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sábado, 22 de setembro de 2012

Memória: Dom Antonio de Castro Mayer

Uma singela homenagem a S.E.R. Mons Antônio de Castro Mayer:

Uma vida a serviço da Igreja


Nas pegadas de Dom Antônio,
os vestígios da Tradição
 
  1927 - 1987, 30 de outubro, 60 anos de Sacerdócio de S. Exa. Revma. Dom Antônio de Castro Mayer. Uma vida inteira a serviço da causa do Senhor!
Ordenado sacerdote na cidade Eterna, onde havia feito estudos, conseguindo a láurea de doutor em Sagrada Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, dedicou seus primeiros anos de sacerdócio à formação dos levitas do Senhor como professor no Seminário Arquidiocesano de São Paulo.
O seu zelo pastoral unido à sua ciência filosófica e teológica, levou-o a tornar-se Assistente Geral da Ação Católica Arquidiocesana, Cônego Catedrático e Vigário Geral da Arquidiocese de São Paulo.
Alma tão rica de saber e virtudes, Nosso Senhor a escolheu para sucessor de seus apóstolos, sendo ele nomeado por S.S. o Papa Pio XII para a nossa diocese de Campos, para coadjuvar o Sr. Arcebispo-bispo D. Otaviano Pereira de Albuquerque e suceder-lhe no sólio episcopal de nossa cidade.
De 1949 a 1981 S. Exa. Revma. apascentou este rebanho a ele confiado, como Pastor e guia, solícito e vigilante, fiel e dedicado.
E até hoje sua orientação, seu zelo e seu influxo benéfico se faz sentir, transmitindo-nos a verdadeira doutrina que sempre recebemos da Santa Igreja.
São Paulo Apóstolo deixou o programa para todos os bispos e Dom Antônio, fiel sucessor dos apóstolos, por ele pautou a sua vida.
"Tradidi quod accepi", diz-nos o Apóstolo das Gentes. Transmiti o que recebi. Não inventei nada, não criei novidades, nem tenho poderes para isso.
"Depositum custodi", guarda e transmite o que recebeste, escrevia ele ao seu discípulo o Bispo São Timóteo.
"Doctrinis variis et peregrinis nolite abduci", não vos deixeis levar por doutrinas várias e estranhas. Fidelidade à Tradição.
"Prega a palavra, insiste, quer agrade quer desagrade": não ir atrás do aplauso popular, da opinião pública, do que o mundo gosta, das repercussões dos noticiários.
"Virá tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas contratarão mestres conforme o seu desejo... e afastarão os ouvidos da verdade para os abrirem às fábulas". Que retrato perfeito da situação que vivemos!

Solícito na formação do Clero,
Dom Antônio teve o consolo
de ordenar muitos padres na Catedral.
Quem não vê neste programa de São Paulo a fiel descrição da vida de Dom Antônio, seguro transmissor da tradição que aprendera, zeloso pregador da pura palavra de Deus, sem se preocupar com repercussões mundanas ou aplausos de multidões, e corajoso combatente dos erros atuais, variados, peregrinos e estranhos a tradição católica.
Não foi sem razão que alguns não gostaram dele, como aconteceu com o próprio Nosso Senhor e como já o previra também São Paulo: "Se quisesse agradar aos homens não seria servo de Cristo".
Esta fidelidade à Tradição da Igreja, conforme nos foi transmitida por todos os Papas, Concílios, Santos e Doutores, levou D. Antônio a escrever sábias cartas pastorais, baseadas na lídima doutrina católica, firmadas em documentos pontifícios, que ficaram famosas no mundo todo, traduzidas que foram em várias línguas.
Já no ano de 1953, quando o progressismo em nossa Pátria apenas dava os primeiros passos, o seu olhar perspicaz e prudente anteviu as consequências e lançou ao mundo o grande grito de alerta através da célebre Carta Pastoral "Sobre os problemas do Apostolado Moderno", onde, baseado em documentos de Papas e Doutores da Igreja, nos adverte contra os erros concernentes à Liturgia, sobre o igualitarismo entre padres e leigos, sobre a verdadeira e falsa participação na Missa, sobre o erro do altar em forma de mesa, sobre o uso do hábito religioso, sobre as modas indecentes, sobre a moral nova, sobre questões políticas, econômicas e sociais, erros esses que infelizmente hoje adquiriam foros de cidadania na Igreja nova, apesar de já terem sido várias vezes condenados pela verdadeira Igreja de Cristo.
Todas as suas outras célebras pastorais - e são muitas -, tais como "Aggiornamento e Tradição", "Sobre o Santo Sacrifício da Missa", "Sobre Cursilhos de Cristandade", "Pelo Casamento indissolúvel", etc., são todas reflexo da mais pura doutrina ortodoxa, exatamente como nos ensinam os documentos pontifícios.
 
Na década de 60, Dom Antônio pregou retiro
para este grupo de liguistas, em Bom Jesus.
A preocupação com a instrução religiosa
dos fiéis foi uma constante em sua vida.

Foi justamente esta perfeita fidelidade ao ensinamento pontifício, esta reta intenção de sempre seguir as diretrizes da Santa Igreja, que o levaram a escrever, com toda a sinceridade, ao Papa Paulo VI sobre a discordância teórica e prática entre o que se faz e ensina agora e o que a Igreja sempre fez e ensinou. Apresentando lealmente todo o seu modo de agir e ensinar, baseado em sólidos documentos, S. Exa. suplica ao Santo Padre que lhe declare se encontra algum erro na doutrina que ele expunha e se seu modo de agir destoava do acatamento devido ao supremo Magistério. A solidez da argumentação apresentada embaraçou o Vaticano que não soube o que responder.
 
Dom Antônio sempre gostou de salientar,
agradecido, seu bom relacionamento com todo o Clero.

Foi também essa mesma fidelidade à Igreja que o levou, juntamente com o outro grande Bispo católico que se manteve fiel à Tradição, Dom Marcel Lefebvre, a apresentar ao S. P. João Paulo II, com toda a franqueza, assim como São Paulo diante de São Pedro, por duas vezes, sérias respeitosas e enérgicas reflexões sobre a atual auto-demolição da Igreja, concretizada nos erros contidos nos documentos do Concílio Vaticano II e nas reformas pós-conciliares, infelizmente patrocinados pelos membros atuais da hierarquia, em total discordância com a doutrina e prática multissecular da Igreja.
Durante muitos anos, Dom Antônio apoiou a Sociedade Brasileira de defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), naquilo que este movimento refletia a doutrina católica: a luta contra o comunismo, a reforma agrária socialista e confiscatória, o divórcio, etc... Mas, no momento em que ele percebeu os desvios deste movimento, ele soube, com toda a firmeza, romper com ele e negar o seu apoio, deixando assim para a posteridade o grande exemplo de que não devemos ser seguidores incondicionais de pessoa alguma, a não ser de Nosso Senhor, e que por fidelidade à verdade de Nosso Senhor deve-se ter a coragem de abandonar tudo o mais, ainda que seja uma amizade de mais de quarenta anos. O que importa é ser fiel à Santa Igreja e à sua doutrina.
Esta fidelidade sempre presente os diocesanos quiseram perpetuar com a placa de bronze na fachada da Catedral-Basílica, que assim reza: "A Dom Antônio de Castro Mayer, zeloso, sábio e prudente Bispo de Campos, a gratidão dos fiéis pelos 33 anos dedicados à causa da Fé e à salvação das almas. Campos, 1º de novembro de 1981".
A sua amável simplicidade desmente quaisquer falsas idéias que tentassem propalar sobre a sua pessoa. Sua humildade, que nunca o levou a buscar a publicidade mundana, seu zelo pastoral sério, que nunca quis transformar a Igreja em um clube de serviços, sua piedade nas cerimônias, que preservava as Igrejas de espetáculos e profanações, seu amor pelos sacerdotes, que o levava a tratar os padres, mesmo os que com ele não concordavam, com respeito, caridade e discrição, sua filial devoção do Santo Rosário. Todas essas virtudes são, ao lado de sua fidelidade à Tradição, o melhor testemunho e lição para os pósteros.
E nesta comemoração dos seus 60 anos de ministério sacerdotal a serviço do Senhor, seguindo aquele mesmo programa de São Paulo, podemos, com toda a propriedade, colocar na boca de S. Exa. as mesmas palavras com que o Apóstolo resumia a sua vida: "Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a Fé. Resta-me esperar a coroa da justiça que o Senhor, Justo Juiz, me dará neste dia, e não só a mim como a todos os que desejam a sua vinda".
S. Exa. pode exclamar como o Padre Lacordaire no final dos seus dias: "Se minha espada está gasta, gastou-se no vosso serviço, Senhor!".
O lema de seu escudo episcopal é para nós um brado de esperança: "IPSA CONTERET". Ela esmagará. Na tormenta atual por que passamos, escurecidos por nuvens sombrias de erros e heresias, S. Exa. nos aponta a Estrela do Mar, o Auxílio dos Cristãos, a Vencedora das grandes batalhas de Deus, Nossa Senhora.
A Ela, à quem ele consagrou várias vezes a Diocese, a Ela que, desde a sua chegada ordenou que invocássemos após a Santa Missa implorando a preservação da Fé e a extirpação das heresias, a Ela devemos confiar a nossa situação, recorrer nas aflições presentes com inteira confiança na vitória. Vitória de Nosso Senhora e da Santa Igreja. Vitória da verdade. Vitória da Tradição contra o erro. "Ipsa conteret"! Ela esmagará mais uma vez a cabeça da serpente enganadora, como Deus o prometeu no Paraíso.
Que Deus proteja e conserve por muitos anos este ínclito Bispo da Santa Igreja, Dom Antônio de Castro Mayer.
 
Pe Fernando Arêas Rifan
 
 

IPSA CONTERET

 
I
Essa Cruz que trazeis, pequenina e dourada,
Me recorda outra Cruz, em madeira talhada,
Maior, de mais valor...
No cimo do Calvário, um dia, foi plantada,
De seus braços pendeu a vítima imolada,
O nosso Salvador.
 
II
Ao Divino Pastor fostes configurado.
A Graça vos marcou. Estais crucificado
Em místico Calvário.
Conheceis a aspereza e as urzes do caminho,
Das lágrimas o travo, e o fel e o sangue e o espinho
Em vosso itinerário.
 
III
Sois Jesus entre nós. Mestre, Pastor e Guia,
Firme nos conduzirá à fértil pradaria
Da Fé, da Tradição.
Vossa Pena é água pura ao povo sequioso,
Vossa palavra clara é farol luminoso
Em meio à escuridão.
 
IV
A Deus ofereceis no Altar do Sacrifício
O Cordeiro imolado e, no Divino Ofício,
Como um novo Moisés,
Sustando a ira do céu, que provocamos tanto,
A justiça aplacais do Deus três vezes Santo,
Genuflexo a seus pés.
 
V
Seguindo pela estrada escura, infinda e amarga
Desta crise atual, suportando uma carga
De dores, que nos cansa,
Olhamos para Vós, marchando à nossa frente,
E vemos renascer em nosso peito, ardente,
A chama da esperança.
 
VI
Salve! Bispo da Igreja, indômito guerreiro,
Sentinela da Fé, arauto e pregoeiro
Da Virgem, Mãe de Deus!
Enquanto o mundo vão vocifera e se agita,
No seio maternal desta Mulher Bendita
Deus arrebanha os seus.
 
VII
ELA vai esmagar as hostes de Satã.
A treva de hoje augura o sol de um amanhã,
Radioso novo dia:
A IGREJA vitoriosa e pujante que avança,
Florescente de Fé, de Paz e de Esperança,
No Reino de Maria!
 
+++
Pe. Emanuel José Possidente
 
 
 
Retirado da Revista Heri et Hodie, nº 46
Campos, outubro de 1987
Artigo de : Pe. Fernando Arêas Rifan.
Poesia de: Pe. Emanuel José Possidente.

clique para ampliar:





Revista Heri et Hodie, Número 46, outubro de 1987

sábado, 15 de setembro de 2012

Memória: Declaração do Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X

Impus a mim mesma a tarefa de publicar documentos para evitar a FALSIFICAÇÃO HISTÓRICA típica de regimes ditatoriais, sobretudo em relação ao que se diz na FSSPX sobre o "acordo prático" (eufemisticamente mencionado com outras expressões dandies), por seus líderes, que hoje falam uma coisa e amanhã outra, sem falsas cerimônias, contando - porque há - com a ingenuidade ou cegueira de alguns fieis que têm memória curta e hosanam hoje da mesma forma que crucificam amanhã: sem questionar, num obedientismo que de virtuoso não tem nada. Aqui, não vou tecer comentários acerca da declaração; limito-me à simples publicação (etimologicamente: s.f. ato pelo qual se torna público um fato; divulgação).

Declaração do Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X

19-07-2012

Tal como anunciava o comunicado da Casa Geral da Fraternidade São Pio X em 14 de julho de 2012, os membros do Capítulo Geral enviaram uma declaração comum a Roma. Ela foi divulgada hoje.
Durante a entrevista publicada em DICI no dia 16 de julho, Dom Bernard Fellay afirmou que esse documento era “uma oportunidade para esclarecer o roteiro (da Fraternidade São Pio X) insistindo na conservação da (sua) identidade, único meio eficaz de ajudar a Igreja a restaurar a Cristandade”. “Porque – acrescentou – o mutismo doutrinal não é a resposta para esta ‘apostasia silenciosa’ que o próprio João Paulo II constatou em 2003.”

No final do Capítulo Geral da Fraternidade São Pio X, reunidos junto ao túmulo de seu venerado fundador, Dom Marcel Lefebvre, e unidos com o seu Superior Geral, nós, os participantes, bispos, superiores e os membros mais antigos da Fraternidade, queremos elevar ao céu as nossas mais vivas ações de graças pelos quarenta e dois anos de tão maravilhosa proteção divina sobre a nossa obra, no meio de uma Igreja em plena crise e de um mundo que se afasta cada dia mais de Deus e da sua lei.

Expressamos a nossa profunda gratidão a todos os membros da Fraternidade, padres, irmãos, irmãs, terciários, às comunidades religiosas amigas e também aos nossos queridos fiéis por sua dedicação diária e fervorosas orações por ocasião do presente Capítulo, que teve francas trocas de ponto de vista e um trabalho muito frutuoso. Todos os sacrifícios, todas as penas aceitadas com generosidade certamente contribuíram para superar as dificuldades que a Fraternidade enfrentou ultimamente. Voltamos a encontrar nossa união profunda na sua missão essencial: manter e defender a fé católica, formar bons sacerdotes e trabalhar pela restauração da Cristandade. Determinamos e aprovamos as condições necessárias para uma eventual normalização canônica. Foi estabelecido que, nesse caso, um Capítulo extraordinário deliberativo seria convocado previamente. Mas nunca podemos esquecer que a santificação das almas começa sempre com a nossa própria. Ela é o fruto de uma fé vivificada e operante pela caridade, conforme as palavras de São Paulo: “Porque não temos nenhum poder contra a verdade, temos apenas em favor da verdade” (II Cor. XIII, 8) e também: “Cristo amou a sua Igreja e se entregou por ela… a fim de que ela seja santa e sem mancha” (cf. Ef. V, 25 s.).

O Capítulo considera que o primeiro dever da Fraternidade no serviço que pretende oferecer à Igreja é continuar, com a ajuda de Deus, a professar a fé católica em toda a sua pureza e integridade, com uma determinação proporcional aos ataques que esta mesma fé não deixa de padecer hoje.

Por essa razão parece-nos oportuno reafirmar a nossa fé na Igreja Católica e Romana, única Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, fora da qual não há salvação nem possibilidade de encontrar os meios que a ela conduzem; nossa fé na sua constituição monárquica, querida por Nosso Senhor, quem fez que o poder supremo de governo sobre toda a Igreja coubesse somente ao Papa, Vigário de Cristo na terra; nossa fé na Realeza universal de Nosso Senhor Jesus Cristo, criador das ordens natural e sobrenatural, a quem todo homem e toda sociedade devem se submeter.

Quanto a todas as inovações do Concílio Vaticano II que permanecem manchadas de erros e quanto às reformas que dele se seguiram, a Fraternidade não pode fazer outra coisa senão continuar a aderir às afirmações e ensinamentos do Magistério constante da Igreja; ela encontra sua guia neste Magistério ininterrupto que, por seu ato de ensino, transmite o depósito revelado em perfeita harmonia com tudo o que a Igreja inteira professou sempre e em todos os lugares.

Igualmente a Fraternidade encontra sua guia na Tradição constante da Igreja, que transmite e transmitirá até o final dos tempos o conjunto dos ensinamentos necessários para manter a fé e para a salvação, na espera de que um debate aberto e sério, buscando o retorno das autoridades eclesiásticas à Tradição, o torne possível.

Unimo-nos com os demais cristãos perseguidos nos diferentes países do mundo que sofrem por causa da fé católica, muitas vezes até o martírio. Seu sangue, derramado em união com a Vítima dos nossos altares, é a garantia da renovação da Igreja in capite et membris (na cabeça e em seus membros), de acordo com o velho ditado “sanguis martyrum semen christianorum” (o sangue dos mártires é semente de cristãos).

“Por fim, dirigimo-nos à Virgem Maria, tão zelosa dos privilégios do seu divino Filho, zelosa da sua glória, do seu Reino na terra como no Céu. Quantas vezes Ela interveio para a defesa, mesmo com armas, da Cristandade contra os inimigos do Reino de Nosso Senhor! Suplicamos a Ela que intervenha hoje para expulsar os inimigos internos que buscam destruir a Igreja mais radicalmente do que os inimigos externos. Que Ela se digne manter na integridade da fé, no amor da Igreja, na devoção ao Sucessor de Pedro, todos os membros da Fraternidade São Pio X e todos os padres e fiéis que trabalham com os mesmos sentimentos, a fim de que Ela nos proteja e nos preserve tanto do cisma como da heresia.
“Que São Miguel Arcanjo nos comunique o seu zelo pela glória de Deus e a sua força para combater o demônio.
“Que São Pio X nos faça participar da sua sabedoria, da sua ciência e da sua santidade para discernir a verdade do erro e o bem do mal, nestes tempos de confusão e de mentiras.” (Dom Marcel Lefebvre, Albano, 19 de outubro de 1983).


Fonte: DICI

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