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domingo, 27 de novembro de 2016

Uma receita para tempos de Crise

Da mesma forma que o Padre Demarís, o Padre Roger Thomas Calmel, um dos primeiros sacerdotes a ter pressentido e resistido à crise na Igreja, que se difundia já rapidamente nos anos 60, traça as grandes linhas do comportamento do católico, que deve buscar força na vida interior para não se deixar transportar para a corrente dos erros e, assim, contribuir com a restauração da Igreja, restauração que deve começar na nossa alma.


"Em um período particularmente difícil, da vida da Igreja, em um tempo onde os socorros e os suprimentos mais necessários progressivamente vão diminuindo, devemos tomar cuidado de permanecer recolhidos em Deus, silenciosos, fervorosos na oração; antes de tudo para não esquecer o ensinamento da experiência, e isto quer dizer que o essencial não poderá jamais nos faltar; então, para ter a força de impedir, segundo as nossas forças, a extensão do caos e da anarquia que perturbam as almas e as perdem.

sábado, 28 de setembro de 2013

Novas meditações para o Rosário e a Ladainha de Nossa Senhora

Pe. R. Th. Calmel O.P.


VITAM PRAESTA PURAM


MISTÉRIOS GOZOSOS

ENCARNAÇÃO E VIDA OCULTA EM NAZARÉ.




Mistérios do Santo Rosário
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I. Anunciação. Cremos com toda a Igreja que Maria permaneceu sempre Virgem, tanto na concepção do Filho de Deus quanto em seu nascimento. Estamos certos de que o Anjo disse a verdade quando, tendo anunciado a Maria o mistério da Encarnação, precisou: o Espírito Santo descerá sobre vós e o poder do Altíssimo vos cobrirá com Sua sombra. Eis porque o santo que nascerá de vós será chamado Filho de Deus.

Em nome de sua pureza incomparável, que Maria sempre Virgem nos obtenha praticar a pureza, trazer e glorificar a Deus em nossos corpos (I Cor. VI, 20).

segunda-feira, 11 de março de 2013

PE. CALMEL: Conservo a Missa Católica

Declaração do Rev.mo Pe. Roger Th. Calmel, OP


Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V, no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.

Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa Paulo VI, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.

Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como, de fato, o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Declaração do Reverendíssimo Pe. Roger Thomas Calmel, OP

Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V, no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.

Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa Paulo VI, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.

Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como, de fato, o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?

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