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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BERGOGLIO: Deus não é católico. Só se for o "deus" dele...

Alguns dias offline e as "surpresas" bergoglianas não acabam. É de domínio geral que daquela boca saem, cada vez mais, blasfêmias e heresias, em particular aquela em que ele afirma que "não há um Deus Católico".

Já são muitas as manifestações públicas de boas almas indignadas que não temem dizer o óbvio, enquanto o mundo aplaude cada passo que Bergoglio dá para longe da Luz, arrastando consigo milhões de almas. Almas preguiçosas e negligentes, mas almas que custaram o Sangue de um Deus. Sim, porque Cristo É Deus, apesar do que os hereges andam ensinando dentro das igrejas católicas que usurparam a ouvidos amortecidos por décadas de infecção conciliar.

Nós também queremos fazer uma PROFISSÃO PÚBLICA de Fé, que quer também ser, humildemente, uma PÚBLICA REPARAÇÃO à honra de um Deus tão bom, ao ponto de dar a vida de Seu amado Filho por gente tão ingrata!!!

Não vou usar a expressão "meu Deus é católico" (do brilhante texto do blog do Angueth) porque pode passar a falsa ideia de que eu possuo a moderna crença de que a fé é uma opinião particular de cada um. Não! Eu não sou moderna justamente porque eu sou católica. Como DEUS, o mesmo Deus de Abraão, dos Santos Apóstolos, de milhões de Mártires e Santos: notórios e desconhecidos. Como a Fé que Cristo - Filho de Deus e Deus - fundou e confiou a São Pedro, finalmente traído por seus últimos sucessores.

Nenhum servo é maior que o seu senhor, se Cristo foi traído, por quê São Pedro não o seria?

domingo, 6 de outubro de 2013

Chamada para o combate!!! ÀS ARMAS, CATÓLICOS!!!!


Quer partir para o combate? Está cansado desse "ativismo" de poltrona? Há uma proposta de apostolado que vai tirar a todos do marasmo e da apatia!!! 

Recebi, hoje, um e-mail BOMBÁSTICO propondo esse apostolado.

Em linhas gerais - porque é um esboço ainda - trata-se de uma profissão pública de Fé congregando "os Católicos em torno do Amor a Deus, à Igreja e a Nossa Senhora, contra a Maçonaria, o clero omisso e liberal, pela salvaguarda do Brasil e em espírito de reparação, tendo em vista a Realeza social de Nosso Senhor Jesus Cristo".

Basicamente, consistiria em sairmos à rua, em lugares de grande movimentação (praças, pátios de igrejas, grandes avenidas...), com o terço na mão e a Medalha Milagrosa (para quem a tem), com uma camiseta negra em sinal de luto, sozinhos ou em família ou em grupo de pessoas e/ou família, por todo o País, independente da região, no dia 12 de Outubro, Festa de Nossa Senhora Aparecida. O terço pode ser rezado em voz alta ou em silêncio... 

Quer participar disso? Acompanhe as próximas publicações ou nos envie o seu e-mail ou assine o nosso feed. 

Chegou a hora de provar que não se trata de mero inconformismo, mas de FÉ! 


 

Lançamos aqui o desafio. Voltaremos a falar nisso, com algo mais concreto. 

VIVA CRISTO REI! 


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RESISTÊNCIA CATÓLICA EM CIUDAD JUAREZ, MÉXICO

Recebemos uma bela foto da Resistência Católica na cidade mexicana de Ciudad Juarez, onde o Rev. Pe. Cardozo inaugurou oficialmente a Missão Maria Rainha - Misión María Reina. Saudamos os amigos mexicanos, que combatem conosco, lado a lado. 



Viva Cristo Rei! Viva Maria Rainha! 


O recado do Padre Cardozo:

Uma lembrança de nossa passagem pela Misión María Reina de Ciudad Juarez, México. 
Não quero deixar de agradecer ao P. Díaz por sua colaboração ao nos enviar fiéis à Resistência.
Deus abençoe a todos e lhes dê a graça da perseverança na Fé.


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terça-feira, 1 de outubro de 2013

SERÁ O HUMANISMO UMA RELIGIÃO?

Do livro “A Coisa”, publicado em 1929, de Gilbert Keith Chesterton


Nota: Este é aparentemente um texto de crítica literária, mas nas mãos de Chesterton ele se transforma num texto da mais refinada apologética católica. O autor identifica, agrupa e disseca um grupo poderoso e moderno de inimigos da Igreja. Ele mostra como este grupo, constituído dos intelectuais mais influentes, são hereges como o foram os protestantes do século XVI e os revolucionários do século XVIII. Mostra que a forma com que agem os hereges modernos é a mesma de seus “protótipos”, como Chesterton denomina os seus antepassados e, para terminar, ele nos brinda com a sua versão do dogma católico “Extra Ecclesiam nulla salus”.


Acabo de ler o livro “A Crítica Americana”, do Sr. Norman Foerster; espero que não seja desrespeito ao livro como um todo, que é uma série de detalhados estudos sobre pensadores americanos, se digo que sua parte principal se encontra no último capítulo; que propõe certo problema ou desafio ao pensamento moderno. O problema é se o que ele chama de humanismo pode satisfazer a humanidade. De seus outros tópicos seria fácil falar para sempre. Ele geralmente diz a coisa certa; ele às vezes diz a última palavra, naquele estilo sugestivo e provocativo que induz alguém a dizer uma palavra a mais. Em minha própria opinião sobre os autores por ele analisados, Whitman seria muito maior e Lowell muito menor. Sobre Emerson, ele parece sensível e justo; e Emerson certamente tinha distinção; mas justamente aquele tipo de árida distinção em relação a qual sempre temi ser injusto. Um puritano tentou ser pagão; e conseguiu ser um pagão que hesitava sobre se devia ir ver uma garota dançando. Todas estas questões são estimulantes, mas secundárias em relação à questão que tomarei a liberdade de abordar separadamente, e de tentar responder seriamente. Temo que respondê-la seriamente deva significar respondê-la pessoalmente. A questão é realmente se o humanismo pode desempenhar todas as funções da religião; e não posso evitar considerá-la em relação à minha própria religião. É justo dizer que o humanismo é muito diferente do humanitarismo. Seu significado, como explicado aqui, é o seguinte. A ciência e a organização modernas são, em certo sentido, excessivamente naturais. Elas nos arrebanham como animais selvagens, segundo a característica de hereditariedade e o destino tribal; elas prendem o homem à terra como uma planta, em vez de libertá-lo como um pássaro, para não dizer como um anjo. De fato, sua mais recente psicologia é mais inferior que o nível da vida. O que é subconsciente é sub-humano e, supostamente, subterrâneo: ou algo menos que terrestre. Esta luta pela cultura é, acima de tudo, uma luta pela consciência: o que alguns chamariam auto-consciência; mas, de qualquer forma, contra a mera subconsciência. Precisamos de uma reunião de coisas realmente HUMANAS; vontade que seja moral, memória que seja tradição, cultura que seja a frugalidade de nossos pais. Todavia, minha primeira obrigação é responder à questão a mim colocada; e eu a devo responder negativamente.

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