AINDA SOBRE A IRMÃ FAUSTINA E A DEVOÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA.
Hoje é um belo dia para retomar (leia aqui o primeiro post) o tema da freira que virou a coqueluche dos modernistas, com suas visões misturando verdades com heresias (típico do Modernismo) e sua devoção à divina misericórdia, que já foi condenada pelo Santo Ofício, como veremos adiante. E retomo o assunto estimulada por alguns leitores que me escreveram para "defender" essa freira herética com ameaças esdrúxulas e argumentos pífios, como das inúmeras conversões e incalculáveis milagres operados graças a esta devoção. Senti pena deles, pois são uma massa de vaquinhas de presépio que se recusa a estudar e a fazer uso da razão, encantando-se com espelhinhos e bugigangas, como os aborígenes diante dos conquistadores (heróis vilipendiados recentemente por Francisco, em sua visita aos países membros da Pátria Grande comunista da América Latina - nunca é demais lembrar!).
Primeiro, um e-mail que recebi em fevereiro deste ano e que guardei para pesquisar mais um pouco a respeito:




