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domingo, 12 de junho de 2016

Divisas traídas

O Blog Pale Ideas publica e assina embaixo. Não se pode servir a dois senhores. E... trocar a verdade por uma mitra cheira a simonia.   

*   *   * 

Começamos explicando o que são divisas. Alguns fiéis podem não saber. Divisas são os lemas contidos nos escudos episcopais. Dito isto vamos ao que interessa.

Recentemente recordamos algo que Mons. Lefebvre ensinava a respeito da missa nova: 
"Está fora de questão incentivar as pessoas a irem ao novo rito pois, lentamente, mesmo sem perceber, elas terminarão ecumênicas" (Arcebispo Lefebvre, Conferência em Ecône, 11 de abril de 1990). 

Recentemente, Dom Tomas, em um sermão redundante de agradecimento a Mons. Williamson, cita a divisa do mesmo - "Fidelis inveniatur" - (Que sejamos encontrados fiéis). Ou se trata de um problema de visão, ou de uma infidelidade à Verdade. Cremos que é esta última o que se sucede com Dom Tomas, cuja a divisa - "Veritatis dilexisti" - (Tenho amado a verdade) está sendo traída frequentemente, dado que é difícil acreditar que Dom Tomás desconhece, por exemplo, a apologia do bispo inglês à missa nova, que pode ser frequentada para "nutrir a fé", o que notadamente entra em contradição com o que Mons. Lefebvre disse na citação acima, e o que os fatos demonstram. 

Pode-se falar de fidelidade de um bispo que administra sacramentos a feneístas, que negam a doutrinam católica sobre o batismo? Que reiteradamente recomenda leitura da falsa vidente Maria Valtorta, herética, erótica e blasfema? Ou o santanista Elliot, entre outras coisas? 

Com relação ao ecumenismo que menciona Mons. Lefebvre, como uma consequência da missa nova, este se vê claramente manifesto no erro que ambos os bispos e outros tantos sofistas, doutores e monges franceses manifestam na famosa e triste celebre frase "misteriosamente unidos" (*) na relação entre a Igreja Católica e igreja conciliar, pois este é um erro que ataca a unidade da Igreja.

sábado, 5 de março de 2016

Sobre Eliot, Wagner e outros que tais...

Vou abrir um parêntese para falar dessa “predileção” de Dom Williamson por não católicos, como John Adams, citado no CE 436, e que era MAÇOM; ou o músico Wagner, um “demônio jacobino amante do budismo, cuja música é cheia de impudicícias gnósticas” (CE 433), a quem dedicou pelo menos dois CEs (9 - Wagnerian Redemption e CE 433 - Novamente, Cultura); ou, e principalmente, o poeta & MAÇOM: T. S. Eliot, “gigante da literatura inglesa” (CE 406), a quem Dom Williamson dedicou pelos menos três CEs: CE 406 - A Cultura Importa, de 25/04/2015, 411 - Fim de semana com Eliot, de 30/05/2015, e 433 (já citado), e permitiu um seminário (com seis palestras) de certo dr. David White, entre os dias 1 e 3 de maio do ano passado, em Broadstairs (Inglaterra).      


Quem é T. S. Eliot?  

Thomas Stearns Eliot (1888-1965) nasceu nos EUA, mas se naturalizou britânico, aos 39 anos de idade, quando também foi batizado e confirmado na Igreja Anglicana. Era um poeta da escola MODERNISTA e imagista, um teórico da poesia moderna. Além de ser um ensaísta, crítico literário, dramaturgo e escritor. Ao se tornar britânico, se definiu um "classicista em literatura, um monárquico na política e Anglo-católico na religião".  

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