Editado em 16/03/2017: Uma besta quadrada mandou um comentário fazendo exigências estapafúrdias. Não vou publicar o comentário porque é anônimo, ou seja, não tem o NOME de quem comenta (preciso ser explícita porque parece que nem todos os leitores são inteligentes). Aparentemente, a besta não leu o LEIA ANTES conforme indicado pelo blog. Tivesse lido, me pouparia de perder meu precioso tempo. Se esta besta quadrada tivesse catecismo básico, aquele das crianças mesmo, não teria se exposto ao ridículo. Mas vou usar a manifestação da besta para deixar claras algumas coisas:
1. O blog é meu, e publico o que eu quiser.
2. Em sendo o blog meu, e não seu, você não é obrigado a ler. Me poupe, se poupe, nos poupe.
3. Este artigo vale pelo assunto tratado: a feiura na arte. Não faço apologia a nenhum herege ou heresia. O fato de mencionar o nome de um cardeal (em relação ao qual não nutro nenhum tipo de simpatia, e deixo bem claro no meu blog sempre que posso) ou a biografia de um padre "herege" (que nem conheço, mas falou algo muito bom sobre o tema que pretendia abordar; leia mais no n. 7 abaixo) não me faz partícipe da heresia deles. O link ou revista ou site ou onde quer que possa ter sido publicado também não é relevante visto que não se faz, aqui, apologia ao local, mas exclusivamente AO QUE É DITO.
4. Se não quer sequer ler, neste blog, o nome de um herege eventualmente mencionado, releia o número 1 e 2 acima e se poupe de ler o restante do blog, porque menciono Lutero, Francisco, Williamson etc., onde e quando necessário falar deles.
5. Se quiser viver em uma bolha cátara... saia da internet, camarada!
6. Não sou da "Desistência" (se conhecesse o blog, saberia!), faço resistência à heresia modernista instalada no Vaticano. Entendeu ou preciso desenhar?
7. É notório que não importa quem diz, mas o que é dito, como foi dito váaaaaarias vezes neste blog. Claro que sempre tomamos o cuidado de evitar figuras polêmicas que possam induzir a algum tonto achar que estamos indicando a pessoa, não o que ela diz, sobretudo figuras conhecidas. Por exemplo, Lutero tem várias frases bonitinhas, mas eu nunca publicarei. Agora, esse padre é um ilustre desconhecido, e aqui não evidenciamos nenhuma das heresias que ele defende. Ou evidenciamos? Onde foi exatamente, besta quadrada? Calúnia, até onde eu sei, continua pecado.
8. Por fim, se já cumpriu todas as suas obrigações de estado e de devoção - traduzindo: se lavou toda aquela pilha de roupa suja atrás da porta ou se cumpriu sua jornada de trabalho (não sei o sexo da besta quadrada) e se rezou tudo que é de sua obrigação rezar hoje - e ainda lhe sobra tempo para patrulhar ideologicamente os sites católicos, procure um lote para carpir. Se não souber onde tem um lote, eu lhe indico. Meu e-mail é de conhecimento público. Mente e mãos vazias são oficina do diabo.
9. Para quem se possa chocar com minhas expressões "agressivas" utilizadas neste esclarecimento, fato é que as bestas quadradas não leem o LEIA ANTES, não conhecem a história deste blog, até ontem estavam gritando em línguas e batendo palmas junto com os carismáticos e se acham no "direito" de me interpelar e fazer exigências. Porta da rua é serventia da casa.
O culto à feiura no mundo revolucionário
O belo vem sendo escorraçado no mundo moderno para ceder lugar ao horrendo. Há necessidade de uma reação para se obter a restauração da beleza, da verdade e da bondade de Deus.
Não vemos ou fazemos externamente coisas virtuosas porque não mais existe virtude ou beleza no interior. Uma sociedade que não acredita em Deus, no sobrenatural, nem mesmo na verdade — para não mencionar também a beleza — só fará coisas feias. O culto à feiura em nossa Terra não é menor que a raiva de satanás contra Deus.
O Pe. Anthony Brankin foi ordenado sacerdote na Arquidiocese de Chicago em 1975, tendo recebido licenciatura em Sagrada Teologia. Passou depois seis anos como assistente na igreja de Nossa Senhora da Caridade, em Cícero, Illinois.
Pe. Anthony Brankin:
"O culto da feiura é tão penetrante,
preenche todos os interstícios da
vida, que corremos o risco de não
analisá-lo e deixar, assim,
de rejeitá-lo"
Em 1998, o cardeal Francis George nomeou-o capelão do capítulo de Chicago do Legado Internacional, organização formada por executivos católicos e suas esposas. Atualmente é pároco da igreja de Santo Odilon, em Berwyn, Illinois.
Regressou a Chicago em 1983. Em 1989 foi constituído pároco da igreja de São Tomás More. Nesta paróquia é celebrada a Missa tridentina em latim todos os domingos ao meio-dia.Em 1981 o Cardeal Cody o enviou a Roma, para que prosseguisse seus estudos em arte e teologia. Frequentou simultaneamente a Academia de Artes Finas em Roma (estudando escultura e pintura) e a Universidade de São Tomás de Aquino, onde continuou seus estudos de teologia.
Além de pronunciar conferências em diversos lugares, o Pe. Brankin escreve para a "Homiletic and Pastoral Review", "The New Oxford Review" e "The Wanderer", e faz recensão de livros para a editoraCatholic New World, de Chicago.
Desenhista, pintor e escultor desde a juventude, o Pe. Brankin recebe encomendas oriundas de mosteiros, conventos, igrejas e organizações civis dos EUA e de Roma para a confecção de imagens em tamanho natural feitas por ele geralmente em bronze. Recentemente esculpiu duas grandes esculturas: uma representando o "Cristo do Apocalipse" montado num cavalo, e outra de São José com o Menino Jesus, encomendada pelo Cardeal Raymond Burke.
