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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Epifania do Senhor I

DOZE DIAS APÓS O NATAL DO SENHOR


FESTA DE PRIMEIRA CLASSE


A Epifania é, após a Páscoa, uma das solenidades cristãs mais importantes, junto com a Ascensão, o Pentecostes e o Natal. É celebrada no dia 06 de janeiro, ou seja, doze dias após o Natal. Nos países em que não é um feriado civil1, é celebrada no domingo entre os dias 2 e 8 de Janeiro.

Etimologicamente, Epifania deriva do verbo grego ἐπιφάινω, epifàino, que significa ‘me torno manifesto’: o substantivo feminino ἐπιφάνεια, epifanèia era utilizado pelos gregos para indicar a ação ou a manifestação de uma divindade, através de milagres, visões, sinais etc.

No século III2, os cristãos já comemoravam, com o termo Epifania, as manifestações divinas de Jesus, em particular a adoração dos Reis Magos, o batismo de Jesus e o milagre de Canãa. Com o tempo, e ainda hoje, se passou a entender com esse termo unicamente a primeira manifestação pública de Sua divindade, com a visita dos Reis Magos.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

As lendas da Palmeira e do Bom Ladrão

São Dimas à direita de Nosso Senhor Jesus Cristo.

As lendas da Palmeira e do Bom Ladrão

Lendas são narrações piedosas que se propagavam na Idade Média, e cuja veracidade não se baseia em documentos autênticos. Sem aprovar tais narrações, a Igreja não as rejeita de modo absoluto e deixa plena liberdade para serem aproveitadas como histórias edificantes.

Entre as lendas relativas à fuga para o Egito, as mais conhecidas são a da Palmeira e a do Bom Ladrão.

Um dia a Sagrada Família, fatigada pela longa viagem, parou à sombra de uma palmeira a fim de descansar um pouco. Apertada pela fome, e notando os cocos dourados que pendiam da palmeira, Maria sentiu que não estavam ao alcance da sua mão. Jesus viu o desejo de sua mãe e comoveu-se. Dirigindo-se à palmeira, disse: "Curva-te, bela palmeira, e alimenta minha terna mãe com tuas frutas". A estas palavras, a árvore reconheceu a voz do seu Criador e inclinou-se, e Maria colheu tantas frutas quantas desejava.

Após nova ordem do divino Menino a palmeira se ergueu de novo, e muito altaneira. Mas tão bela ação não podia ficar sem recompensa. Jesus continuou: "De agora em diante, quero que a palma seja o símbolo da vitória e brilhe eternamente nas mãos de todos aqueles que triunfarem sobre a terra, nos santos combates da virtude".

Em seguida veio um anjo, que cortou uma folha da generosa palmeira e a levou logo para o Céu. Por um novo prodígio deste Menino divino, uma fonte brotou ao pé da palmeira, a fim de refrescar os viajantes.

A lenda sobre Dimas, o bom ladrão, diz que ele já era salteador no tempo em que a Sagrada Família fugiu para o Egito. Encontrando um dia os fugitivos, ficou tocado pelo encanto sobre-humano do Salvador, convidou-os a abrigarem-se na sua caverna e mandou aprontar-lhes um jantar.

Dimas tinha um filho leproso. Sua mulher preparara um banho para Jesus, e depois de Maria ter banhado o divino Menino, disse à mãe do leproso para mergulhar nessa água o corpo de seu filho, que saiu repentinamente curado. Este prodígio surpreendeu o ladrão, a tal ponto que se prostrou aos pés dos viajantes, parecendo adorá-los. Em seguida tomou o Menino Jesus em seus braços, e disse: "Se feliz criança, tendes muita graça e poder demais para serdes só filho de uma mulher. Encomendo-me a Vós. Quando precisar de vosso auxílio, lembrai-vos de mim".

No dia seguinte a Sagrada Família continuou a jornada, e Dimas acompanhou-a até os confins do deserto. Trinta e três anos depois, dois ladrões foram crucificados ao lado de Jesus, sobre o Calvário: um expirava com a blasfêmia nos lábios, a raiva e o desprezo no coração; o outro, repentinamente esclarecido por uma graça poderosa, detestava sua vida criminosa e confessava a divindade do Salvador, a quem dirigia esta oração: "Senhor, lembrai-vos de mim quando estiverdes no vosso Reino". Este ladrão penitente era Dimas.

("Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, 1915)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Vaticano e a TL

O ESTRANHO CASO DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO REVALORIZADA NO VATICANO


Paolo Rodari
Segundo Paolo Rodari, de Palazzo Apostolico, a possível candidatura de Gerhard Ludwig Müller, Bispo de Ratisbonne, para a Congregação para a Doutrina da Fé, no lugar de Mons. Levada, não é uma boa notícia para o mundo católico, tendo em vista suas perigosas ligações com o fundador da teologia da libertação, Gustavo Gutiérrez. Segundo afirma Rodari, até o Osservatore Romano dá agora espaço e ênfase a esta figura, ao publicar, em dezembro ainda, um artigo sobre Müller, que cuidou da Opera omnia do futuro Papa Bento XVI e que esclarece que será republicado o volume dedicado à Escatologia, onde há dois textos do teólogo Ratzinger que, além de desfazer os ‘perigos’ ínsitos no famigerado movimento teológico, mostra os 'princípios positivos' da TL... Com esse artigo parece estar claro que a Santa Sé pretendia revalorizar o curriculum de Müller, mas, também, reavaliar (e valorizar) a teologia herética que sempre foi criticada, especialmente - segundo Rodari - por João Paulo II, que, em 1979, no México, declarou que “a concepção de Cristo como político, revolucionário, como o subversivo de Nazareth, não se alinha com a catequese da Igreja”. O Papa Bento XVI, então prefeito da Congregação pela Doutrina da Fé, compartilhava a visão de João Paulo II, mas também, como alega o próprio Müller, escreveu documentos, quando por sua passagem pela Congregação (Libertatis nuntius, 1984, e Libertatis conscientiae, 1986), que não continham apenas críticas, mas preparavam a estrada para uma “verdadeira teologia da libertação que é estritamente ligada à doutrina social da Igreja e que no mundo de hoje deve levar a própria voz...”. 

A teologia da libertação ainda vive. O próprio fundador o declarou recentemente. 

Como se isso não bastasse, em Roma há outro prefeito de Congregação (a Congregação dos religiosos), o Arcebispo brasileiro João Braz de Aviz, que, ao chegar a Roma em fevereiro passado, disse em uma entrevista que a TL não apenas é útil, mas necessária, porque permitiu à Igreja descobrir a opção preferencial pelos pobres, que é uma “opção evangélica”. (sic)
As escolhas dos novos prefeitos são preocupantes. Todas elas. Que Roma estão a construir? 

Giulia d'Amore di Ugento

Latim: estudar ou não estudar?

Por que (não) estudar latim hoje?Se a língua latina é considerada a mãe da língua portuguesa e de outras línguas ocidentais, será que seu estudo não seria importante ainda hoje?
por Francisco Edmar Cialdine Arruda





Qual a importância do latim hoje? Por que estudá-lo? Essas são as perguntas que geralmente nós nos fazemos tão logo entramos na primeira aula de latim da faculdade. Motivados pelo medo de alguns veteranos, às vezes chegamos até a negar a importância da disciplina com tais questionamentos. É claro que, muitas vezes, esse temor é corroborado quando somos obrigados a decorar listas e mais listas de desinências de casos, conjugações e etc., todavia, deixar de lado a língua que não só deu origem ao português e demais línguas neolatinas, como também influenciou tantas outras, é deixar de lado a oportunidade de entender, historicamente, como todas essas línguas se relacionam e se transformam. Foi pensando nisso que resolvi escrever esta apologia ao ensino de latim.

O latim nosso de cada dia

Ao contrário do que muitos possam pensar, o latim não é uma língua morta. Ele está mais vivo do que nunca. Não só vivo nas línguas neolatinas, mas em seu uso propriamente dito. Utilizamos a língua latina em algumas situações de nosso dia a dia. Deixamos o curriculum vitae nas empresas para conseguir emprego, fazemos cursos de pós-graduação lato sensu ou stricto sensu, nossa universidade pode estar localizada em diferentes campi etc. Esses são apenas alguns exemplos de expressões latinas comuns ao nosso cotidiano. É claro que sua influência se estende a outras línguas, por exemplo - ou melhor e.g.: em latim, temos a palavra dominus, que significa "senhor". A partir dessa palavra vieram as palavras "dominar", "condomínio" e o dia dedicado ao Senhor ("domingo"). Note que, há alguns séculos, tínhamos o título de "dom" (Dom Manuel, Dom Pedro I etc.), que caiu em desuso em português - porém, permanece em espanhol. O nome original do seu Madruga, famoso personagem do seriado de TV "Chaves", é, na verdade don Ramón. Temos o resquício dessa palavra apenas em seu feminino "dona" e seu diminutivo "donzela" (que veio de dominicella).

Se formos falar de língua inglesa, os exemplos não são menores. Apenas para citar alguns, temos university, que significa "universidade" - ambas as palavras vieram do latim universitas, isto é, o "universo", a "totalidade das coisas"; e não é essa a ideia de universidade? Outro exemplo curioso: o verbo to delete chegou ao português como "deletar", isto é, apagar algo que foi digitado no computador. Mas o verbo inglês tem origem latina: delere, "destruir" (incrivelmente, a segunda pessoa do plural do imperativo é delete). Então eu deixo a pergunta: será que Kaiser (imperador em alemão) e czar (imperador em russo) têm alguma relação com o império dos césares romanos? (Só para dar uma dica, César se escreve Caeser em latim e uma possível pronúncia é "cáisser").
Curiosidade:
Deixar de lado a língua que não só deu origem ao português e demais línguas neolatinas, como também influenciou tantas outras, é deixar de lado a oportunidade de entender como todas essas línguas se relacionam e se transformam

Voltando para nossa língua, conhecer latim nos faz raciocinar sobre os sentidos das palavras. Observe: a palavra latina para água é aqua, daí a natação ser um esporte aquático, os seus peixes ficarem em um aquário. Então eu pergunto o que seria aquicultura? Você pode até nem saber ao certo, mas fará uma ideia.

Podemos também falar sobre o que algumas gramáticas chamam de irregularidades da língua e perceber que elas têm explicação na sua história. Uma grande pedra no sapato dos alunos é o plural de palavras terminadas em "-ão". Na verdade, a irregularidade está em conhecer a origem dos três possíveis plurais ("-ãos", "-ões", "-ães"). O plural de "nação" é "nações" porque veio do latim, natione; em "pão" (pane), temos "pães", mas "cristãos" para "cristão" (christianu).

O latim está tão vivo que ainda hoje ele ajuda a criar neologismos. Além do exemplo de "deletar", podemos citar mais esse: "marinheiro", em latim, é nauta - daí o porquê do adjetivo náutico para coisas ligadas à marinha. De nauta teremos "astronauta" ou "cosmonauta", o navegante dos astros ou dos cosmos. Por isso dizemos que quem navega na Internet é internauta.

Voltando para nossa língua, conhecer latim nos faz raciocinar sobre os sentidos das palavras. Observe: a palavra latina para água é aqua, daí a natação ser um esporte aquático, os seus peixes ficarem em um aquário. Então eu pergunto o que seria aquicultura? Você pode até nem saber ao certo, mas fará uma ideia.

Podemos também falar sobre o que algumas gramáticas chamam de irregularidades da língua e perceber que elas têm explicação na sua história. Uma grande pedra no sapato dos alunos é o plural de palavras terminadas em "-ão". Na verdade, a irregularidade está em conhecer a origem dos três possíveis plurais ("-ãos", "-ões", "-ães"). O plural de "nação" é "nações" porque veio do latim, natione; em "pão" (pane), temos "pães", mas "cristãos" para "cristão" (christianu).
O latim está tão vivo que ainda hoje ele ajuda a criar neologismos. Além do exemplo de "deletar", podemos citar mais esse: "marinheiro", em latim, é nauta - daí o porquê do adjetivo náutico para coisas ligadas à marinha. De nauta teremos "astronauta" ou "cosmonauta", o navegante dos astros ou dos cosmos. Por isso dizemos que quem navega na Internet é internauta.

A importância do latim

A despeito de tudo isso há as questões culturais que circundam a língua. "Velho" em latim é senex. Em Roma, surgiu uma instituição que era composta pelos mais velhos, tidos como mais sábios - o membro dessa instituição era conhecido como senator. Temos, então, a origem do senado em Roma.
Outro detalhe, o latim é uma língua muito precisa por conta de seus casos e declinações, de modo que ela foi muito utilizada nas ciências e, principalmente, no Direito. Ainda hoje, em alguns países da Europa, é possível escrever uma tese em latim. De igual modo, a língua oficial da Igreja Católica Apostólica Romana  é o latim. Perceba que o latim é um ponto em comum entre a Ciência e a Igreja.
Não podemos também esquecer que o latim está vivo também nas músicas. Temos desde cantos religiosos (canto gregoriano), óperas "profanas" (como trechos de Carmina Burana) e até de bandas de heavy metal que fazem músicas em latim (vide box).

Por fim, cabe-nos agora hipotetizar sobre as razões que levam a língua latina a ser considerada persona non grata dos cursos de Letras. O primeiro motivo, certamente, é a ausência de metodologias de ensino que ultrapassem os tradicionais e extensos exercícios de declinação e conjugação. Os alunos muitas vezes se veem obrigados a decorar listas e mais listas de terminações sem compreenderem como aquele conteúdo pode contribuir com a formação de um professor de língua portuguesa. De fato, apesar de o latim contribuir para a solidificação profissional do aluno e mesmo para o aprendizado de outras disciplinas da grade curricular, não raro a língua latina é estudada sincronicamente isolada. A língua latina pode fornecer bases sólidas para estudos históricos da língua, estudos de análise sintática, estudos literários e de crítica literária e até mesmo estudos sociolinguísticos - desde que o professor de latim apresente ao aluno essas relações interdisciplinares. De igual modo, outras disciplinas podem contribuir para o desenvolvimento dos estudos clássicos. Um exemplo seria as contribuições possíveis que as novas teorias de ensino e aprendizagem de língua, desenvolvidas no campo da Linguística aplicada, podem oferecer. Esse campo tem crescido muito - mas apenas em nível de línguas modernas. Também a Lexicografia moderna, hoje voltada para a sala de aula, poderia oferecer ferramentas metodológicas para a produção de dicionários acessíveis ao grande público. Essas ideias, inclusive, poderiam ajudar a combater a crença negativa  de que não há nenhum caráter científico nos estudos clássicos.

Outra barreira para o sucesso do ensino do latim nos cursos superiores é a acessibilidade ao material didático. O pouco material existente em língua portuguesa é raro, caro e feito em uma linguagem imprópria para iniciantes. Muitos deles datam de décadas atrás, quando os estudos clássicos eram comuns nas escolas. É claro que, se o aluno lê em outras línguas, as opções se ampliam - na verdade, há uma considerável gama de material em alemão, francês ou mesmo inglês.

De modo geral, são essas barreiras que acabam por difamar o ensino do latim nas faculdades. Por outro lado, é a existência de tais barreiras e a possibilidade de superá-las que tornam esse campo de estudos um ambiente fértil de pesquisa.

MEMÓRIA:
Crença negativa: Para promover o latim, o Papa Paulo VI criou, quando ainda era subsecretário do Vaticano, a fundação Opus fundatum "Latinitas", que, durante o seu papado, em 1976, foi elevada a instituição. A fundação tem a tarefa de favorecer o estudo do latim clássico, eclesiástico e medieval, além de estimular seu uso na literatura. Confira em Vaticano.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A Renovação Carismática Católica

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.


Introdução:


Batizados no “Espírito”

“Batizado no Espírito”, “Oração em Línguas”, “O Dom da Profecia”, e um “Relacionamento Pessoal com Jesus Cristo” são todas expressões muito em voga e indispensáveis no vocabulário da assim chamada “Renovação Carismática Católica” (RCC), um movimento cujas origens se devem a um retiro sem nenhum acompanhamento realizado em 1967 por alguns estudantes da Universidade de Duquesne em Pittsburg (USA). Por volta de 1990, o movimento já contava com cerca de 72 milhões de seguidores no mundo inteiro e organizações oficiais em mais de 120 países.

Um crescimento tão rápido aqui e no exterior, juntamente com o quase completo abandono de práticas e crenças genuinamente católicas, bem como modo de se expressar, tem sido motivo de preocupação para os Católicos já por um bom espaço de tempo. À luz do trigésimo aniversário da RCC ocorrido no ano de 1997, uma análise mais profunda de suas práticas, crenças e ideias vem bem a calhar.

O trecho abaixo tirado da literatura carismática, diz respeito a um dos carros-chefes da RCC, “Batismo no Espírito”, uma “Experiência de fé”, na qual uma pessoa “libera” as graças recebidas no Batismo, Confirmação e Sagrada Eucaristia e assim experimenta a presença de Deus de um modo profundamente pessoal. Só por aí já podemos antecipar a visão e a compreensão dos Sacramentos mais comuns para os seguidores desse movimento:

“Cada Paróquia possui um certo número de grupos com sua própria visão, propósito e área de serviço. Ninguém se sente incomodado ou perturbado pelos outros movimentos tais como, Grupos do Rosário, Legião de Maria, Sociedade de São Vicente ou qualquer outra organização paroquial — a lista aqui poderia ser bem maior; portanto, por que toda essa polêmica em torno da Renovação Carismática? A verdade é que a RCC não é apenas uma questão de encontros de oração semanal. O seu coração reside no Batismo no Espírito Santo — uma graça de Deus a qual deveria ser parte da experiência normal de todo cristão — Através desse batismo, todo mundo: clero e leigos, homens e mulheres, jovens e velhos, negros e brancos, ricos e pobres — todos sem distinção têm a oportunidade de dar o seu sim a Deus. Mas é ainda muito mais do que isso. Ao fazermos nossa adesão pessoal a Jesus Cristo, nós estamos dizendo ‘sim’ à presença poderosa do Espírito Santo e aos seus dons: os carismas. Muitos de nós fracassamos em fazer isso quando iniciamos o processo da Iniciação Cristã. Mas agora todos nós podemos fazê-lo, basta permitirmos que o Espírito Santo transforme-nos desde o mais profundo íntimo do nosso ser, equipando-nos para o serviço à Igreja e ao mundo”. (Charles Whitehead — Charismatic Renewal — A Challenge 1993.)


Irregularidades Doutrinárias

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