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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

PADRE ALTAMIRA: O SERMÃO QUE ENFURECEU MENZINGEN

Sermão sobre: A nova “cruzada” de Rosários 

(Bogotá, Domingo, 22 de dezembro de 2013)


(Introdução: A primazia da Verdade)


Queridos fiéis:

Padre Altamira
em uma manifestação contra o aborto
Queria lhes falar sobre um tema atual. Mas antes vou introduzir outro, que está relacionado a tudo o que se vive nesta crise da Igreja, diante da falsa “Igreja Conciliar” que se formou com o Concílio Vaticano II, e, também entre nós, da [crise da] Sociedade de São Pio X.

O tema é: A PRIMAZIA DA VERDADE. Ou seja: a Verdade deve ser dita e defendida, porque fazer isso é o mesmo que pregar e defender Cristo, Deus Nosso Senhor: Ele disse, e com razão: “Eu sou a Verdade, o Caminho e a Vida”.

E dizer “a primazia da Verdade” é o mesmo que dizer “a primazia da Fé”, porque esta se refere às Verdades Sumas, ou seja: as Verdades reveladas por Deus, às quais devemos aderir. Isso é a Fé, isso é “ter Fé”, a adesão de minha inteligência às Verdades reveladas por Deus, “pela autoridade de Deus revelante”, por ser Deus quem as revela ou ensina.

Esta primazia da Verdade é — vale certa redundância — primeira e ponto de partida: antecede à Caridade, à Piedade, a uma falsa obediência, e à diplomacia! E nem se fala em política ou em “fazer política”, a qual, obviamente, deve ser precedida e baseada na Verdade. As coisas mencionadas devem servir, ser “servas”, da Verdade, e não vice-versa (com uma ressalva para a Caridade). 

A Caridade, amor supremo devido a Deus e ao próximo como a si mesmo, é a mais importante das virtudes, é a “rainha”. Mas, sem dúvida, ela se baseia (e deve se basear!) na Verdade. Podem imaginar que não é nenhuma caridade algo baseado na mentira ou em falsidades, ou no erro. A Caridade deve ser baseada no que as coisas são (no ser das coisas), e não para justificar erros, não para justificar más ações: Isso é uma falsa caridade.

A Piedade, por exemplo nas orações que dirigimos a Deus, a virtude de religião, não pode não ser baseada na Verdade: Como dirigiria minhas orações a um falso deus? Ao Alá dos muçulmanos, ao Jeová ou Javé dos Judeus?! (talvez isso seja feito de boa fé, mas objetivamente é um erro). Para se ter verdadeira piedade e verdadeira virtude de religião, devo saber que o único e verdadeiro Deus é a Santíssima Trindade, como ensina o Catolicismo; pode-se dizer que “sim, existe um Deus católico e é O único que existe”. Deus é a Santíssima Trindade. E JESUS CRISTO, A SEGUNDA PESSOA DA SANTÍSSIMA TRINDADE, É DEUS. 

A obediência: deve ser baseada na Verdade, na Fé: Eu não posso obedecer a ordens baseadas no erro ou a ordens más. Isso seria uma falsa obediência, porque a OBEDIÊNCIA É À VERDADE, A OBEDIÊNCIA É À FÉ, E NÃO AO CONTRÁRIO. Deus nos diz nas Sagradas Escrituras: “se deve obedecer antes a Deus do que aos homens”. E isso prevalece diante de qualquer autoridade que seja.

E sobre a diplomacia nem falemos: É uma falsa diplomacia, uma diplomacia da carne, do pecado, a que contorna a Verdade, que contorna a Fé, ou pior ainda, se é baseada na mentira, na falsidade, e também se se baseia na ambiguidade: a diplomacia é para a Verdade e a Fé, e não vice-versa!

Pensem que, em toda boa e “real” educação católica, A PRIMAZIA DA VERDADE deve ser um ensinamento explícito, muito ressaltado. Mas as coisas não são assim, isso não se faz.

Considerem que, mesmo fazendo disso um ponto chave da educação, mesmo dando fortemente este princípio nas inteligências, podemos falhar, e falhamos, por causa de nossa natureza caída e por nossa miséria, traindo a Verdade, traindo a FÉ. Imaginem como essas traições podem aumentar e se multiplicar se nem ao menos se ensina o anterior, se nem ao menos o ressaltamos, se nem ao menos o temos fortemente em nossas inteligências!

E podemos dizer que isso não está “ressaltado”, “insistido”, nem na educação da sociedade, nem na educação dos seminários para a formação dos futuros sacerdotes: o ensino sobre a Primazia da Verdade está um pouco, ou “demasiado”, preterido.


(Seção 1: A nova “cruzada” de Rosários)


Pe. Altamira com Pe. Trincado em Bogotá
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Entremos no assunto atual.

No “Mundo da Tradição” temos agora uma nova “cruzada” de Rosários. A segunda intenção pela qual se faz está errada ou é, ao menos, ambígua (para variar: sempre “a linguagem ambígua”), e por ser tal não se pode aceitar. Qual é este ponto “Dois” ou segunda intenção?

Deveríamos rezar: “Pour le retour de la Tradition dans l’Eglise”[1]: Pelo retorno da Tradição à Igreja.

(A) Se a palavra “Tradição” a entendemos no sentido estrito, teológico: “Tradição” é o conjunto de Verdades que Deus revela em forma oral; forma O DEPÓSITO DA FÉ. Então não se pode pretender de pedir “um retorno da Tradição à Igreja”.

A Igreja Católica nunca pode perder a Tradição, porque a Tradição nunca pode estar fora dEla. Para que realmente seja “A Igreja Católica”, Ela deve ter, e ter sempre!, O DEPÓSITO escrito (Revelação Escrita: Sagrada Escritura) e EL DEPÓSITO oral (Revelação Oral: A Tradição).

Mais uma vez: então, não se pode pedir o retorno da Tradição à Igreja: a Tradição nunca se foi, a Tradição nunca pode deixar a Igreja.

(B) Se nessa expressão, a segunda intenção da cruzada, a palavra “Tradição” se refere a nós, a Fraternidade São Pio X: também não se pode dizer e pedir “pelo retorno à Igreja”, PORQUE NUNCA A DEIXAMOS, pois jamais mudamos um ápice da Doutrina Católica, da Fé de sempre, do que foi ensinado por todos os Papas, por todos os Papas santos, até antes do Concílio Vaticano II. Esse concílio mudou a Fé, mudou nossa Religião Católica, e criou uma falsa igreja: “A IGREJA CONCILIAR”, como o próprio Monsenhor Lefebvre a chamava.

Todos os problemas que tivemos, nós, os membros da Fraternidade São Pio X, têm sido justamente por não mudar a Fé, por manter a Fé Católica.

Nessa segunda intenção, se fala de nós com esse “retornar à Igreja”, se insinua o querer voltar para onde nunca saímos: A verdadeira Igreja Católica, pois nada mudamos e nada queremos mudar da Doutrina Católica, de um São Pio X, de um São Pio V, do próprio São Pedro.

Com esta expressão, com uma LINGUAGEM AMBÍGUA, se insinua o nosso retorno à “Igreja Conciliar de Francisco”, à “Igreja do Concílio Vaticano II”. Se insinua... – talvez – o fazer um acordo com a Roma Conciliar: Mais uma vez negociações, outra vez... outra vez...

(C) Tudo isso ao invés de pedir: o retorno DE ROMA (da Roma Modernista) à Tradição, seu retorno à verdadeira Igreja Católica, de onde essa neo-Roma saiu, ela sim, por causa do Concílio Vaticano II e as coisas que se lhe seguiram. Se deve falar claramente, devemos falar claramente.

Tudo isso ao invés de pedir: O Retorno das autoridades romanas, de Francisco, à Fé Católica, à Verdadeira Igreja Católica.


(Seção 2: Monsenhor Marcel Lefebvre)


Com este “estar na Igreja Católica”, de “retornar à Igreja Católica”, convém recordar as palavras de Monsenhor Lefebvre.

Onde há um “católico”, onde você vê “um católico”? Em qualquer um que guarde “AS MARCAS” da Igreja, as marcas do Catolicismo. A Igreja é una, santa, católica e apostólica: Dois mil anos de teologia nos ensinam sobre as quatro marcas da Igreja.

Haverá um “católico”, e será reconhecido como tal, em qualquer pessoa, isolada ou em comunidade, que guarde essa QUATRO MARCAS.

Onde há uma congregação religiosa católica? Em qualquer uma que guarde AS QUATRO MARCAS da Igreja.

A Fraternidade São Pio X: guarda ou tem as quatro marcas? Sim. Então, como falar para que ela retorne à Igreja?: A Fraternidade São Pio X nunca deixou a Igreja Católica!

A Nova Igreja formada pelo Concílio Vaticano II, ou seja, a Igreja Conciliar: guarda as marcas do Catolicismo? Não, nem um pouco. Então: Quem deve voltar, quem deve “retornar para a Igreja”? A neo-Roma modernista e protestante, como dizia Monsenhor Lefebvre, ela que deve retornar: deve abandonar todas as falsidades e heresias que têm surgido desde o Concílio Vaticano II, voltar à Verdadeira Fé Católica, de onde nunca deveria ter saído.

Mas vamos ouvir o próprio Monsenhor Lefebvre com todos esses conceitos[2]. Ele está falando a sacerdotes, em 1988 (vocês já devem conhecer este texto da Revista Fideliter n º 66):

Meus queridos amigos: (...) vocês continuam e representam verdadeiramente a Igreja, a Igreja Católica. Creio que é preciso convencer-se disso (...).

Onde está a Igreja visível? A Igreja visível se reconhece pelos sinais que sempre deu para sua visibilidade: é UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA.

Pergunto-lhes: onde estão as verdadeiras marcas da Igreja? Estão mais na igreja “oficial”(não se trata da Igreja “visível”, se trata da igreja “oficial”[3]), ou em nós, no que nós representamos, no que somos?

Está claro que somos nós que conservamos “A UNIDADE DA FÉ”, que desapareceu na igreja oficial. Um bispo acredita nisso, o outro não; a fé é diferente. Seus catecismos abomináveis contêm heresias. Onde está a unidade da Fé em Roma? Onde está a unidade da Fé no mundo? Está em nós, que a conservamos.

A unidade da Fé realizada no mundo inteiro é “A Catolicidade”. Pois bem, esta unidade da Fé em todo o mundo já não existe mais, não há, pois, mais Catolicidade praticamente. Em breve haverá tantas “igrejas católicas” quantos bispos e dioceses. Cada um tem sua própria maneira de ver, de pensar, de pregar, de fazer seu catecismo. Não mais Catolicidade.

“A APOSTOLICIDADE”? Eles romperam com o passado. Se algo fizeram bem foi isso. Não querem mais saber do passado anterior ao Concílio Vaticano II. (...) Não é necessário referir-se a antes do Vaticano II, isso (o passado) não significa nada. (...) O que passou, passou, desapareceu[4]. (...) É o que lhes permite dizer o contrário do que foi dito antes... (...) Nós teríamos um conceito errado de Tradição, porque para eles é viva e, portanto, evolutiva. Mas é o erro modernista: O Santo Papa, São Pio X, na Encíclica “Pascendi”, condena estes termos...

A Apostolicidade: nós estamos unidos aos Apóstolos pela autoridade. Meu sacerdócio me vem dos Apóstolos; vosso sacerdócio vos vem dos Apóstolos. (...)

Quanto à Apostolicidade da Fé: CREMOS A MESMA FÉ QUE OS APÓSTOLOS. Não mudamos nada e não queremos mudar nada.

E, em seguida, “A SANTIDADE”. (...) consideremos os frutos de nosso apostolado, os frutos das vocações, de nossas religiosas, dos religiosos. E também nas famílias católicas[5], as boas e santas famílias católicas que germinam graças a vosso apostolado[6]. É um fato... (...).

Tudo isso mostra que somos nós que temos AS MARCAS da Igreja “visível”.

Se ainda há uma VISIBILIDADE da Igreja hoje é graças a vocês. ESTES SINAIS JÁ NÃO SE ENCONTRAM MAIS NOS OUTROS. Já não há mais neles “a Unidade da Fé”. Pois bem, A FÉ É A BASE DE TODA A VISIBILIDADE DA IGREJA. A Catolicidade é a Fé no espaço. A Apostolicidade é a Fé no tempo. A Santidade é o fruto da Fé... (...) NÃO SOMOS NÓS, MAS OS MODERNISTAS QUE SAEM DA IGREJA (...). É EQUIVOCAR-SE ASSIMILAR[7] “A igreja oficial” À IGREJA VISÍVEL. (...)

(...) é em Roma onde se instala a heresia (...) ESTÁ É A RAZÃO PELA QUAL NÃO PODEMOS NOS VINCULAR COM ROMA. Aconteça o que acontecer, devemos continuar como temos feito, e o bom Deus nos mostra que, seguindo este caminho, cumprimos o nosso dever[8]. (...) Não podemos seguir os princípios do Concílio. (...)[9]. Vocês veem que (nota: O CARDEAL RATZINGER[10]) queria trazer-nos à “igreja conciliar” (...).

Ouvindo estas palavras tão lúcidas, voltamos a nos perguntar: Quem deve retornar, quem deixou o Catolicismo? A Tradição, a Fraternidade São Pio X? Ou a Roma Conciliar, a Igreja Conciliar? Monsenhor Tissier de Mallerais chama a esta Igreja do Concílio de “uma seita”[11].


(Seção 3: Novamente, Monsenhor Lefebvre).


E ouçamos novamente Monsenhor Lefebvre, um ano depois[12]:

- Fideliter: “Alguns dizem: Sim, Monsenhor deveria ter aceitado UM ACORDO COM ROMA...”.

- Monsenhor Lefebvre: “(...) em primeiro lugar, de que igreja se fala? Se é da “igreja conciliar”, seria necessário que nós, que estivemos utando contra ela por vinte anos, porque queremos a “Igreja Católica”, voltássemos a entrar nessa “igreja conciliar” para, supostamente, torná-la Católica. É UMA COMPLETA ILUSÃO! Não são os súditos que fazem aos superiores, mas os superiores que fazem aos súditos. Em toda essa Cúria Romana, entre todos os bispos do mundo, que são progressivas, eu teria sido completamente afogado. (...)”.

- Fideliter: “Não teme que com o tempo... a separação se acentue e que se tenha um pouco a impressão de uma igreja paralela em relação ao que alguns chamam a “Igreja visível”?

- Monsenhor Lefebvre: “Essa história da ‘Igreja visível’ de Dom Gérard e do sr. Madiran É INFANTIL. É incrível que se possa falar de IGREJA VISÍVEL em relação “À IGREJA CONCILIAR”, e em oposição à Igreja Católica, que nós intentamos representar e seguir.

Não digo que somos a Igreja Católica. Eu nunca disse isso... Mas NÓS REPRESENTAMOS DE VERDADE A IGREJA CATÓLICA tal como era antes, posto que seguimos isso que sempre fez. SÃO NÓS QUE TEMOS AS MARCAS DA “A IGREJA VISÍVEL”: a unidade, a catolicidade, a apostolicidade, a santidade. É ISSO QUE CONSTITUI A IGREJA VISÍVEL. (...) Obviamente somos contra a igreja “conciliar” (nota: a que se formou com o Concílio Vaticano II), que é praticamente cismática, mesmo que não o aceitem. Na prática, é uma igreja virtualmente excomungada, porque é a igreja modernista. (...)[13] NÓS SOMOS O QUE SEMPRE FOMOS: CATÓLICOS QUE CONTINUAM. Isto é tudo. Não há que procurar meio-dia às catorze...”.


(Conclusão)


Para terminar, voltamos a perguntar mais uma vez: Cruzada “para o retorno da Tradição à Igreja”? Quem tem que retornar? A Roma modernista tem que retornar, “a Igreja Conciliar” tem que retornar. A Tradição nunca se foi.

AVE MARIA PURÍSSIMA!

EUCARÍSTICO APOSTOLADO


Tradução e algumas notas (NdTª.): Giulia d’Amore.


[1] A publicação em francês diz: “Objectif: 5 millions de chapelets. 1) Pour implorer une protection spéciale du Cœur Immaculé de Marie sur les œuvres de la Tradition. 2) Pour le retour de l’ Eglise dans la Tradition 3) Pour le triomphe du Cœur Immaculé de Marie par la consécration de la Russie”. Nota original.
[2] Conferência sobre: “A visibilidade da Igreja e a situação atual”, dada no Seminário de Ecône, em 9 de setembro de 1988, após um Retiro sacerdotal; grandes trechos desta conferência foram publicados na revista “Fideliter” n. 66, de novembro-Dezembro de 1988. Nota original.
[3] O esclarecimento contido nestes parênteses é, até onde sabemos, do próprio Monsenhor Lefebvre. Não foi agregado por nós, estava no mesmo texto extraído da Revista “Fideliter”. Nota original.
[4] Faz-me lembrar do que respondeu o prior de São Paulo, quando o questionamos sobre certas declarações de Monsenhor Lefebvre: ele morreu! Ou seja... passou. NdTª.
[5] No texto original dizia “cristãs”, mas como o termo, hoje, se confunde com as seitas protestantes (as quais se chamam de “cristãs”), temos usado e usaremos em casos semelhantes a palavra “católica”, pois essa não confunde. Nota original.
[6] Sim, isso nos faz pensar mesmo... Os desastres morais que assolam e se alastram entre as famílias atendidas pela Neo-FSSPX é um fato doloroso e visível. Ignorar isso é tampar o sol com uma peneira! NdTª.
[7] Aqui, no original, dizia, literalmente, “assimilar”. Nota original.
[8] Que parte disso, DOM Fellay não compreendeu? NdTª.
[9] Assim seguia a conferência nesse trecho: “Eu percebi essa vontade de Roma de nos impor suas ideias e sua maneira de ver. O Cardeal Ratzinger me dizia sempre: ‘Mas, Monsenhor, há apenas uma Igreja, não é necessário fazer uma igreja paralela’. Qual é esta igreja para ele? A igreja conciliar (nota: a do Concílio Vaticano II), está claro”. Nota original.
[10] Ver a nota anterior: Este texto é a continuação do que foi dito na referida nota. Ele está falando sobre o que dizia o então Cardeal Ratzinger etc.  Nota original.
[11] Oras, por quê, então, Mons. Tissier quer “retornar” para essa seita? NdTª.
[12] Entrevista de Monsenhor Lefebvre, um ano depois das Consagrações Episcopais (Revista “Fideliter” n º 70, julho-agosto de 1989). Nota original.
[13] O parágrafo seguia assim: “São eles que nos excomungam, enquanto nós queremos seguir sendo católicos. Queremos permanecer com o Papa católico e com a Igreja Católica. Aqui está a diferença. Penso, pois, que não devemos ter qualquer hesitação ou escrúpulos sobre as Consagrações Episcopais. Não são nem cismáticos nem excomungados; não estamos contra o Papa. Nós não estamos contra a Igreja Católica. Não fazemos uma igreja paralela. Tudo isso é um absurdo. SOMOS O QUE SEMPRE TEMOS SIDO: CATÓLICOS QUE CONTINUAM. É TUDO. NÃO HÁ QUE PROCURAR MEIO-DIA ÀS QUATORZE. Não constituímos uma ‘pequena igreja’!” No ano passado, um padre que reside nos EUA insinuava isso de “pequena igreja”, “la petite Eglise”. Nota original.


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