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domingo, 5 de junho de 2011

A Comunicação Católica em mãos protestantes? Um grito de alerta da Itália.

AS EDIÇÕES SÃO PAULO E PAULINAS TRAEM SEU FUNDADOR COM PUBLICAÇÕES ANTICATÓLICAS — por DON GERLANDO LENTINI
postado em 05/06/2011, por italiacattolica


No domingo em que se celebra, junto à Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, a quadragésima quinta jornada das Comunicações, devo dizer que estou muito preocupado “como verdadeiro cristão.” Esta preocupação não é apenas em relação à revista Famiglia Cristiana[1], que não tem um estilo católico no conteúdo, assim como na publicidade, mas quanto às próprias Edições, seja a da São Paulo que a das Paulinas, que publicam textos de argumento bíblico nada católico; vou citar alguns:
1. 2009. “ENTRAR NA PALAVRA DE DEUS/Como responder às Escrituras.” Edições São Paulo. O autor é W. Brueggemann. A obra de Brueggemann é perfeitamente protestante.

2. 2007. “À DESCOBERTA DA BÍBLIA”, autor: M. Beaumont. Edições Paulinas. Trata-se, sim, de um guia à fé, mas à fé flagrantemente protestante.
3. 2007. “A BÍBLIA/Um Percurso de Libertação”, Edições Paulinas. vol. 1. “As tradições históricas”, autores: A. Sacchi e S. Rocchi. vol. 3; e “A novidade do Evangelho”, autor: A. Sacchi. — são dois textos de libertação... da fé católica para aderir àquela protestante. E, pior ainda: “Jesus — escreve Dom Alessandro Sacchi no volume 3, p. 155 — não é um ser divino, mas um homem dotado de uma missão especial em favor de Israel e de toda a humanidade”.
4. R. Aguirre C. Bernabé C. Gil, “O que sabemos de Jesus de Nazaré?”, Edições São Paulo. Historicamente (de acordo com esses autores), de Jesus de Nazaré sabemos somente, ou quase, que não foi um impostor.
Como se vê, trata-se de uma traição do carisma de Dom Alberione que prescreveu para os seus discípulos engajados no campo das Edições uma estratégia específica: “O apostolado das edições consiste no opor prensa a prensa, filme a filme, televisão a televisão. O que significa opor a verdade ao erro, o bem ao mal, Jesus Cristo a Satanás.” Claro, não?
Veremos melhor nos próximos artigos.

Dom Gerlando Lentini

Ps. (do Webmaster[2])
Na foto, Dom (!) Antonio Sciortino, diretor de Famiglia Cristiana. Como se nota, não usa nem a batina nem o clergyman, em violação ao Can. 284 do Código de Direito Canônico (que prescreve: “Os clérigos usem uma veste decorosa de acordo com as regras emanadas pela Conferência Episcopal e de acordo com os costumes legítimos”) e em violação à diretiva da Conferência Episcopal Italiana (CEI) que estabelece: “Ressalvadas as prescrições para as celebrações litúrgicas, o clero (diocesano) em público deve vestir a batina ou o clergyman” (Notiziario CEI 9, 1983, 209).



Tradução: Giulia d'Amore di Ugento


[1] Família Cristã.
[2] Webmaster do site Italia Cattolica.

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