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sábado, 2 de maio de 2015

2 de maio: Santo Atanásio

02 DE MAIO

SANTO ATANÁSIO 


Santo Atanásio nasceu entre os anos 295 e 296, no seio de uma família humilde de Alexandria. Deus lhe concedeu muitas virtudes, entre elas, uma fé profunda e uma grande capacidade intelectual, demonstrada em seus estudos.  

Aos 25 anos foi ordenado diácono pelo Patriarca Alexandros, de Alexandria. Participou do Primeiro Concilio Ecumênico, em Nicéia que  tratou da heresia de Ário.  

Em 328, faleceu o Patriarca Alexandro, e Santo Atanásio foi eleito  pelo  clero e pelo povo como seu sucessor, contando com apenas 33 anos de idade. Iniciou um forte combate contra a heresia de Ário e, por causa disso, foi exilado cinco vezes por ordem do imperador Constantino, sofrendo toda espécie de penas. Sem dúvidas, com fé, valor e inesgotável paciência, saíu vencedor e destroçou os lobos de nosso ortodoxia.  

Com diz a Sagrada Escritura: «Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas» (1Tim 6,12).  

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Calendário do Mês de Maio 2015


SÃO JOSÉ ARTESÃO

01 DE MAIO 

SÃO JOSÉ ARTESÃO



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Nos Evangelhos Jesus é chamado de "o filho do carpinteiro". De modo iminente, se reconhece nesta memória de São José a dignidade do trabalho humano, como dever e aperfeiçoamento do homem, exercício benéfico de seu domínio sobre a Criação, prolongamento da obra do Criador e contribuição ao plano da Salvação.

Pio XII (1955) instituiu a Festa de "São José Artesão", para dar um protetor aos trabalhadores e um sentido cristão à Festa do Trabalho, de criação marxista.

A figura de São José, o humilde e grande trabalhador de Nazaré, orienta para Cristo, o Salvador do homem, o Filho de Deus, que compartilhou completamente a condição humana. Assim, antes de tudo, deve-se afirmar que o trabalho dá ao homem o maravilhoso poder de participar da obra criadora de Deus e que o trabalho possui um autêntico valor humano.


O Novo Testamento não atribui a São José uma palavra sequer. Quando começa a vida pública de Jesus, ele, provavelmente, já não mais vivia (de fato, nas núpcias de Canaã, ele não é mencionado), mas não se sabe onde ou quando tenha morrido; nada se sabe de seu túmulo, embora seja conhecido o de Abrão, que é muito mais antigo.  


Os Evangelho lhe conferem o título de Justo: na linguagem bíblica, 'justo' é o que ama o espírito e a letra da Lei, como expressão e vontade de Deus.  

José descende da Casa de Davi, dele sabemos apenas que era um artesão que trabalhava a madeira. Não era um velho, como a tradição hagiográfica e certa iconografia o apresentam, segundo o clichê do “bom velho José” que tomou como esposa a Virgem de Nazareth para ser o pai putativo do Filho de Deus. Pelo contrário, era um homem no pleno vigor da idade, de coração generoso e rico de fé. 

O noivado para os hebreus equivalia ao matrimônio, durava um ano e não permitia a coabitação nem a vida conjugal entre os dois; após este período, havia uma festa na qual a noiva passava a coabitar com o noivo, iniciando a vida conjugal. Se neste período a noiva concebesse um filho, o noivo dava-lhe seu nome, mas se a noiva era suspeita de infidelidade, podia ser denunciada no tribunal local. O procedimento a seguir era terrível: a adultera morreria apedrejada.

Eis que no Evangelho de São Mateus lemos que “Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José e, antes de passarem a conviver, ela encontrou-se grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu esposo, sendo um homem justo e não querendo denunciá-la publicamente, pensou em despedi-la secretamente” (Mt 1,18-19). Mas, enquanto ainda pensava em como fazer isto, eis que o Anjos do Senhor veio tranquilizá-lo: “José, Filho de Davi, não temas receber Maria, tua esposa, porque O que nela foi gerado vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe porás o nome de Jesus; Ele, de fato, vai salvar o seu povo dos seus pecados” (Mt 1,20-21).

José poderia aceitar ou não o projeto de Deus. Em toda vocação, ao mistério do chamado corresponde sempre o exercício da liberdade, pois o Senhor nunca violenta a intimidade de suas criaturas, nem interfere nunca sobre seu livre arbítrio. Então, José poderia aceitar ou não, e ele aceita. Nas Escrituras lemos que “fez conforme o Anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24). Ele obedeceu prontamente ao Anjo e, desse modo, disse o seu sim à obra da Redenção. Por isso, quando nós olhamos o sim de Maria devemos também pensar ao sim de José ao projeto de Deus. Desafiando toda prudência terrena e indo além das convenções sociais e dos costumes da época, ele acolheu o mistério da Encarnação do Verbo.  


Na multidão dos devotos de Nossa Senhora, sem dúvida, São José é o primeiro em ordem de tempo. Uma vez tomado conhecimento de sua missão, consagrou-se a ela com todas as suas forças. Foi esposo, custódio, discípulo, guia e apoio: todo de Maria e de Jesus.  

O que Maria e José viveram foi um verdadeiro matrimônio? É uma pergunta que se fazem seja os doutos que os simples. Sabemos que a convivência matrimonial deles foi vivida na virgindade (Mt 1,18-25), ou seja, foi um matrimônio virginal, mas vivido na comunhão mais verdadeira.

E, se Maria vive de fé, São José não deixa por menos.  


Se Maria é modelo de humildade, nesta humildade se espelha também a humildade de seu esposo.  

Maria amava o silêncio, São José também: entre eles havia, nem poderia ser diferente, uma comunhão conjugal que era verdadeira comunhão de corações, cimentada por profundas afinidades espirituais.

Qualquer graça que se peça a São José será certamente concedida, quem queira crer faça o teste para que se convença”, dizia S. Teresa de Ávila. 
Eu tomei como meu advogado e patrono o glorioso São José, e me recomendei a ele com fervor. Este meu pai e protetor me ajudou nas necessidades em que me encontrava e em muitas outras mais graves nas quais estava em jogo minha honra e a saúde de minha alma. Vi que a sua ajuda foi sempre maior daquilo que poderia esperar...” (cap. VI da autobiografia).  

Difícil duvidar disso, se pensarmos que, entre todos os santos, o humilde carpinteiro de Nazareth é aquele mais próximo de Jesus e de Maria: o foi nesta Terra, a maior razão o é no Céu. Porque ele foi o pai de Jesus, mesmo que adotivo; e de Maria foi o esposo.  

São mesmo inúmeras as graças que se obtêm de Deus, por intercessão de São José.

Padroeiro universal da Igreja por vontade de Papa Pio IX, é conhecido também como padroeiro dos trabalhadores (Pio XII) e também dos moribundos e das almas purgantes, mas o seu patrocínio se estende a todas as necessidades, atende a todos os pedidos. 


São José é o padroeiro dos Pais, Carpinteiros, Trabalhadores, Moribundos, Ecônomos, Procuradores legais e da Família, mas em primeiro lugar é o Padroeiro da Igreja. Sob a sua proteção se colocaram Ordens e Congregações religiosas, associações e pias uniões, sacerdotes e leigos, doutos e ignorantes. 

São José tem duas festas, no dia 19 de março celebra-se a memória de São José, pai putativo de Jesus Cristo. Por causa disso, em muitos países é também comemorado o Dia dos Pais.

Maio: Mês de Maria - Exercícios piedosos para todos os dias do mês

Um mês com Maria 




Rainha do Céu e da Terra
rogai por nós!
* * *

Desculpem o transtorno, substituímos o exercício que havíamos publicado por outro, pois o autor, apesar de sua habilidade em escrever, é um modernista. Não posso garantir que não tenha, nesta aparentemente bela obra, o veneno do Vaticano II. Cliquem na imagem de Maria Santíssima.

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