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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Caros Padres fiéis a Monsenhor Lefebvre: USEM A ESCADA!!!

Um recado de Monsenhor Lefebvre aos Padres que ainda seguem DOM Fellay, mesmo sabendo que é errado e ainda têm dúvidas: usem a escada!!!

Não faltará abrigo para os eleitos do Senhor. Deixem de lado o orgulho, que é um péssimo conselheiro, e pensem no valor que tem a vossa alma e a alma dos que vos seguiriam!!! 



Falem comigo. Estou à vossa disposição. 
Eu e minha casa servimos ao Senhor Deus! 





EM HONRA DE TODOS OS NOSSOS CORAJOSOS SACERDOTES QUE DERAM O PASSO DECISIVO PARA MANTER A FÉ.


Palavras de Monsenhor Lefebvre em seu sermão pronunciado pelo funeral da Irmã Maria da Cruz, 22 de dezembro de 1990. (Trecho)

Ela foi um exemplo notável, talvez único, e certamente, para mim, único em seu gênero. Creio que vocês conhecem todas as circunstâncias em que a nossa querida Irmã Maria da Cruz acreditou que devia deixar, em consciência e diante de Deus, seu mosteiro. Mosteiro que ela amava. O Mosteiro Collombey, no qual havia entrado há muitos anos, pois ela morreu aos 86 anos e chegou aqui há 14. Portanto, tinha 72 anos quando deixou seu mosteiro. Setenta e dois anos, isso representa mais de 50 anos em seu mosteiro. Não é pouca coisa. Estava muito apegada a sua família religiosa, a essa vida familiar.

E então, infelizmente, este convento certamente fervoroso e admirável antes do concílio, deixou entrar as influências conciliares e particularmente a influencia ecumênica.

E aconteceu um dia que a Madre Abadessa quis trazer um pastor protestante no interior do mosteiro para dar uma palestra às religiosas.

A Irmã Maria da Cruz decidiu nesse dia: eu não vou ficar neste mosteiro, não posso tolerar que um pastor protestante me ensine. Eu sou católica e quero permanecer católica.

E tomou a decisão de deixar o seu mosteiro. E o disse sem rodeios a sua Superiora, sem vacilar. E a partir desse dia, começou a ser vigiada. Foi-lhe proibida qualquer saída. Mas, em sua vontade firme de conservar a Fé Católica, tomou medidas incríveis, inimagináveis, que são medidas que apenas os heróis ou heroínas podem tomar para conservar a Fé.

Ela avisou amigos para vir buscá-la, e como não podia sair pela porta do convento, pediu-lhes que trouxessem uma escada dupla para colocá-la por cima da clausura.

E um dia em que as irmãs assistiam à missa solene, ela atravessou o jardim, subiu os degraus da escada que lhe haviam colocado de lá de fora, e desceu pela segunda escada, e foi assim que quis proteger a sua Fé, com toda simplicidade...

Sim, assim abandonou seu mosteiro e veio buscar refúgio aqui em Ecône. Certamente que nos o demos de bom grado, e foi aqui que durante 14 anos permaneceu nesta casa de Ecône.

Que exemplo, meus queridíssimos irmãos e também para vós, queridos seminaristas! Que exemplo para aqueles que têm qualquer dúvida. Isso é, em última análise, o que temos feito nós, os tradicionalistas. Temos querido conservar a Fé e deixar esse meio que tendia a nos fazer protestantes, que tende a nos fazer mudar a nossa Santa Religião.

Então, fujamos, fujamos, para conservar a Fé e nos reunamos onde for possível, onde o bom Deus ou a Providência nos indiquem, um lugar onde possamos nos reunir para conservar a Fé.


* * *


ORIGINAL EN ESPAÑOL



EN HONOR A TODOS NUESTROS VALIENTES SACERDOTES QUE HAN DADO EL PASO DECISIVO PARA CONSERVAR LA FE.-


Palabras de Monseñor Lefebvre pronunciadas en su sermón por los funerales de Sor María de la Cruz, 22 de diciembre de 1990. (Extracto)

Ella fue un ejemplo notable, tal vez único, y ciertamente, para mí, único en su género. Creo que ustedes conocen todas las circunstancias en las cuales nuestra querida sor María de la Cruz creyó que debía dejar, en conciencia y ante el Buen Dios,  su monasterio. Monasterio que ella amaba. El Monasterio de Collombey, al cual había entrado desde hacía muchos años, pues ella murió a los 86 años y llegó aquí hace 14. Por lo tanto, tenía 72 años cuando dejó su monasterio. 72 años, eso representa más de cincuenta años en su monasterio. No es poca cosa. Estaba muy apegada a su familia religiosa, a esta vida de familia.

Y entonces, desgraciadamente, este convento ciertamente ferviente y admirable antes del concilio, dejó entrar las influencias conciliares y particularmente la influencia ecuménica.

Y sucedió un día que la Madre abadesa quiso traer un pastor protestante al interior del monasterio para impartir una conferencia a las religiosas.

La hermanita María de la Cruz decidió ese día: Yo no me quedo en este monasterio, no puedo tolerar que un pastor protestante me enseñe. Soy católica y quiero permanecer católica.

Y tomó la decisión de abandonar su monasterio. Y se lo dijo sin ambages a su Superiora, sin vacilar. Y desde ese día empezó a ser vigilada. Se le prohibió cualquier salida. Pero en su voluntad firme de conservar la fe católica, tomo medidas increíbles, inimaginables, que son medidas que solo los héroes o heroínas pueden tomar para conservar la fe.

Ella advirtió a amigos que vinieran a buscarla, y como no podía salir por la puerta del convento, les pidió que trajeran una escalera doble para colocarla por encima de la clausura.

Y un día que las hermanas asistían a misa solemne, ella atravesó el jardín, subió los peldaños de la escalera que le habían colocado desde afuera, y bajó por la segunda escalera, y es así como quiso proteger su fe, con toda simplicidad…

Sí, así abandonó su monasterio y vino a pedir refugio aquí en Ecône. Ciertamente que nosotros se lo dimos gustosamente, y he aquí que durante 14 años permaneció en esta casa de Ecône.

¡Qué ejemplo, mis queridísimos hermanos y también para ustedes, queridos seminaristas! Qué ejemplo para aquellos que tengan cualquier duda. Esto es en definitiva lo que hemos hecho los tradicionalistas. Hemos querido conservar la fe y dejar ese medio que tendía a hacernos protestantes, que tiende a hacernos cambiar nuestra Santa Religión.

Entonces, huyamos; huyamos para conservar la fe y reunámonos donde podamos, donde el Buen Dios o la Providencia nos indique, un lugar donde podamos reunirnos para conservar la fe.

FONTE: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/01/en-honor-todos-nuestros-valientes.html.
Tradução: Giulia d'Amore.

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