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segunda-feira, 15 de julho de 2013

DESTRUIÇÃO DA IGREJA: De Trento a Erfurt: notas sobre a reforma litúrgica conciliar

Este texto faz perceber a importância de lermos os documentos conciliares, para compreendermos a gravidade da situação em que vive a Igreja hoje. É a igreja conciliar, mas sua face é a Igreja Católica, o que confunde os espíritos incautos e que negligenciam o conhecimento das coisas de Deus. Católico relapso é católico a caminho da excomunhão, pois pode ser confundido por heresias despachadas como verdades católicas.


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De Trento a Erfurt: notas sobre a reforma litúrgica conciliar



É, portanto, apenas dentro da verdadeira Igreja que pode fermentar a heresia anti-litúrgica, ou seja, aquela heresia que surge como inimiga das formas de culto. Somente onde há algo para demolir o gênio da destruição tentará introduzir o veneno”.
(Dom Prosper Guéranger)

“Quando a missa tiver sido destruída, penso que teremos destruído também o papado... De fato, o papado apoia-se sobre a Missa como sobre uma rocha. Tudo isso ruirá quando ruir a abominável e sacrílega Missa deles”.
(Martinho Lutero)

Como observa Jungmann[1] , “O Concílio de Trento separou, com suas sentenças dogmáticas, a verdade do erro; trouxe à luz o caráter objetivo do sacrifício da Missa”. As barreiras dogmáticas e doutrinárias definidas por aquele Santo Concílio foram impressas na Missa que dele surgiu. “Uma barreira intransponível contra qualquer heresia” havia sido erguida em defesa da Igreja Católica e de sua santa ortodoxia.


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