PALE IDEAS - TRADIÇÃO CATÓLICA: SOMOS FILHOS DE MONS. MARCEL LEFEBVRE - SOMOS A CONTRARREFORMA! A IGREJA "QUE VEMOS" É APÓSTATA, E SUA MISSA É BASTARDA.
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quarta-feira, 19 de abril de 2017
domingo, 16 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Retiro de Semana Santa
RETIRO DE SEMANA SANTA
Missão Cristo Rei de Ipatinga (MG) - 2017Caros amigos, Deus mediante, faremos, nos dias 08 a 12 de abril, um Retiro Espiritual aberto em nossa Capela de Ipatinga, centrando-nos na Eucaristia e na Reparação aos Sagrados Corações.
Pede-se de procurar velar diante do Santíssimo desde a sexta-feira 7 de abril, de 21h às 24h. Nos demais dias, de 9h às 12h e de 22h às 24h.
PROGRAMAÇÃO
terça-feira, 4 de abril de 2017
Eu não disse que houve um acordo?
Francisco reconhece "sob condição" os matrimônios feitos pela Neofrat.
Primeiro, autorizou as confissões com prazo de validade. Depois, misericordioso que só ele, espichou o prazo por tempo indeterminado (espertinho, Francisquiello, não deu a corda toda), e agora os padres neofrats têm o selinho bergogliano de confessores autorizados! Que fofos! Agora, concede a eles a validação dos matrimônios que fizerem, mas "sob condição" - isto é ideia minha... Ele não a chamou assim - da seguinte forma:
Sempre que possível será dada autorização para assistir ao matrimônio ao ordinário local, o qual receberá o consenso das partes no rito do sacramento, no começo da missa, seguindo-se a celebração da missa por parte do sacerdote neofrat. Quando não for possível a presença de um padre modernista, o sacerdote Neofrat poderá fazer o casamento restando advertido de que deverá entregar a documentação o mais breve possível à Diocese herética local. E isso só para acabar com o desconforto dos fieis da Neofrat e a incerteza sobre a validade do matrimônio, e, ao mesmo tempo, para APRESSAR O CAMINHO PARA A PLENA REGULARIZAÇÃO INSTITUCIONAL.
Então, vejamos: os padres da Neofrat serão supervisionados pelos hereges modernistas. E para eles... tudo bem?... Que coisa, né?
O que falta acontecer? Enquanto não tiver um papel assinado não existe acordo? Sério? Hummmmmmmmmmmmmm, então, tá, então!
Como diz o Capitão Jack Sparrow: "repita isso até acreditar!"...
sábado, 1 de abril de 2017
SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ
Aleluia! Finalmente o Gnocchi chegou lá. Que ele é um dos meus escritores preferidos, junto com o finado Mario Palmari, os meus leitores já sabem (veja a tag), mas eu havia parado de ler o que escreviam, mais ou menos quando Palmari faleceu, porque eles estavam “quase lá”, e eu já estava cansada dos “quase lá”, como eles, o Socci e o Mastino, por exemplo. Quem ainda está sub CVII ou crê que Bento XVI é tradicionalista... me dá nos nervos e ponho de lado mesmo, com toda a genialidade que possam indiscutivelmente ter. Mas Gnocchi reacende minhas esperanças, e quiçá Socci e os demais também possam alcançar essa clareza e tomada de posição que vejo, agora, neste texto, que assino embaixo como se meu fosse. Contudo... ainda sinto um cheiro de respeitos humanos em suas palavras. Aceitável, porque a conversão pode ser assim mesmo, aos poucos, ainda que seja desejável que fosse de um sopetão, como tive oportunidade de testemunhar algumas poucas vezes: uma mudada de rota definitiva e instantânea. Sobretudo em se tratando de um formador de opinião. E isso também é uma atividade solitária.
Não sei se é porque sempre fui autossuficiente, desde menina; nunca precisei “do outro”, de grupos, de estar com a maioria; sempre fui “eu & Deus” – o que me parece hoje uma grande e bela graça, pois sempre me soou como um defeito meu, o de não precisar pertencer – mas o fato é que a perspectiva de ficar só nesse mundo, sem sacramentos, já não me preocupa há algum tempo. Bom, só para registro: quando falo “só” não me refiro à minha família, meu marido e minha filha, mas em sentido maior. Preciso desenhar?
E é verdade que, desde que redescobri a Tradição, e percebi que estava de volta à Casa Paterna, passei a ter a boa sensação de não estar mais só, de pertencer a algo. Mas, graças ao estudo da doutrina e a uma boa orientação por parte do meu diretor espiritual, hoje não tenho mais medo (Lucas 12,7) de estar só, de não ter os Sacramentos, de vivenciar a experiência japonesa de quase 3 séculos sem padres e, portanto, sem Missa e sem Sacramento. Minh'alma custou o Sangue de um Deus bom, e não vou expô-la a riscos em missas juramentadas – ou em vias de – ao CVII só “porque sou pecador e preciso dos Sacramentos”, como ouço muito por aí, e que é de uma arrogância sem par! Eu não. Eu me confio nas mãos de Deus e aceito de bom grado tudo que Ele me mandar, inclusive o castigo que o mundo merece. Ainda que ele me mate, nele esperarei, dizia o bom Jó (13,15).
I - Ir à missa “em latim” de qualquer sacerdote que está sub (ou em vias de) Concílio Vaticano II, mesmo que ele o critique de manhã, de tarde e de noite, é ir a uma missa juramentada. A mesma dos tempos da revolução maçônica francesa.
II - ir à missa juramentada “pelos sacramentos” mostra falta de catecismo e de confiança em Deus.
Raça de víboras. Homens de pouca fé. Não tenhais medo! Deus dá as graças.
Não sei se é porque sempre fui autossuficiente, desde menina; nunca precisei “do outro”, de grupos, de estar com a maioria; sempre fui “eu & Deus” – o que me parece hoje uma grande e bela graça, pois sempre me soou como um defeito meu, o de não precisar pertencer – mas o fato é que a perspectiva de ficar só nesse mundo, sem sacramentos, já não me preocupa há algum tempo. Bom, só para registro: quando falo “só” não me refiro à minha família, meu marido e minha filha, mas em sentido maior. Preciso desenhar?
E é verdade que, desde que redescobri a Tradição, e percebi que estava de volta à Casa Paterna, passei a ter a boa sensação de não estar mais só, de pertencer a algo. Mas, graças ao estudo da doutrina e a uma boa orientação por parte do meu diretor espiritual, hoje não tenho mais medo (Lucas 12,7) de estar só, de não ter os Sacramentos, de vivenciar a experiência japonesa de quase 3 séculos sem padres e, portanto, sem Missa e sem Sacramento. Minh'alma custou o Sangue de um Deus bom, e não vou expô-la a riscos em missas juramentadas – ou em vias de – ao CVII só “porque sou pecador e preciso dos Sacramentos”, como ouço muito por aí, e que é de uma arrogância sem par! Eu não. Eu me confio nas mãos de Deus e aceito de bom grado tudo que Ele me mandar, inclusive o castigo que o mundo merece. Ainda que ele me mate, nele esperarei, dizia o bom Jó (13,15).
I - Ir à missa “em latim” de qualquer sacerdote que está sub (ou em vias de) Concílio Vaticano II, mesmo que ele o critique de manhã, de tarde e de noite, é ir a uma missa juramentada. A mesma dos tempos da revolução maçônica francesa.
II - ir à missa juramentada “pelos sacramentos” mostra falta de catecismo e de confiança em Deus.
Raça de víboras. Homens de pouca fé. Não tenhais medo! Deus dá as graças.
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SOLIDÃO DO COMBATE DA FÉ
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