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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Memorial de 27 de dezembro

Na data de hoje de 1673, no Mosteiro da Visitação de Paray-le-Monial começam as aparições do Sagrado Coração a Santa Margarida-Maria Alacoque, cuja memória é a 17 de outubro


Santa Margarida-Maria, rogai por nós! 

Sagrado Coração de Jesus, tende piedade de nós! 



* * *


Na data de hoje do ano de 1726, Papa Bento XIII, Pontífice Máximo, eleva às honras do altar dos Santos o Beato João da Cruz, sacerdote e místico insigne, companheiro de Santa Teresa d’Avila na reforma da Ordem Carmelita, e seu amigo d'alma. São João da Cruz fora beatificado em 25 de janeiro de 1675, pelo Papa Clemente X. Em 1926, foi declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XI: o Doctor Mysticus. Sua memória é no dia 24 de novembro


domingo, 21 de dezembro de 2014

O DETENTE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS; PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO MÊS

O DETENTE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS. PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO MÊS.



Conhecido como Detente, trata-se de um pequeno emblema que pode ser usado sobre o peito, em volta do pescoço ou preso ao paletó, embora o ideal seria levá-lo à altura do coração, como um lembrete das palavras de São Paulo “tende em vossos corações os mesmos sentimentos que teve Jesus Cristo no seu” (Filipenses 2,5).

O Detente tem uma imagem do Sagrado Coração, que, normalmente, está rodeado da seguinte frase: “Detente, o Sagrado Coração de Jesus está comigo”.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Sta. Margarida Maria Alacoque


17 DE OUTUBRO

SANTA MARGARIDA MARIA ALACOQUE

1647-1690

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Marguerite-Marie Alacoque, Santa Margarida Maria Alacoque, nasceu na aldeia de Lautecour, na Borgonha, no dia 22 de Julho de 1647, no seio duma família religiosa, honesta, de boa posição, reputação e de seriedade. Seu pai, Claude Alacoque, era notário real. Sua mãe, Philiberte Lamyn era filha também dum notário do rei, François Lamyn.

Horror ao pecado

Os seus pais perceberam logo o horror que Margarida Maria tinha pelo pecado quando ainda era pequena de três anos. Bastava lembrar-lhe que um ato qualquer ofendia a Deus para que a menina se afastasse horrorizada. Nas suas memórias a Santa afirma que Deus lhe fez ver “o grande horror do pecado, o que me horrorizou tanto que a mais mínima mancha resultava para mim num tormento insuportável.” (1)

A essa aversão ao pecado acrescentou-se logo um agrado muito grande pela oração e pela penitência, juntamente com uma tendência enorme para ajudar os pobres. “Deus, escreve a Santa, deu-me um amor tão terno pelos pobres que eu teria desejado só ter contato com eles. Ele incutiu-me uma compaixão tão grande pelas suas misérias que, se estivesse em meu poder, abandonaria tudo por eles. Quando tinha dinheiro, dava-o aos pobres para os estimular a aproximarem-se de mim e então ensinava-lhes o Catecismo e a rezar.” (2)

domingo, 1 de junho de 2014

Entronizai os Corações de Jesus e de Maria em vossos e lares

ATO DE CONSAGRAÇÃO AOS SAGRADOS CORAÇÕES DE JESUS E MARIA


"Sacratíssimos Corações de Jesus e de Maria, a vós me consagro, assim como toda minha família.  Consagramos a vós nosso próprio ser, toda nossa vida, tudo o que somos, tudo o que temos, e  tudo o que amamos.

A vós damos nossos corações e nossas almas. A vós dedicamos nosso lar e nosso país. Conscientes de que, através desta consagração nós, agora, vos prometemos viver cristãmente praticando as virtudes de nossa religião, sem nos envergonharmos de testemunhar a fé.

Ó Sacratíssimos Corações de Jesus e de Maria, aceitai esta humilde oferta de entrega de cada um de nós, através deste ato de consagração. 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Festa do Sagrado Coração de Jesus

Embora o Sacratíssimo Coração de Jesus seja honrado na primeira sexta-feira de cada mês do ano, a Festa do Sagrado Coração de Jesus acontece na sexta-feira seguinte à Festa de Corpus Christi. É uma festa móvel, portanto: 


2017: 23 Jun
2018: 08 Jun
2019: 28 Jun
2020: 19 Jun



FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS



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Acredita-se que a Devoção ao Sagrado Coração de Jesus seja tão antiga quanto a Igreja, pois começou na Cruz onde o coração do Crucificado, ferido pela lança, tornou-se símbolo da fonte maior do Amor. Mas o Evangelho sinaliza para outra evidência do fato ao narrar o gesto de João, o discípulo amado, encostando a cabeça no peito de Jesus durante a última ceia. Nesses dois momentos tem-se o sofrimento causado pelos pecados da Humanidade e o consolo pela dor do anúncio da Paixão, na Quinta-feira Santa. 

A Primeira Festa do Sagrado Coração foi comemorada no dia 31 de agosto de 1670, em Rennes, na França, graças aos esforços do Padre Jean Eudes (1602-1680). De Rennes, a propagação da devoção espalhou-se, mas tão somente depois das visões de Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690) é que se tornou universal.


Em todas essas visões, o Sagrado Coração de Jesus desempenhou um papel central. Nas aparições, Nosso Senhor deu à Margarida Maria, Doze Promessas àqueles que venerassem Seu Sagrado Coração.  


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Carnaval: Santa Margarida Maria de Alacoque

O Carnaval


"Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-se-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo agora?"

"Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos"

(Santa Margarida Maria Alacoque)








Fonte: Lumen Veritatis
Visto em: Apostolado Nossa Senhora do Rosário 


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domingo, 25 de março de 2012

O DETENTE


O Papa Pio IX concedeu no ano de 1872, uma
indulgência de 100 dias, uma vez ao dia, a todos os fieis
que usarem ao redor de seus pescoços este emblema piedoso
e rezarem um Pai-Nosso, Ave-María e Glória.



* * * 

O DETENTE



Breve histórico, por Giulia d'Amore

O Escudo do Sagrado Coração de Jesus, ou “Detente” ("Alto"), é um emblema ou escudo, com a imagem do Sagrado Coração de Jesus contornado pela frase: “Alto! O Coração de Jesus está comigo. Venha a nós o Vosso Reino!”.



O costume de portar o escudo do Sagrado Coração antigamente era bastante difundido entre os católicos, e expressava nossa gratidão pelo amor que Jesus nos manifesta e o desejo de compensá-lO com nosso amor e de sermos acolhidos sob Sua proteção. Sim, porque o detente é uma poderosa proteção que foi colocada à nossa disposição contra os todos os perigos para o corpo e para a alma, particularmente necessária nos dias de hoje. Basta portá-lo sempre conosco.  

Não precisa ser bento porque Papa Pio IX, que aprovou essa piedosa devoção, estendeu sua bênção a todos os “escudos”.  

Podemos portá-lo em todo lugar: no bolso, na bolsa, na carteira, junto com as fotos de nossos familiares, para que o Sagrado Coração nos proteja. Dessa forma, dizemos ao Senhor: Vos amo, em Vós confio, fazei meu coração semelhante ao Vosso!. O ideal, dizia Papa Pio IX, é que esteja na altura do coração.

Em Cadiz, na Espanha, colocavam placas do Sagrado Coração nas portas das casa, e recomendava-se colocá-las também nos carros, para dar-Lhe culto e receber muitas bênçãos. Tudo isso, como no caso das entronizações do Sagrado Coração, responde ao desejo do Senhor expresso à Santa Margarida Maria Alacoque, e confirmado pelos Sumos Pontífices, de ser honrado na imagem de Seu Sagrado Coração, cujas 12 Promessas todos conhecemos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

de Mattei e a sua apologia à Tradição Católica

Mais uma obra de Roberto de Mattei sobre o Concílio Vaticano II. Desta vez é uma apologia escancarada e sem receios de repetir a Verdade: A Tradição é a resposta, desde sempre, aos problemas da Igreja. É quem a mantém sempre a mesma, no tempo e no espaço. Sua salvaguarda. E, por ser tão importante, é dever de todo cristão salvaguardar, por sua vez, a Tradição. Somos todos sentinelas. Resenha da brilhante Cristina Siccardi, que assina também as notas (NdAª. - notas da autora). A tradução e as respectivas notas (NdTª. - notas da tradutora) modestamente são minhas.

Giulia d'Amore di Ugento



‘Apologia da Tradição’, de Roberto de Mattei.





A TRADIÇÃO
É A RESPOSTA, DESDE SEMPRE,
AOS PROBLEMAS DA IGREJA


O Concílio Vaticano II produziu documentos, mas não é, ele mesmo, um documento: como todo Concílio é, antes de tudo, um evento, um momento da história da Igreja que, como tal, se coloca em um nível factual e não veritativo1. Enquanto o dogma formula uma verdade que, uma vez formulada, transcende, por assim dizer, a história, o Concílio, ou melhor, os Concílios nascem e morrem na história, e pelos historiadores podem ser julgados”. (R. de Mattei)


Roberto de Mattei
Na capa do último livro de Roberto de Mattei2 está São Jerônimo3 (347-419/420); trata-se do célebre afresco ‘São Jerônimo em seu estúdio’ (c. 1480), de Domenico Ghirlandaio4 (1449-1494), guardado na Igreja de Todos os Santos, em Florença. Os livros abertos e os pergaminhos, com escritas em grego e hebraico, remetem à sua atividade: foi o primeiro tradutor da Bíblia do grego e do hebraico para o latim, conhecida como Vulgata. Ghirlandaio quis representá-lo absorto em pensamentos, enquanto dirige seu olhar para quem o observa. Este Doutor da Igreja, garante da Tradição Católica, olha para nós, nos perscruta e, com o rosto apoiado na mão esquerda, enquanto a outra mão está em atitude de escrever, parece dizer: “mas o que fizeram da Tradição que vós entregamos?”.

O livro traz um título decididamente interessante: Apologia da Tradição. Pós-escrito a 'O Concílio Vaticano II. Uma história nunca escrita' (Lindau, pp 164, € 16,00). Com base na teologia mais segura, como o é aquela da Escolástica (e de São Tomás de Aquino em particular), da Contrarreforma e da Escola Romana dos séculos XIX e XX, a qual se estende até o XXI graças à extraordinária figura de Monsenhor Brunero Gherardini5, e com base no Magistério dos Sumos Pontífices, de Mattei se faz repetidor da posição da Tradição da Igreja, aquela que a torna Santa e Imaculada. Este estudo é a melhor resposta para aqueles que buscaram confutar, com argumentos pobres e às vezes mesquinhos, a obra O Concílio Vaticano II. Uma história nunca escrita (Lindau), que valeu ao seu autor o Prêmio Acqui Storia 2011.
Podem teólogos sérios e historiadores sérios observar os acontecimentos deletérios da e na Igreja? Ou devem ignorá-los e, por obsequio, não à Verdade, mas à autoridade, aceitar como sendo bom e eficaz tudo o que desta última deriva? “Splendore Veritatis gaudet Ecclesia” (“A Igreja se compraz do refulgir da Verdade”), isto afirmou Leão XIII6 (1810-1903), aos 04 de Maio de 1902, aos representantes de institutos históricos estrangeiros em Roma. A Igreja sempre homenageou, mais cedo ou mais tarde, quem lhe demonstrou amor, contribuindo a mantê-la como a quis o seu Fundador, isto é, pura de todo erro e heresia; até mesmo com a crítica, que o amor torna sempre construtiva.

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