Da mesma forma que o Padre Demarís, o Padre Roger Thomas Calmel, um dos primeiros sacerdotes a ter pressentido e resistido à crise na Igreja, que se difundia já rapidamente nos anos 60, traça as grandes linhas do comportamento do católico, que deve buscar força na vida interior para não se deixar transportar para a corrente dos erros e, assim, contribuir com a restauração da Igreja, restauração que deve começar na nossa alma.
PALE IDEAS - TRADIÇÃO CATÓLICA: SOMOS FILHOS DE MONS. MARCEL LEFEBVRE - SOMOS A CONTRARREFORMA! A IGREJA "QUE VEMOS" É APÓSTATA, E SUA MISSA É BASTARDA.
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domingo, 27 de novembro de 2016
Uma receita para tempos de Crise
sábado, 28 de setembro de 2013
Novas meditações para o Rosário e a Ladainha de Nossa Senhora
Pe. R. Th. Calmel O.P.
VITAM PRAESTA PURAM
MISTÉRIOS GOZOSOS
ENCARNAÇÃO E VIDA OCULTA EM NAZARÉ.
![]() |
| Mistérios do Santo Rosário CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR E IMPRIMIR |
Em nome de sua pureza incomparável, que Maria sempre Virgem nos obtenha praticar a pureza, trazer e glorificar a Deus em nossos corpos (I Cor. VI, 20).
segunda-feira, 11 de março de 2013
PE. CALMEL: Conservo a Missa Católica

Declaração do Rev.mo Pe. Roger Th. Calmel, OP
Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V, no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.
Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa Paulo VI, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.
Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como, de fato, o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Declaração do Reverendíssimo Pe. Roger Thomas Calmel, OP
Eu conservo a MISSA
TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V, no século
XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.
Por quê? Porque na
realidade, este Ordo Missae não
existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente,
patrocinada ou desejada pelo Papa Paulo VI, e que se reveste, momentaneamente,
da máscara de Ordo Missae de 3 de
abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara
desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a
Missa num rito equívoco.
Se aceitarmos este
rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante —
como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas
análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como,
de fato, o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e,
portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas
nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para
o precipício. Como aceitar ser cúmplice?
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