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domingo, 19 de junho de 2011

A loucura de Satanás

Eis no que dá abraçar a doutrina modernista: tornar-se servos do demônio....

 O modernismo levou a homossexualidade e a pedofilia para dentro dos seminários Católicos...

Com isto já chegamos aos artifícios com que os modernistas passam as suas mercadorias. Que recursos deixam eles de empregar para angariar sectários? Procuram conseguir cátedras nos seminários e nas Universidades, para tornarem-se insensivelmente cadeiras de pestilência. Inculcam as suas doutrinas, talvez disfarçadamente, pregando nas igrejas; expõem-nas mais claramente nos congressos; introduzem e exaltam-nas nos institutos sociais sob o próprio nome ou sob o de outrem; publicam livros, jornais, periódicos. Às vezes  um mesmo escritor se serve de diversos nomes, para enganar os incautos, simulando grande número de autores. Numa palavra, pela ação, pela palavra, pela imprensa, tudo experimentam, de modo as parecerem agitados por uma violenta febre. Que resultado terão eles alcançado? Infelizmente lamentamos a perda de grande número de moços, que davam ótimas esperanças de poderem um dia prestar relevantes serviços à Igreja, atualmente fora do bom caminho. Lamentamos esses muitos que, embora não se tenham adiantado tanto, tendo contudo respirado esse ar infeccionado, já pensam, falam e escrevem com tal liberdade, que em católicos não assenta bem. Vemo-los entre os leigos; vemo-los entre os sacerdotes; e, quem o diria? Vemo-los até no seio das famílias religiosas. Tratam a Escritura à maneira dos modernistas. Escrevendo sobre a história tudo o que pode desdourar a Igreja divulgam cuidadosamente e com disfarçado prazer. Guiados por um certo apriorismo, procuram sempre desfazer as piedosas tradições populares. Mostram desdenhar as sagradas relíquias, respeitáveis pela sua antigüidade. Enfim, vivem preocupados em fazer o mundo falar de suas pessoas; e sabem que isto não será possível, se disserem as mesmas coisas que sempre se disseram. Podem estar eles na persuasão de fazerem coisa agradável a Deus e à Igreja; na realidade, porém, ofendem gravemente a Deus e à Igreja, se não com suas obras, de certo com o espírito que os anima e com o auxílio que prestam ao atrevimento dos modernistas.

[retirado da Encíclica "Pascendi Dominici Gregis" de São Pio X]

 
Como se pode ter uma influência do diabo na própria vida?
Este é um dos casos que nos interessa, lendo essa entrevista: "A persistência de uma pessoa em uma situação gravíssima de pecado e por um longo período de tempo é certamente um bom pressuposto para que o Mal possa tomar pé na alma mediante uma ação extraordinária". Como observa Pe. Amorth (exorcista italiano), em uma de suas muitas entrevistas, um excelente exemplo dessa atitude podemos encontrá-lo no caso de Judas Iscariotes: quem sabe quantas tentativas deve ter feito Jesus para que aquele pudesse superar sua ganância pelo dinheiro...
 


E agora vamos à entrevista, reproduzida da Messainlatino.it, deste diabólico consagrado vendido a satanás...
O senhor sabia que o pe. Van B. era membro da associação para pedófilos Martijn?
Sim, lembro que uma vez me falaram algo assim. Naquela época não perguntei mais nada. Não lembro quando foi isso.

Ele era membro desde 1994. O senhor sabia?
Não lembro exatamente, mas poderia ser. Eu sou o superior somente desde 1995.

O que o senhor pensa sobre as relações sexuais entre adultos e crianças? São admissíveis?
Obviamente, há normas sociais que devem ser observadas por qualquer um. Mas é legítimo perguntar-se se algumas dessas normas não são por demais rígidas. Formalmente, eu digo sempre que cada um deve observar a lei. Mas aquelas relações não são necessariamente danosas.

O senhor pensa que as relações entre adultos e crianças não são necessariamente danosas?
Tenho um exemplo disso. Uma vez veio falar comigo um rapaz de 14 anos que tinha uma relação com um religioso mais velho que havia sido proibido de continuar com isso e aquele rapaz sofreu muito por causa disso, sofreu danos justamente por causa da proibição. Disse-me: “pe. Herman, porque quer proibi-los?” E, então, o que devo dizer àquele rapaz?

Então, as relações entre adultos e crianças são aceitáveis?
O senhor conhece Foucault? O filosofo. Conhece seus escritos? Não, então deveria lê-los, sobretudo a introdução ao 4º volume. Depende, naturalmente, da criança. Não precisa olha rigidamente para a idade. Nunca se deve entrar no espaço pessoal da criança se a criança não quer, mas isso depende da própria criança. Há criança que indicam, elas mesmas, que é possível. Naquele caso, o contato sexual é admissível.

Há um grande grupo de vítimas que foram abusadas pelos salesianos no colégio de ‘s-Heerenberg. No caso delas, houve dano, não?
Há, efetivamente, um grande grupo que acha que lhes foi feito algum mal naquele período. Mas, quando olhamos melhor, apenas um pequeno grupo realmente sofreu.

A partir de que idade, segundo o senhor, as relações sexuais são possíveis?
Dizer: apenas a partir dos 18 anos, para mim é rígido demais.

O senhor entende, então, que a partir dos 12 anos está tudo bem ter relações sexuais com adultos?
O senhor deve entender que nós, nos anos 50 e 60, vivíamos todos juntos em s’Heerenberg. Todos nós estávamos longe de nossas famílias e éramos sozinhos. Adultos e rapazes – não víamos mulheres nem de longe – vivíamos juntos e, então, nascem essas coisas.

Se o senhor olha para trás, pode dizer que se portou bem em relação ao pe. Van B. ?
Não podia fazer mais nada. Eu sempre o apoiei.

http://blog.messainlatino.it/2011/05/per-il-superiore-dei-salesiani-olandesi.html




Ficamos espantados ao ouvir o que pensa e diz esse insensato, mas de qualquer maneira já haviam nos alertados sobre as consequências de abraçar o pensamento modernista: 

Restano per ultimo a dir poche cose del modernista in quanto la pretende a riformatore. Già le cose esposte finora ci provano abbondantemente da quale smania di innovazione siano rôsi cotesti uomini. E tale smania ha per oggetto quanto vi è nel cattolicismo. Vogliono riformata la filosofia specialmente nei Seminarî: sì che relegata la filosofia scolastica alla storia della filosofia in combutta cogli altri sistemi passati di uso, si insegni ai giovani la filosofia moderna, unica, vera e rispondente ai nostri tempi. A riformare la teologia, vogliono che quella, che diciamo teologia razionale, abbia per fondamento la moderna filosofia. Chiedono inoltre che la teologia positiva si basi principalmente sulla storia dei dogmi. Anche la storia chiedono che si scriva e si insegni con metodi loro e precetti nuovi. Dicono che i dogmi e la loro evoluzione debbano accordarsi colla scienza e la storia. Pel catechismo esigono che nei libri catechistici si inseriscano solo quei dogmi, che sieno stati riformati e che sieno a portata dell'intelligenza del volgo. Circa il culto, gridano che si debbano diminuire le devozioni esterne e proibire che si aumentino. Benché a dir vero, altri più favorevoli al simbolismo, si mostrino in questa parte più indulgenti. Strepitano a gran voce perché il regime ecclesiastico debba essere rinnovato per ogni verso, ma specialmente pel disciplinare e il dogmatico. Perciò pretendono che dentro e fuori si debba accordare colla coscienza moderna, che tutta è volta a democrazia; perché dicono doversi nel governo dar la sua parte al clero inferiore e perfino al laicato, e decentrare, Ci si passi la parola, l'autorità troppo riunita e ristretta nel centro. Le Congregazioni romane si devono svecchiare: e, in capo a tutte, quella del Santo Officio e dell'Indice. Deve cambiarsi l'atteggiamento dell'autorità ecclesiastica nelle questioni politiche e sociali, talché si tenga essa estranea dai civili ordinamenti, ma pur vi si acconci per penetrarli del suo spirito. In fatto di morale, danno voga al principio degli americanisti, che le virtù attive debbano anteporsi alle passive, e di quelle promuovere l'esercizio, con prevalenza su queste. Chiedono che il clero ritorni all'antica umiltà e povertà; ma lo vogliono di mente e di opere consenziente coi precetti del modernismo. Finalmente non mancano coloro che, obbedendo volentierissimo ai cenni dei loro maestri protestanti, desiderano soppresso nel sacerdozio lo stesso sacro celibato.


[retirado da Encíclica "Pascendi Dominici Gregis" de São Pio X]

Fonte: Non Possum 
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

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