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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos

Well, que o meio possa influenciar de alguma forma o comportamento humano, isso qualquer pessoa de bom senso percebe! Basta ver que, geralmente, os homossexuais masculinos são o fruto de lares em que o pai é alcoólatra ou ausente, ainda que more na casa: aquele pai que sucumbe, humilhado, diante da esposa, geralmente de temperamento irascível, autoritária e que, literal e metaforicamente, é quem "veste as calças" em casa! Com uma mãe assim, "maior e mais poderosa" do que o pai, o menino constrói sua masculinidade de forma torta. E, porque é natural que, como indivíduo do gênero masculino, siga e copie o comportamento do "macho alfa", ao invés de se identificar com o pai, e se tornar um homem completo, acaba por se identificar com a mãe, tornando-se efeminado. Mas, veja bem, mulher "macha" não significa "mulher firme, decidida", como eram as mulheres de antigamente, que governavam uma casa com 10, 20 ou mais filhos. Esta mãe masculinizada de hoje não tem nada de firme e decidido. Por trás da máscara de "comando", há, quase sempre, uma triste história de deseducação, de perda de valores morais. O que tem de firme e decidido nisso? 

Obviamente, com a filha menina também se dá essa confusão de identidade e ela acaba por se masculinizar, uma vez que a mãe já não é inteiramente feminina. E, depois de algumas gerações confusas... no que dará?  

O meio familiar pode, sim, influenciar no comportamento de um ser humano. Mas o problema não é apenas "em casa": outra questão crucial são as escolas mistas. A escola serve de meio socializador, é onde se completa a construção do ser social. Quando não havia escolas mistas, os meninos construiam sua masculinidade também fora de casa: na escola, com os colegas. E as meninas, com as companheiras de sala, com as quais aprendiam outros aspectos da feminilidade com base em indivíduos da mesma idade, obviamente uma feminilidade diferente (mais abrangente) da que aprendiam com as mães, irmãs mais velhas, tias e avós (mas, ainda assim, mulheres!).  

Nas escolas atuais, com tantos hormônios desgovernados (o homem moderno nem sabe o que é a renúncia de si mesmo!) e até alterados pela má alimentação, envenenada por produtos químicos de todos os tipos, sem uma devida orientação moral honesta, com as políticas de ensino e de indução do comportamento, com a destruição do núcleo central da família, e, para piorar, com um duplo modelo de comportamento que as crianças e jovens têm à sua frente... é de se estranhar que a situação não seja pior! O menino que, antes, se espelhava nos colegas meninos para aprender a se tornar um adulto sociável, agora tem duas opções diante de si; diariamente. E, já enfraquecido pelo "pai fraco e a mãe forte", acaba por se identificar com as meninas e acaba por botar na cabeça que "ele sempre quis ser menina, desde pequenino"!!! E vice-versa com as meninas!  

O feminismo teve, sim grande parte de culpa nisso, porque arrancou a mãe de casa para trabalhar por outro homem só para se "libertar" do marido opressor; fez-lhe também perder o marido, e, depois, de marido em marido, com filhos de pais diferentes para criar, sozinha, contrariando a natureza, a pobre deixou de ser mulher para se transformar em uma caricatura grotesca de homem. Dai, a coisa virou uma bola de neve!  

Retomando do começo: que o meio possa influenciar é compreensível, mas que disso se tire que não existe uma diferença natural entre os sexos, somente um mentecapto poderia pensar assim!!! E nem precisa de experimentos empíricos - e já sabemos que foram feitos às dúzias, com sofrimentos indizíveis para as "cobaias" - para saber que uma tentativa de conceber a sexualidade humana ao nascer como se fosse uma tábula rasa é extraordinariamente idiota. Ou pura maldade. Sim, porque esses "pesquisadores" nórdicos podem até ser estúpidos, mas quem veicula essas lorotas como dogmas incontestáveis age de má fé, com más intenções e determinado a destruir a sociedade.  

Com quem finalidade? A NOM que o diga! Vamos à notícia! 

Giulia

* * *

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos



by Commodoro 

Harald_EiaO Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo.


Harald estava intrigado com o fato de por que, apesar de todos os esforços dos políticos e engenheiros sociais para eliminar os "estereótipos de gênero", as garotas seguiam optando por profissões "femininas" - enfermeiras, cabeleireiras, etc. -, enquanto os homens seguiam atraídos por carreiras "masculinas" - técnicos, trabalhadores da construção civil, etc.

As políticas de igualdade de gênero em seu país fizeram com que a tendência fosse inclusive mais acentuada. Estas políticas sempre defenderam que os sexos são papéis que se adquirem pela cultura e o meio, isto é, que não se nasce homem ou mulher, senão que se "torna".

Para seu documentário, Harald fez algumas perguntas inocentes aos principais pesquisadores e cientistas do NIKK. Depois tomou as respostas e transmitiu-as aos cientistas, líderes em sua área, em outras partes do mundo, sobretudo no Reino Unido e nos Estados Unidos, pedindo-lhes seu parecer sobre os resultados de seus pares noruegueses.

Como era de esperar, os resultados da "falsa ciência" provocaram regozijo e incredulidade na comunidade científica internacional, sobretudo porque se baseava em pura teoria, não apoiada por nenhuma pesquisa empírica.

Harald, após filmar essas reações, regressou a Oslo e mostrou aos pesquisadores do Nikk. Resultou que, quando se defrontaram com a ciência empírica, os "pesquisadores de gênero" ficaram sem fala, e totalmente incapazes de defender suas teorias em relação à revisão da realidade.

A falsidade foi exposta ao ridículo diante de toda a audiência de televisão, e as pessoas começaram a perguntar por que era necessário financiar, com 56 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes, uma ideologia baseada em pesquisa que não tinha credenciais científicas em nenhum lugar. 





Se você se interessou, pode ver todo o documentário (com legendas em Inglês) no Vimeo:

    - The Gender Equality Paradox (O paradoxo da igualdade)
    - The Parental Effect (O efeito parental)
    - Gay/straight (Gay/hetero)
    - Violence (Violência)
    - Sex (Sexo)
    - Race (Raça)
    - Nature or Nurture (Natureza ou aprendizado)

Fonte: A Voice for Men. Traduzido por Metamorfose Digital. Visto em: Portal Conservador.


  
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