Burocratas interferem no que seria responsabilidade dos pais e dizem que estão fazendo isso pelas crianças.
Por Abby W. Schachter,
em 26 de dezembro de 2016
(Tradução livre por Pais Vigilantes)
O título do artigo diz tudo: “Projeto de lei aumenta os direitos dos pais, mas críticos dizem que ele vai longe demais.” O que exatamente é “longe demais” quando se trata dos direitos dos pais? No caso dessa história [aqui] em Fort Worth, Texas (EUA), significa que os “críticos” acham que os pais não devem ter o direito de saber o que os seus filhos estão fazendo na escola. Quem se opõe a esta crença é a senadora texana Konni Burton, autora da lei. Ela acredita que os pais devem ter acesso às informações pessoais de seus filhos, em vez de a suposta privacidade das crianças ser protegida.
O fato de que uma lei é necessária para corrigir esse desequilíbrio entre direitos paternos e os direitos independentes das crianças menores de idade é uma das características do nosso tempo, uma época em que o governo está se intrometendo em todos os níveis da vida privada das famílias, ditando quais são as regras na hora do cuidado das crianças e penalizando os pais que não as seguirem. Essa interferência autoritária na vida das famílias é generalizada, embora não seja organizada, e é o principal motivo de eu ter escrito meu livro No child left alone: getting the government out of parenting. [“Nenhuma criança deixada sozinha: tirando o governo da criação dos filhos”, tradução livre.]
