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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Proclamas Matrimoniais: srta. Jilian Maura e sr. Marcos Anisio Santos

Proclamas a serem lidos hoje, 20 de Abril de 2017, na Missão Cristo Rei de Ipatinga, do Matrimônio de Jiulian Mayra e Marcos Anício Santos.   




Dia do Matrimônio: 22/04/2017, às 18h.  



   


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Retiro de Semana Santa

RETIRO DE SEMANA SANTA 

Missão Cristo Rei de Ipatinga (MG) - 2017 


Caros amigos, Deus mediante, faremos, nos dias 08 a 12 de abril, um Retiro Espiritual aberto em nossa Capela de Ipatinga, centrando-nos na Eucaristia e na Reparação aos Sagrados Corações.  
Pede-se de procurar velar diante do Santíssimo desde a sexta-feira 7 de abril, de 21h às 24h. Nos demais dias, de 9h às 12h e de 22h às 24h. 

PROGRAMAÇÃO 


terça-feira, 4 de abril de 2017

Eu não disse que houve um acordo?

Francisco reconhece "sob condição" os matrimônios feitos pela Neofrat. 

 



Então, né... Francisco só está que apressa a plena comunhão dos Neofrat com a Igreja Apóstata de Roma Apóstata. De tempos em tempos, solta um pedacinho de queijo, e os ratinhos vão alegres e contentes para a ratoeira herética.  

Primeiro, autorizou as confissões com prazo de validade. Depois, misericordioso que só ele, espichou o prazo por tempo indeterminado (espertinho, Francisquiello, não deu a corda toda), e agora os padres neofrats têm o selinho bergogliano de confessores autorizados! Que fofos! Agora, concede a eles a validação dos matrimônios que fizerem, mas "sob condição" - isto é ideia minha... Ele não a chamou assim - da seguinte forma: 

Sempre que possível será dada autorização para assistir ao matrimônio ao ordinário local, o qual receberá o consenso das partes no rito do sacramento, no começo da missa, seguindo-se a celebração da missa por parte do sacerdote neofrat. Quando não for possível a presença de um padre modernista, o sacerdote Neofrat poderá fazer o casamento restando advertido de que deverá entregar a documentação o mais breve possível à Diocese herética local. E isso só para acabar com o desconforto dos fieis da Neofrat e a incerteza sobre a validade do matrimônio, e, ao mesmo tempo, para APRESSAR O CAMINHO PARA A PLENA REGULARIZAÇÃO INSTITUCIONAL

Então, vejamos: os padres da Neofrat serão supervisionados pelos hereges modernistas. E para eles... tudo bem?... Que coisa, né?  

O que falta acontecer? Enquanto não tiver um papel assinado não existe acordo? Sério? Hummmmmmmmmmmmmm, então, tá, então! 

Como diz o Capitão Jack Sparrow: "repita isso até acreditar!"... 

sábado, 1 de abril de 2017

SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ

Aleluia! Finalmente o Gnocchi chegou lá. Que ele é um dos meus escritores preferidos, junto com o finado Mario Palmari, os meus leitores já sabem (veja a tag), mas eu havia parado de ler o que escreviam, mais ou menos quando Palmari faleceu, porque eles estavam “quase lá”, e eu já estava cansada dos “quase lá”, como eles, o Socci e o Mastino, por exemplo. Quem ainda está sub CVII ou crê que Bento XVI é tradicionalista... me dá nos nervos e ponho de lado mesmo, com toda a genialidade que possam indiscutivelmente ter. Mas Gnocchi reacende minhas esperanças, e quiçá Socci e os demais também possam alcançar essa clareza e tomada de posição que vejo, agora, neste texto, que assino embaixo como se meu fosse. Contudo... ainda sinto um cheiro de respeitos humanos em suas palavras. Aceitável, porque a conversão pode ser assim mesmo, aos poucos, ainda que seja desejável que fosse de um sopetão, como tive oportunidade de testemunhar algumas poucas vezes: uma mudada de rota definitiva e instantânea. Sobretudo em se tratando de um formador de opinião. E isso também é uma atividade solitária

Não sei se é porque sempre fui autossuficiente, desde menina; nunca precisei “do outro”, de grupos, de estar com a maioria; sempre fui “eu & Deus” – o que me parece hoje uma grande e bela graça, pois sempre me soou como um defeito meu, o de não precisar pertencer – mas o fato é que a perspectiva de ficar só nesse mundo, sem sacramentos, já não me preocupa há algum tempo. Bom, só para registro: quando falo “só” não me refiro à minha família, meu marido e minha filha, mas em sentido maior. Preciso desenhar? 

E é verdade que, desde que redescobri a Tradição, e percebi que estava de volta à Casa Paterna, passei a ter a boa sensação de não estar mais só, de pertencer a algo. Mas, graças ao estudo da doutrina e a uma boa orientação por parte do meu diretor espiritual, hoje não tenho mais medo (Lucas 12,7) de estar só, de não ter os Sacramentos, de vivenciar a experiência japonesa de quase 3 séculos sem padres e, portanto, sem Missa e sem Sacramento. Minh'alma custou o Sangue de um Deus bom, e não vou expô-la a riscos em missas juramentadas – ou em vias de – ao CVII só “porque sou pecador e preciso dos Sacramentos”, como ouço muito por aí, e que é de uma arrogância sem par! Eu não. Eu me confio nas mãos de Deus e aceito de bom grado tudo que Ele me mandar, inclusive o castigo que o mundo merece. Ainda que ele me mate, nele esperarei, dizia o bom Jó (13,15). 

I - Ir à missa “em latim” de qualquer sacerdote que está sub (ou em vias de) Concílio Vaticano II, mesmo que ele o critique de manhã, de tarde e de noite, é ir a uma missa juramentada. A mesma dos tempos da revolução maçônica francesa. 

II - ir à missa juramentada “pelos sacramentos” mostra falta de catecismo e de confiança em Deus. 

Raça de víboras. Homens de pouca fé. Não tenhais medo! Deus dá as graças. 

 


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SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ




 

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