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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Os neo-santos da Neo-Igreja: Carlo Acutis e Pier Giorgio Frassati


Os neo-santos da Neo-Igreja: Carlo Acutis e Pier Giorgio Frassati



O que é um Santo? Santo é alguém que se “separou” do mundo por amor a Cristo. Alguns são mártires de sangue, outros são vítimas de martírio incruento, e outros ainda morrem santamente em seus leitos e, ainda assim, são confessores da sua fé em Cristo. Há diferentes graus de santidade, mas todos são imprescindivelmente exemplares e virtuosos. Nem todos serão canonizados pela Igreja, por óbvias razões, mas todos dão testemunho de Cristo no mundo em que vivem. 

A canonização de um Santo é um longo e demorado processo[1], com quatro etapas: Servo de Deus, Venerável, Beato e Santo. 

Três requisitos são necessários para a homologação da candidatura: a fama de santidade, o exercício das virtudes cristãs — fé, esperança, caridade, prudência, justiça, fortaleza e temperança — e a ausência de obstáculos insuperáveis à canonização: heresias, escândalos, crimes... 

Para o início de uma causa de canonização, é sempre necessária a “fama de santidade” do candidato, ou a opinião comum das pessoas segundo a qual sua vida foi íntegra, rica de virtudes cristãs. Essa “fama de santidade” deve durar e pode crescer após sua morte. O candidato aos altares deve ter vivido HEROICAMENTE as virtudes cristãs, ou ter tido a disposição HABITUAL de fazer o bem com firmeza, continuidade e sem hesitação. Deve ter praticado as virtudes em um nível MUITO ALTO, acima da média. Em outros casos, o objeto de verificação diz respeito às exigências do martírio cristão ou da oferta da vida. 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A festa da uva dos neo-santos da neo-igreja conciliar!

Mais dois neo-santos da neo-igreja de Francisco: um vivo e um morto de morte matada: Bento XVI e João Paulo I. Um, o que ainda vive, já o querem santo, pois teria feito um milagre (ou dois, porque o milagrado agora quer ser padre); o outro, com ou sem milagre, porque isso já não importa mais (a não ser para os verdadeiramente Santos que esperam à séculos pelo reconhecimento de suas virtudes heroicas e milagres), o querem beato.

E la barca va...

  
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

FRANCISCO, O QUE DEVES FAZER, FAÇA-O LOGO!

Este post foi certamente escrito antes da divulgação da nova encíclica da neo-igreja conciliar, LUMEN FIDEI (PDF), que confirma o título do post.


FRANCISCO, O QUE DEVES FAZER, FAÇA-O LOGO!



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

IGREJA: Mais neo-Santos para a neo-Igreja

Fiquei apenas com uma dúvida: que tradicionalista concordaria com a canonização de uma filocomunista? Ou da religiosa de Calcutá? Penso que o blogueiro se refira aos mais conservadores entre os modernistas...

Uma proposta equivocada

Mesmo entre católicos que se dizem tradicionalistas encontrei quem considera justa a canonização de católicos com extrema simpatia pelo comunismo, apenas porque ajudaram os pobres. Caso em tela, a proposta de canonização da uma americana filocomunista, Dorothy Day, pela socialista USCCB. Ela acreditava nesta contradição em termos chamada por ela de "comunismo católico"; e dizia que o ideal comunista era o ideal do bem comum, o ideal de São Tomás More, de Santo Tomás de Aquino e dos primeiros Cristãos. Não se discute a fé - o que é bastante estranho entre tradicionalistas, para dizer o mínimo - ou em que realmente acreditavam esses supostos canonizáveis. Não; tudo se resume a analisar o que fizeram essas pessoas para minorar o sofrimento dos outros. É esta vida que importa, não a eterna; é o homem que importa, não Deus. Madre Teresa de Calcutá é o modelo dessa gente. Foi um apostolado realmente frutuoso, esse de Madre Teresa, que não pretendia converter ninguém e gabava-se de não tê-lo feito; sintoma de uma fé já minada pelo naturalismo. Há uma caridade na Igreja, mas essa caridade se funda na verdade católica; está portanto subordinada a um valor maior e não visa à construção de um paraíso na terra, ideal de que todo católico deveria desconfiar ou até mesmo se afastar. A função da Igreja não é primordialmente ajudar os pobres, mas santificar as pessoas, ajudá-las a chegar ao Céu; assim como o Comunismo não é simplesmente uma "opção pelos pobres", como se propaga para enganar e atrair os católicos mal catequizados, mas ateísmo/naturalismo organizado, ódio militante a Deus travestido de filosofia política, uma pseudo-religião secular, com a qual não é possível realizar nenhuma síntese. Assim é que Dietrich von Hildebrand está certo ao dizer que aquele que se preocupa mais com as prosperidades terrenas da humanidade que com a sua santificação perdeu a visão cristã do universo; e que qualquer santo glorifica mais a Deus do que todos os melhoramentos de bem-estar terrestres.

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