Episcopado;
c: de diversos sacerdotes que, ao longo dos últimos anos, lhe refutaram, com as devidas razões, os passos dados em direção à comunhão com uma igreja que ela própria se define “pós-conciliar” e não católica, que é inimiga de Nosso Senhor e do seu reino universal(¹), e acabaram expulsos ou renunciando, para não acabar na lamentavel situação a que hoje chegamos.

4º Por isto, faço meu chamamento aos três Bispos fiéis e que têm a autoridade legada a eles pelo Fundador, para que assumam o comando da Fraternidade para evitar seu desmantelamento e dispersão.

5º Convoco aos membros e aos fiéis que ainda guardam um mínimo de lealdade, fidelidade e obediência ao Fundador, para apoiarem, de forma clara e eficaz, os nossos três Bispos leais, retirando todo apoio aos obsequiosos seguidores de quem permitiu, com seu consentimento, colaboração e silêncio, o atual estado de coisas, levando a Fraternidade a esta divisão irremediável.

Devido ao nosso caráter de confirmados, isto é, de soldados de Cristo Rei, pelo juramento anti-modernista que fizemos antes da nossa ordenação, para não acabarmos no perjúrio e na apostasia, insto todos a assumirem claramente a postura da Tradição, a apoiar com todos os nossos esforços a defesa da Fraternidade, barco seguro no qual tantos objetivos alcançamos e pelo qual sobrevivemos à apostasia destes tempos, enquanto esperamos uma real e completa conversão do Papa, e de Roma à Roma Eterna.

Confiantes na consagração de nossa família religiosa feita outrora ao Imaculado Coração de Maria, combatamos com Ela e por Ela, até o fim. Amém.


P. E.J.J.Cardozo


(*) Em declarações desta sexta-feira à agência Catholic News Service, da Casa generalícia em Menzingen (Suíça), o superior da Fraternidade São Pio X (SSPX), Bernard Fellay admitiu as discrepâncias na congregação quanto a um possível acordo com a Santa Sé: “Não posso excluir que possa haver uma ruptura”, afirmou ele.
Mons. Fellay explicou à CNS que, em sua opinião, “o movimento do Santo Padre - porque realmente veio dele - é genuíno”: “Não parece haver alguma armadilha (...) SIC! (...) Por isso, teremos que examiná-lo cuidadosamente e, se é possível, ir adiante”.
Em referência ao impulso de Bento XVI, Fellay é muito claro: “Pessoalmente, gostaria de ter esperado um pouco mais para ver as coisas mais claramente, mas é bastante claro que o Santo Padre quer que aconteça agora”.
Mas não estamos sozinhos a defender a fé. O próprio Papa o faz,... (SIC!)...
(¹) Mons. Lefebvre em carta datada de 18/08/1988, por causa do acordo feito por D. Gerard, escreveu a Dom Thomas, prior do Mosteiro de Santa Cruz: “...manter sua liberdade e rejeitar todos os laços com esta Roma modernista”.



Sermão do 5° Domingo Depois da Páscoa 

 pelo rev. Pe. Ernesto Javier Cardozo



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